domingo, 25 de abril de 2010

RESUMOS ESCOLARES:

 
 
 
apostilas em anexo 
       
1-
Português » Substantivo
2-
Matemática » Expressões Algébricas
3-
A literatura
 
_________________________________________________________________________________________________________________________________
 
1-
Português » Substantivo
 
 
 
 

Definição: o substantivo é a classe variável que nomeia objetos, pessoas, sentimentos, lugares...

Classificação:

Substantivos primitivos - Criam outras palavras.
Ex.: terra, casa

Substantivos derivados - São criados a partir de outras palavras.
Ex.: terreiro, aterrar; casebre, casinha

Substantivos simples - Formados por apenas um radical.
Ex.: cabra, tempo

Substantivos compostos - Formados por mais de um radical.
Ex.: cabra-cega, passatempo

Substantivos comuns - Qualquer ser da espécie.
Ex.: rua, praça, mulher

Substantivos próprios - Um ser específico da espécie.
Ex.: rua Rio de Janeiro, praça Duque de Caxias, Isabela

Os substantivos próprios serão sempre escritos com inicial maiúscula.

Substantivos concretos - Nomeiam objetos, lugares, pessoas, animais... Podem ser visualizados.
Ex.: Carmem, mesa, urso

Substantivos abstratos - Nomeiam ações, estados, sentimentos, qualidades... Dependem de  outros seres para existir. Não é possível visualizá-los
Ex.:alegria, tristeza

Quando quero visualizar alegria posso desenhar um sorriso, por exemplo, mas não a alegria.

Substantivos coletivos - transmitem a noção de plural, embora sejam grafados no singular. Nomeiam um agrupamento de seres da mesma espécie.

Abaixo lista de alguns coletivos:

Alcatéia - De lobos
Álbum - De fotografias
Antologia - De trechos literários
Assembléia - De parlamentares, associados
Baixela - De objetos de mesa
Banca - De examinadores
Bandeira - De garimpeiros
Bando - De aves
Cacho - De uvas
Cancioneiro - De poemas, canções
Concílio - De bispos
Corja - De ladrões
Elenco - De artistas
Enxoval - De roupas
Feixe - De lenha
Flora - De vegetais
Girândola - De fogos de artifício
Junta - De examinadores, médicos, bois
Legião - De demônios, soldados, anjos
Malta - De desordeiros
Nuvem - De insetos
Panapaná - De borboletas
Pinacoteca - De pinturas
Plantel - De atletas, animais de raça
Repertório - De peças teatrais, anedotas, músicas
Revoada - De pássaros
Romanceiro - De poesias populares
Súcia - De pessoas desonestas
Vocabulário - De palavras

Número

Formação do plural nos substantivos simples

Regra geral: o plural é formado pelo acréscimo da desinência -s.
Ex.: mapa/mapas, degrau/degraus

Terminados em -ão: plural em -ões, -ães ou ãos.
Ex.: questão/questões, capitão/capitães, irmão/irmãos

Terminados em -r, -z: acréscimo de -es.
Ex.: bar/bares, raiz/raízes

Terminados em -s: acréscimo de -es quando forem oxítonos; invariáveis quando não forem oxítonos.
Ex.: país/países, lápis/lápis

Terminados em -l: substitui-se o -l por -is.
Ex.: anel/anéis, álcool/álcoois
Exceções: mal/males, cônsul/cônsules

Terminados em -m: trocam -m por -ns.
Ex.: atum/atuns, álbum/álbuns

Terminados em -x: são invariáveis.
Ex.: látex/látex, xerox/xerox

Terminados em -zito, -zinho: pluraliza-se a palavra primitiva sem o -s e a terminação.
Ex.: balão + zinho = balõe(s) + zinhos/ balõezinhos

Formação do plural nos substantivos compostos

Flexionam-se os substantivos, adjetivos, numerais e pronomes sem preposição entre eles.
Ex.: primeiro (numeral) - ministro (substantivo)/ primeiros-ministros

Não se flexionam os verbos, advérbios e demais palavras invariáveis.
Ex.: vira(verbo) - lata(substantivo)/ vira-latas

Elementos ligados por preposição: só o primeiro elemento é flexionado.
Ex.: mula-sem-cabeça/ mulas-sem-cabeça

Palavras repetidas ou onomatopaicas: só o segundo elemento é flexionado.
Ex.: pingue-pongue/ pingue-pongues, reco-reco/ reco-recos

Quando o segundo elemento limita ou determina o primeiro: só o primeiro elemento é flexionado.
Ex.: caneta-tinteiro/canetas-tinteiro, peixe-boi/ peixes-boi

Gênero

Quanto ao gênero, os substantivos podem ser:


Biformes:  possuem duas formas, uma para o feminino e outra para o masculino.
Ex.: gato/gata, cabra/bode

Uniformes: possuem apenas uma forma para os dois gêneros.

Os substantivos uniformes se subdividem em:

Epicenos: uma só forma para os dois gêneros, a distinção é feita pelas palavras macho e fêmea.
Ex.: formiga macho/formiga fêmea, cobra macho/cobra fêmea

Comuns de dois gêneros: uma só forma para os dois gêneros, a distinção é feita pelo determinante (artigo, pronome, adjetivo...).
Ex.: a pianista/ o pianista, belo colega/ bela colega

Sobrecomuns: uma só forma para os dois gêneros, não é possível fazer a distinção pelos determinantes. A distinção pode ser feita pela expressão: do sexo masculino/ do sexo feminino.
Ex.: a pessoa, a criatura, a criança, o cônjuge

Grau

É a possibilidade de indicar o tamanho do ser que nomeia.

Os substantivos podem estar em três graus:

  • normal
  • aumentativo
  • diminutivo

As variações de grau podem ser feitas de duas formas:

Analítica: Acréscimo de um adjetivo: casa pequena/grande, pé pequeno/grande

Sintética: Acréscimo de um sufixo: casinha-casebre/, pezinho/pezão

Alguns sufixos utilizados na formação do grau sintético:

Grau diminutivo: -inho, -zinho, -ebre, -im, -acho, -ejo, -eta, -ote...
Ex.: amorzinho, riacho, lugarejo

Grau aumentativo: -ona, -ázio, -aça, -az, -arra...
Ex.: bocarra, copázio, mulherona

 
 
2-
Matemática » Expressões Algébricas

No cotidiano, muitas vezes usamos expressões sem perceber que as mesmas representam expressões algébricas ou numéricas.

Numa papelaria, quando calculamos o preço de um caderno somado ao preço de duas canetas, usamos expressões como 1x+2y, onde x representa o preço do caderno e y o preço de cada caneta.

Num colégio, ao comprar um lanche, somamos o preço de um refrigerante com o preço de um salgado, usando expressões do tipo 1x+1y onde x representa o preço do salgado e y o preço do refrigerante.

Usamos a subtração para saber o valor do troco. Por exemplo, se V é o valor total de dinheiro disponível e T é o valor do troco, então temos uma expressão algébrica do tipo V-(1x+1y)=T.

As expressões algébricas são encontradas muitas vezes em fórmulas matemáticas. Por exemplo, no cálculo de áreas de retângulos, triângulos e outras figuras planas.

Expressão algébrica Objeto matemático Figura
A = b x h Área do retângulo
A = b x h / 2 Área do triângulo
P = 4 a Perímetro do quadrado

Elementos históricos

Na Antiguidade, as letras foram pouco usadas na representação de números e relações. De acordo com fontes históricas, os gregos Euclides e Aristóteles (322-384 a.C), usaram as letras para representar números. A partir do século XIII o matemático italiano Leonardo de Pisa (Fibonacci), que escreveu o livro sobre Liber Abacci (o livro do ábaco) sobre a arte de calcular, observamos alguns cálculos algébricos.

O grande uso de letras para resumir mais racionalmente o cálculo algébrico passou a ser estudado pelo matemático alemão Stifel (1486-1567), pelos matemáticos italianos Germano (1501-1576) e Bombelli ( autor de Álgebra publicada em 1572), porém, foi com o matemático francês François Viéte (1540-1603), que introduziu o uso ordenado de letras nas analogias matemáticas, quando desenvolveu o estudo do cálculo algébrico.

Expressões Numéricas


São expressões matemáticas que envolvem operações com números.

Exemplos:

a = 7 + 5 + 4

b = 5 + 20 - 87

c = (6 + 8) - 10

d = (5 x 4) + 15

Expressões algébricas

São expressões matemáticas que apresentam letras e podem conter números. São também denominadas expressões literais.

Exemplos:

A = 2a + 7b

B = (3c + 4) - 5

C = 23c + 4


As letras nas expressões são chamadas variáveis o que significa que o valor de cada letra pode ser substituída por um valor numérico.

Prioridade das operações numa expressão algébrica


Nas operações em uma expressão algébrica, devemos obedecer a seguinte ordem:

(1) Potenciação ou Radiciação

(2) Multiplicação ou Divisão

(3) Adição ou Subtração

Observações quanto a prioridade:

(1) Antes de cada uma das três operações citadas anteriormente, deve-se realizar a operação que estiver dentro dos parênteses, colchetes ou chaves.

(2) A multiplicação pode ser indicada por x ou por um ponto . ou às vezes sem sinal, desde que fique clara a intenção da expressão.

(3) Muitas vezes devemos utilizar parênteses quando substituímos variáveis por valores negativos.

Exemplos:

(1) Consideremos P=2A+10 e tomemos A=5. Assim

P = 2.5+10 = 10+10 = 20

Aqui A é a variável da expressão, 5 é o valor numérico da variável e 20 é o valor numérico da expressão indicada por P. Observe que ao mudar o valor de A para 9, teremos:

A = 2.9 + 10 = 18 + 10 = 28

Quando A=9, o valor numérico de P=2A+10 é igual a 28.

(2) Seja X = 4A + 2 + B - 7 e tomemos A=5 e B=7. Desse modo:

X = 4.5+2+7-7 = 20+2-0 = 22

Quando A=5 e B=7, o valor numérico de X = 4A + 2 + B - 7, é igual a 28.

(3) Seja Y = 18 - C + 9 + D + 8C, onde C=-2 e D=1. Então:

Y = 18-(-2)+9+1+8(-2) = 18+2+9+1-16 = 30-16 = 14

Se C=-2 e D=1, o valor numérico de Y=18-C+9+D+8C, é 14.

Conclusão: O valor numérico de uma expressão algébrica é o valor obtido na expressão quando substituímos a variável por um valor numérico.

Exemplos práticos
:

(1) Lembrando-se que o triângulo eqüilátero é aquele que possui os três lados congruentes (mesma medida), calcular o perímetro de um triângulo equilátero cujo lado mede 5 cm. sabendo-se que o perímetro de um triangulo equilátero pode ser representado por uma expressão algébrica da forma: P=a+a+a=3a. Substituindo a=5cm nesta expressão, obtemos P=3×5cm=15cm.

(2) Para obter a área do quadrado cujo lado mede 7cm, devemos usar a expressão algébrica para a área do quadrado de lado L que é A=L×L=L². Assim, se L=7cm, então A=7×7=49cm².

Observação: Mudando o valor do lado para L=8cm, o valor da área mudará para A=8×8=64cm².

(3) Escreva expressões algébricas para representar o perímetro de cada uma das figuras abaixo:


(4) Se a letra y representa um número natural, escreva a expressão algébrica que representa cada um dos seguintes fatos:

   1. O dobro desse número.
   2. O sucessor desse número.
   3. O antecessor desse número (se existir).
   4. Um terço do número somado com seu sucessor.

(5) Como caso particular do exercício anterior, tome y=9 e calcule o valor numérico:

   1. do dobro de y
   2. do sucessor de y
   3. do antecessor de y
   4. da terça parte de y somado com o sucessor de y

(6) Calcular a área do trapézio ilustrado na figura, sabendo-se que esta área pode ser calculada pela expressão algébrica A=(B+b)×h/2, onde B é a medida da base maior, b é a medida da base menor e h é a medida da altura.

Monômios e polinômios

São expressões matemáticas especiais envolvendo valores numéricos e literais, onde podem aparecer somente operações de adição, subtração ou multiplicação. Os principais tipos são apresentados na tabela:

Nome No.termos Exemplo
monômio um m(x,y) = 3 xy
binômio dois b(x,y) = 6 x²y - 7y
trinômio três f(x) = a x² + bx + c
polinômio vários p(x)=aoxn+a1xn-1+a2xn-2+...+an-1x+an

Identificação das expressões algébricas

Muitas vezes as expressões algébricas aparecem na forma:

3x2y

onde se observa que ela depende das variáveis literais x e y, mas é importante identificá-las com nomes como:

p(x,y) = 3x2y

para deixar claro que esta é uma expressão algébrica que depende das variáveis x e y.

Esta forma de notação é muito útil e nos leva ao conceito de função de várias variáveis que é um dos conceitos mais importantes da Matemática.

Valor numérico de uma expressão algébrica identificada


É o valor obtido para a expressão, ao substituir as variáveis literais por valores numéricos.

Exemplo: Se p(x,y)=
3x2y, então para x=7 e y=2 temos que:

p(7,2) = 3 x 7x 2 = 294

Se alterarmos os valores de x e de y para x=-1 e y=5, teremos outro valor numérico:

p(-1,5) = 3 x (-1)2 x 5 = 3 x 5 = 15

mas dependendo da mudança de x e de y, poderíamos ter o mesmo valor numérico que antes. Se x=-7 e y=2, teremos:

p(7,2) = 3 x (-7)2 x 2 = 294

A regra dos sinais (multiplicação ou divisão)

(+1) x (+1) = +1   (+1) ÷ (+1) = +1
(+1) x (-1) = -1     (+1) ÷ (-1) = -1
(-1) x (+1) = -1     (-1) ÷ (+1) = -1
(-1) x (-1) = +1     (-1) ÷ (-1) = +1

 
Regras de potenciação

Para todos x e y em R-{0} e m e n números inteiros, tem-se que:

Propriedades Alguns exemplos
xº=1 (x não nulo) 5º = 1
xm xn = xm+n 5².54 = 56
xm ym = (xy)m 5² 3² = 15²
xm ÷ xn = xm-n 520 ÷ 54 = 516
xm ÷ ym = (x/y)m 5² ÷ 3² = (5/3)²
(xm)n = xmn (53)² = 125² = 15625 = 56
xm÷n = (xm)1/n 53÷2 = (53)1/2 = 1251/2
x-m = 1 ÷ xm 5-3 = 1 ÷ 53 = 1/125
x-m/n = 1 ÷ (xm)1/n 5-3/2 = 1 ÷ (53)1/2= 1 ÷ (125)1/2

Eliminação de parênteses em Monômios

Para eliminar os parênteses em uma expressão algébrica, deve-se multiplicar o sinal que está fora (e antes) dos parênteses pelo sinal que está dentro (e antes) dos parênteses com o uso da regra dos sinais. Se o monômio não tem sinal, o sinal é o positivo. Se o monômio tem o sinal +, o sinal é o positivo.

Exemplos:

A = -(4x)  + (-7x)  = -4x-7x  = -11x
B = -(4x)  + (+7x) = -4x+7x =   3x
C = +(4x) + (-7x)  =  4x-7x  = - 3x
D = +(4x) + (+7x) =  4x+7x =  11x

Operações com expressões algébricas de Monômios

1. Adição ou Subtração de Monômios

Para somar ou subtrair de monômios, devemos primeiramente eliminar os parênteses e depois realizar as operações.

Exemplos:

1. A = -(4x)+(-7x) = -4x-7x = -11x

2. B = -(4x)+(+7x) = -4x+7x = 3x

3. C = +(4x)+(-7x) = 4x-7x = -3x

4. D = +(4x)+(+7x) = 4x+7x = 11x

2. Multiplicação de Monômios

Para multiplicar monômios, deve-se primeiramente multiplicar os valores numéricos observando com muito cuidado a regra de multiplicação dos sinais, multiplicar as potências literais de mesma base e escrever a resposta de uma forma simplificada:

Exemplos:

1. A = -(4x²y).(-2xy) = +8x³y²

2. B = -(4x²y).(+2xy) = -8x³y²

3. C = +(4x²y).(-2xy) = -8x³y²

4. D = +(4x²y).(+2xy) = +8x³y²

3. Divisão de Monômios

Para dividir monômios, deve-se primeiramente dividir os valores numéricos observando com muito cuidado a regra de divisão dos sinais, dividir as potências literais de mesma base e escrever a resposta de uma forma simplificada:

Exemplos:

1. A = -(4x²y)÷(-2xy) = 2x

2. B = -(4x²y)÷(+2xy) = -2x

3. C = +(4x²y)÷(-2xy) = -2x

4. D = +(4x²y)÷(+2xy) = 2x

4. Potenciação de Monômios

Para realizar a potenciação de um monômio, deve-se primeiramente realizar a potenciação do valor numérico levando em consideração o sinal, tomar as potências literais e escrever a resposta de uma forma simplificada:

Exemplos:

1. A =(+4x²y)³= 4³ x²y x²y ²y = 256 x6

2. B =(-4x²y)³ = -4³x²y x²y x²y = -256x6

Alguns Produtos notáveis

1. Quadrado da soma de dois termos

Sabemos que x²=x.x, y²=y.y, mas não é verdade que

x² + y² = (x+y)²

a menos que um dos dois termos seja nulo. Este é um erro muito comum, mas o correto é:

(x+y)² = x² + 2xy + y²

Isto significa que o quadrado da soma de dois números sem sempre é igual à soma dos quadrados desses números.

Existe um algoritmo matemático que permite obter o quadrado da soma de x e y, e este algoritmo é semelhante àquele que permite obter o quadrado de um número com dois dígitos. Por exemplo, o número 13 pode ser decomposto em 10+3:

    x+y
    x+y  
  +xy+y²
x²+xy    
x²+2xy+y²
Compare
as duas
operações
    10+3
    10-3   
   +10.3+3²
10²+10.3   
10²+2.10.3+3²

Assim temos que o quadrado da soma de dois termos x e y, é a soma do quadrado do primeiro termo com o quadrado do segundo termo e com o dobro do produto do primeiro termo pelo segundo termo. Em resumo:

(x+y)² = x² + 2xy + y²

Exemplos:

(x+8)² = x²+2.x.8+8² = x²+16x+64
(3k+y)² = (3k)²+2.3k.y+y² = 9k²+6ky+y²
(1+x/5)² = 1+ 2x/5 +x²/25

Exercícios: Desenvolver as expressões:

(a+8)² =
(4y+2)² =
(9k/8 +3)² =

Pensando um pouco:

1. Se (x+7)²=x²+[  ]+49, qual é o termo que deve ser colocado no lugar de [  ]?

2. Se (5a+[   ])² = 25a²+30a+[  ], quais são os termos que devem ser colocados nos lugares de [  ]?

3. Se ([   ]+9)² = x²+[  ]+81, quais são os termos que devem ser colocados nos lugares de [  ]?

4. Se (4b+[   ])² = l6b²+36b+[  ], substitua os [  ] por algo coerente.

5. Se (c+8)²=c²+[  ]+[  ], substitua os [  ] por algo coerente.

2. Quadrado da diferença de dois termos

Como um caso particular da situação anterior, o quadrado da diferença de x e y é igual ao quadrado de x somado com o quadrado de y menos duas vezes xy. Resumindo:

(x-y)² = x² - 2xy + y²

Exemplos:

(x-4)² = x²-2.x.4+4² = x²-8x+16
(9-k)² = 9²-2.9.k+k² = 81-18k+k²
(2/y -x)² = (2/y)²-2.(2/y).x+x²

Exercícios: Complete o que falta.

(5x-9)² =[             ]
(k-6s)² =[ ]
(p-[ ])² = p²-10p+[ ]

3. Produto da soma pela diferença de dois termos

Vamos utilizar o mesmo algoritmo já usado para o produto da soma de dois termos.

    x+y
    x-y 
  -xy-y²
x²+xy   
x²   -y²
Compare
as duas
operações
    10+3
    10-3   
   -10.3-3²
10²+10.3   
10²  -  3²

Em geral, o produto da soma de x e y pela diferença entre x e y é igual ao quadrado de x menos o quadrado de y.

(x+y)(x-y) = x² - y²

Exemplos:

(x+2)(x-2) = x²-2x+2x-4 = x²-4
(g-8)(g+8) = g²-8g+8g-64 = g²-64
(k-20)(k+20) = k²-400
(9-z)(9+z) = 81-z²

Exercícios: Complete as expressões:

(6-m)(6+m) =
(b+6)(b-6) =
(6+b)(b-6) =
(6+b)(6-b) =
(100-u)(100+u) =
(u-100)(100+u) =
 
 
 
3-
A literatura
no anexo-muito mais completo
 
        A literatura no Brasil
 
      A literatura no Brasil, considerações sobre a obra, crítica literária brasileira.
      A Mulher em Dom Casmurro
 
      A Mulher em Dom Casmurro, Capitu, culpada ou inocente.
      Análise de Obras
 
      A Hora da Estrela, A Moreninha, A Viuvinha, Os Lusíadas, Dom Casmurro, Ensaio sbre a Cegueira, Lucíola, Luzia Homem, Macunaíma, Noita na Taverna, O Ateneu, O Auto da Barca do Inferno, O Cortiço, O Mulato, Os Sertões, Vidas Secas.
      Arcadismo
 
      Artigo que fala sobre o Arcadismo, momento Histórico do arcadismo e características do arcadismo.
      As linguagens da literatura
 
      linguagens da literatura, versos, estrofe, métrica, ritmo, rima, aliteração, assonância, paranomásia, paralelismo.
      Autores
 
      Aluísio de Azevedo, Carlos Drummond de Andrade, Castro Alves, Clarice Lispector, Euclides da Cunha, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, Manuel Bandeira, Machado de Assis, Mário de Andrade, Jorge Amado, José de Alencar, Lima Barreto, Olavo Bilac, Camões, Visconde de Taunay.
      Barroco na Europa e no Brasil
 
      Barroco na Europa, Barroco no Brasil, características, cultismo, conceptismo, antropocentrismo X teocentrismo, Principais autores e obras.
      Barroco no Brasil e em Portugal
 
      Barroco no Brasil, Barroco em Portugal, Antonio Vieira.
      Cantigas de Amor e de Amigo
 
      Cantigas, Cantigas de Amor, Cantigas de Amigo.
      Classicismo
 
      Classicismo, Contexto Histórico, Características, Prosa, Historiografia, Literatura de viagens, Poesia, Camões, Lírica Camoniana, Epopéia Camoniana, Autores.
      Coletânea de Poesias Românticas
 
      Poesias Românticas, Amor, Lembrança de Morrer, Meus oito Anos, A valsa, O navio Negreiro, As duas flores.
      Contos e Mini-Contos
 
      Contos e Mini-Contos, conto de fadas, conto Dona Baratinha.
      Estilos Literários
 
      Estilos Literários, gêneros literários, gêneros em poesia, gêneros dramáticos.
      Expressionismo
 
      Expressionismo, Anita Malfatty, incentivador da Semana de Arte Moderna, Cubismo de um jovem artista brasileiro, Vicente de Rego Monteiro.
      Fábula
 
      O que é fábula, fábula oriental e Esopo, Fedro e a fábula medieval, La Fontaine e seus seguidores.
      Futurismo
 
      Futurismo, movimento literário artístico surgido na Europa.
      Humanismo e Renascimento
 
      Humanismo, Característica, Prosa, Teatro, Painel de Época, Produção Literária, Literatura Medieval, Revolução Tendencial, Cavalaria Medieval, Formação da Mentalidade Antropocêntrica.
      Iluminismo
 
      Iluminismo, Conceitos da Burguesia, Despotismo esclarecido, Filósofos Iluministas, Princípios do Iluminismo.
      Introdução à Literatura
 
      Introdução a Literatura, Denotação X Conotação, Cultura e Arte, Linguagem Literária, Linguagem não-literária, Funções de linguagem.
      Jornalismo Literário
 
      Histórico, o jornalismo literário no Brasil e nos dias de hoje.
      Literatura Brasileira
 
      Origens da literatura brasileira, Quinhentismo, Barroco, Arcadismo, Romantismo, Realismo e Naturalismo, Parnasianismo, Simbolismo, Pré-modernismo, Semana de arte moderna, modernismo e pós-modernismo.
      Literatura de Cordel
 
      O que é Literatura de Cordel, folhetos, poeta popular.
      Modernismo
 
      Poesia Moderna, Modernismo, características, Incorporação do Cotidiano, Linguagem Coloquial, Paronomásia, Ambiguidade, Obras principais.
      Modernismo - Primeira Fase
 
      Modernismo, Primeira Fase, Momento Histórico, Características, revistas e os manifestos.
      Modernismo - Segunda Fase
 
      Modernismo, Segunda Fase, Momento histórico, Características.
      Modernismo em Portugal
 
      Modernismo em Portugal, principais vanguardas européias, Características, autores.
      Modernismo no Brasil - Segunda Fase
 
      Segunda fase no Modernismo no Brasil, Poesia, Vinicius de Moraes, Vida e Obra, Características.
      O que é linguística
 
      O que é lingüística, livro de Eni Pulcinelli Orlandi.
      O que é Literatura
 
      O que é Literatura, Resenha do livro, Indicação da Obra.
      Origens do Romantismo na Europa
 
      Origens do Romantismo na Europa, movimento romântico, Inglaterra, Escócia.
      Os Olhos nos sonetos de Camões
 
      Os Olhos nos sonetos de Camões, beleza, características da dama, efeitos dos olhos sobre o poeta.
      Parnasianismo
 
      Parnasianismo, contexto histórico, Alberto Oliveira, Olavo Bilac, Raimundo Correia.
      Poema e Poesia
 
      Poema e Poesia, diferenças e características, verso e estrofe, Métrica Poética e classificação dos versos, rima, Disposição das estrofes.
      Poesia, comédia, tragédia e mito
 
      Poesia e imitação, poesia imitativa, origem da poesia, História da poesia trágica e cômica, comédia, Definição de Tragédia, mito trágico, pensamento, elocução poética.
      Pós-Modernismo
 
      Pós-Modernismo, Trabalho sobre o livro O que é pós-modernismo, origem do movimento pós-moderno, desordem antiarte, adeus as ilusões.
      Pré-Modernismo
 
      Pré-Modernismo, Momento Histórico, Características, Autores, Obras.
      Preconceito Lingüístico no Brasil
 
      Preconceito Lingüístico, livro de Marcos Bagno.
      Realismo e Naturalismo
 
      Realismo e Naturalismo, Momento Histórico, Características, Romance Realista, Romance Naturalista, Poesia Parnasiana, realismo e naturalismo no Brasil.
      Romantismo
 
      Romantismo, Características, Romantismo em portugal e no Brasil, tendências, gerações, romance romântico.
      Romantismo em Portugal
 
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