quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

{clube-do-e-livro} A Geração Superficial - O que a Internet está fazendo com nossos cérebros - Nicholas Carr - EpuB




A Geração Superficial - O que a Internet está fazendo com nossos cérebros - Nicholas Carr



O jornalista Nicholas Carr traz de forma bem-embasada a seguinte constatação: estamos ficando mais burros, e a culpa é da internet. Temos acesso quase ilimitado a informações na grande rede, mas perdemos a capacidade de focar em apenas um assunto. A mente do internauta está caótica, poluída, impaciente e sem rumo, e Carr faz um manifesto destacando a importância da calma e do foco, faculdades esquecidas neste mundo turbulento.

Editora: AGIR
Edição: 1
Ano: 2011
ISBN: 8522010056
Nº de Páginas: 384





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{clube-do-e-livro} LIVROS DE DIANA PALMER EM ANEXO

Nas mãos do Destino
(Lionhearted)
Diana Palmer
Digitalizado por Liriane
Este Livro faz parte de Projeto_Romances,sem fins lucrativos e de fãs para fãs. A comercialização deste produto é estritamente proibida.

Prólogo
Leu Hart sentiu-se só no mundo. Rey, o último solteiro entre seus irmãos, tinha se casado, se casado, e se mudara da casa havia quase um ano. Isso deixara Léo sozinho, com uma governanta reumática que trabalhava dois dias na semana, e ameaçava se aposentar a qualquer momento. Caso cumprisse o que dizia, ele ficaria abandonado à própria sorte e seria obrigado a ir sempre a um restaurante. Levando em consideração seu ritmo de trabalho, isso seria impraticável.
Recostou-se na cadeira giratória atrás da escrivaninha do escritório que, no momento, era todo seu. Sentia-se feliz pelos irmãos.A maioria já tinha sua própria família a não ser pelo recém-casado Rey. Simon e Tina tinham dois meninos, Cag e Tess um, Corrigan e Dorie um casal.
Lembrando o passado, Léo percebeu que as mulheres estavam fora de sua vida havia muito tempo. Tanta coisa precisa ser feita na fazenda que mal tinha tempo de sair à noite.
Enquanto pensava em sua solidão, o telefone tocou.
-Por que não vem jantar conosco?- convidou Rey, assim que Léo atendeu.
-Não se convida o irmão para jantar quando se está em lua-de-mel.
-Casamos depois do natal, no ano passado.
-Então ainda estão em lua-de-mel -insistiu Léo de bom humor -Obrigado mais tenho muito que fazer.
-O trabalho não compensa a falta de amor. Em todo caso, o convite está feito, aceite-o se quiser.
-Obrigado de novo.
-Por nada
Léo recolocou o fone no gancho. Junto aos irmãos, era proprietário de cinco fazendas.Fazia grande parte do trabalho braçal diário, adorava cuidar do gado, e seu físico musculoso era prova disso.
Às vezes se questionava se tanto esforço era apenas uma tentativa se suprir certas necessidades físicas.Quando mais jovem, as mulheres sempre estavam a sua volta, e jamais se furtava ás aventuras amorosas.
Entretanto, já estava com trinta e cinco anos e romances casuais já não o satisfaziam como antigamente.
Planejara passar um fim de semana tranqüilo em casa, mas Marilee Morgan, amiga de Jane Brewster, convencera-o a levá-la para Houston, onde jantariam e assistiriam ao espetáculo de balé. Explicara que seu carro estava na oficina, e já tinha os ingressos para a apresentação.
Léo não planejava iniciar um romance com Marilee, apesar dela ser bonita e sofisticada, por que era uma grande amiga de Jane Brewster. Sabia que Marilee jamais o teria convidado para se encontrarem em Jacobsville, por que era uma cidade pequena, as fofocas se espalhariam com a velocidade do vento e logo chegaria aos ouvidos de Jane.
Apesar de ser um homem livre, Léo tinha conhecimento de que Jane alimentava uma paixão adolescente por ele. Isso não o deixara muito envaidecido, mas não desejava criar problemas entre as amigas. Teria um encontro discreto com Marilee em Houston, e ninguém jamais saberia de nada.
Alem disso o encontro o livraria de um jantar na casa de Fred Brewster, pai de Jane e seu grande amigo. Gostava da companhia do senhor mais velho, mais havia dois membros da família Brewster que o deixavam pouco à vontade.Lydia, a irmã de Fred, uma mulher pretensiosa e intrometida, que, por sorte, não morava com o irmão e nem sempre estava nos jantares de família, e...Janie.
A jovem lhe causava sentimentos contraditórios. Era simpática, tinha vinte e um anos, estudava psicologia e adorava analisar os outros.
Era muito linda, tinha cabelos castanhos, longos e lisos, um corpo pequeno e bem feito, e não tentava disfarçar a atração que sentia por ele. Léo não tinha a menor intenção de se envolver com Janie, devido à diferença de idade entre eles, e procurava se manter alheia, tratando-a com gentileza, mas com distancia.
Os dois se conheciam desde que Janie tinha dez anos de idade, usava aparelho nos dentes e tranças. Era difícil para Léo Hart, afastar a imagem da mente, e encará-la como uma pessoa adulta.
Além disso, Janie não sabia cozinhar, e quando resolvia cozinhar era um desastre!
Lembrando-se subitamente do gosto horrível dos biscoitos que ela lhe oferecera um dia, Léo pegou o telefone e ligou para Marilee, que atendeu de modo brusco.Mas ela, ao perceber de quem se tratava, tornou-se mais suave.
-Ora, ora! Alô Léo - murmurou
-A que horas deseja que vá buscá-la, no sábado à noite?
Houve uma breve pausa e, em seguida, Marilee sussurrou:
-Vai falar desse encontro a Janie?
-Quase nunca a vejo, sabe disso _disse ele com impaciência.
-Que tal se eu for buscá-la o cinco? Poderíamos dançar e depois ir ao Balé.
-Maravilhoso, vou espertar ansiosa pelo sábado. Até lá!
Léo desligou, mas voltou a pegar o fone e digitou o número da casa da casa de Fred. Janie atendeu, quase sem fôlego:
-Como vai Léo? Quer falar com meu pai?
-Pode ser você mesma. Lamento, mas preciso cancelar o jantar de sábado. Tenho outro compromisso.
Fez-se uma breve pausa, e Janie murmurou:
-Tudo bem
-Perdão, mais esqueci esse compromisso, quando seu pai me convidou outro dia-mentiu- Pode se desculpar por mim?
-Claro!Divirta-se -A voz te Janie soou tensa.
-Algo errado?- quis saber Léo.
-Não. Foi um prazer conversar com você. Até logo!
Janie Brewster desligou e cerrou os olhos, sentindo uma terrível frustração. Planejara um jantar perfeito, pensou.Passara a semana escolhendo um bom cardápio, e decidira-se por uma nova receita de frango, macio e suculento, e pudim de chocolate, sobremesa favorita de Léo. Todo esse trabalho para nada! Sem dúvida ele arrumara uma desculpa para não comparecer ao jantar, conclui consigo mesma.
Sentou-se junto do telefone, com o avental todo sujo e farinha no rosto. Podia ser tudo naquele momento menos a garota ideal para um encontro, pensou desanimada. Havia dois anos que tentava conquistar Léo, que nem parecia notá-la. Flertara com ele sem dó e piedade no casamento de Micah Steele e Callie Kirby, até que pegara o buquê da noiva no ar. Aquilo parecia ter irritado Léo, que se afastara sem sequer lha lançar um olhar.
Nos meses seguintes, sempre que tivera a oportunidade, tentara se aproximar dele, mas não obtivera sucesso.Seguindo os conselhos da amiga Marilee, vinha aprendendo a cozinha, e evitando parecer uma garota sofisticada de cidade grande.
Marilee tentava ajudá-la a conquistar Léo, e Janie procurava aperfeiçoar as qualidades que, segundo a amiga, ele admirava em uma mulher.Estava tentando até se acostumar com cavalos, gados e poeira, mas como exibir as novas aptidões se Léo não vinha visitá-la?
-Quem era ao telefone?- pergunto Hettie, a governanta.-Seu pai?
-Não. Era Léo Hart. Não poderá vir jantar no sábado por que tem um encontro.
Hettie sorriu com simpatia, já que percebia o interesse da jovem por Léo.
-Haverá outras ocasiões meu bem.
-Claro que sim -Janie se levantou da cadeira- Bem , vou diminuir as porções da receitas.
-Só por que tem negócios com o senhor Fred, não quer dizer que Léo precise vir sempre aqui.-lembro Hettie com delicadeza - è um homem muito ocupado e... Um tanto velho para você.
Janie não respondeu. Apenas sorriu e voltou para a cozinha.
Léo tomou banho, fez barba, vestiu-se e dirigiu-se ao Lincoln esporte que acabara de comprar. Era o ultimo modelo e, veloz como raio. Merecia uma noite na cidade, pensou, e os simples fato de se livrar do frango emborrachado de Janie já era uma vitória.
Entretanto, de um modo estralo, sua consciência não estava em paz.Talvez devido ao que Marilee falava de Janie. Nas ultimas semanas dera para lhe contar sobre os comentários entusiasmados da amiga que fizera ao seu respeito. E Léo não queria que Janie alimentasse falsas ilusões.Precisava ser mais cauteloso com ela, concluiu. Não tinha o menor interesse pela filha de Fred.Janie era apenas uma criança.
Entrou no carro examinando a estrada pelo espelho retrovisor. Tinha cabelos castanhos, um rosto de traços marcantes, além dos dentes brancos e uma boca que parecia sempre estar sorrindo.Não se considerava bonito, mas em comparação a alguns de seus irmãos, até que ele era bastante atraente, conclui, satisfeito consigo mesmo.
Além disso, era rico, e não precisa de mais nada para atrais uma mulher.Não era uma conclusão arrogante, apenas realista.
Sabia que Marilee não se sentia atraída por sua personalidade, e estava somente interessada no seu dinheiro.Mas era bonita, e ele não se importava de levá-la a Houston e exibi-la como os troféus que tinha no escritório. Um homem podia se dar ao luxo dessas pequenas vaidades pensou com humor.
Porém, lembrou-se do desapontamento na voz de Janie quando desmarcara o jantar, e imaginou a dor que sentira se soubesse que saíra com sua melhor amiga. Ante ao pensamento, uma enorme sensação de culpa o invadiu.
Afivelou o cinto, ligou o motor e partiu. Não precisava se sentir culpado, tratou de dizer a si mesmo. Era solteiro e jamais dera motivos para que Janie Brewster pudesse considerá-lo um pretendente.
Sim, concluiu de modo decidido. Precisava de uma boa noitada em Houston. Estava solitário a tempo demais!
Capitulo I
Léo Hart não estava de bom humor. A semana toda fora cansativa e, no momento precisava consolar seu vizinho, Fred, que acabara de perder seu touro premiado. O animal era cria de um grande campeão. Léo se sentia tão triste quanto o amigo.
-Ele estava bem ontem- murmurou Fred, enxugando , o suor do rosto e inclinando-se sobre o corpo do animal morto, que não apresentava sinal de nenhum ferimento- Não sou o primeiro fazendeiro a perder um touro premiado, mas as circunstâncias desta morte são muito suspeitas.
-Tem razão - concordou Léo com tristeza, os olhos escuros examinando o animal morto - É apenas um palpite, mas teve algum problema com os empregados da fazenda? Christabel Gainel acabou de informar que um de seus touros morreu de causa desconhecida. Isso aconteceu depois que demitiram um homem chamado Jack Clark, há algumas semanas.Ele agora trabalha para Duke Wright, e dirige um caminhão de gado.
-Judd Dunn disse que devido ao inchaço do animal, a cauda do animal foi timpanismo, ele é guarda-florestal - lembrou Fred- Caso houvesse ocorrido sabotagem na fazenda onde é co- proprietário com Christabel, creio que já saberíamos- balançou a cabeça com o gesto decidido - Não.
O touro deles ficava na pastagem infestada de trevos, e não tomaram providência. Mesmo assim a doença pode ser tratada, quando descoberta a tempo. Falta de sorte por não ter verificado aquele gado antes.
-Eles têm mais quatro touros ainda vivos- replicou Léo
Fred deu de ombros.
-Talvez os animais de lá não gostem de trevos ou não estivessem todos no mesmo pasto.Tenho certeza de que o touro morreu de inchaço.Pelo menos é o Judd acha. Ele disse que Christabel é a única pessoa que a acredita que foi sabotagem.-Fred passou as mãos pelos cabelos prateados - Mas, respondeu sua pergunta, sim. Ando pensando um ex-empregado resmungão, entretanto isso aconteceu a mais de dois anos.
Mas sei que não foi timpanismo, pois seu gado toma antibiótico.
De modo triste, Fred voltou a olhar para a carcaça. Estava com problemas financeiros que jamais enfrentara, mas era orgulhoso demais para confessar a Léo a gravidade da situação.Limitou-se a dizer:
-Este touro não estava no seguro, e não posso substituí-lo, pelo menos não nesse momento.
Tratou de falar o mínimo possível para que o amigo não percebesse que estava na bancarrota. Porém Léo replicou:
-Esse problema podemos solucionar.Tenho um belo touro Salers que comprei há dois anos, e chegou na hora de substituí-lo. Adoraria ter comprado o seu, pois desejo fazer reposição. Pode ficar com o meu na época do acasalamento.
Fred parecia estupefato, pois sabia quanto custava um animal como aquele.
-Não posso permitir que faça isso Léo.
-Claro que pode! Não estou fazendo isso de maneira totalmente desinteressada, meu caro.Ficarei com algumas crias que ele gerar.
Fred soltou uma risada.
-Você é terrível! Nesse caso eu aceito a proposta.Mas ficarei mais tranqüilo se um homem ficar de guarda a noite.
Léo esticou os músculos doloridos e puxou o chapéu sobre os cabelos castanhos, com mechas douradas.Estavam no final de setembro, mas em Jacobville, no sudeste do Texas, a inda fazia muito calor.Estivera amanhã toda movimentando o gado e sentia-se exausto.
-Vamos tratar da segurança do touro - respondeu com simplicidade- Tenho dois peões machucados que estão inativos. Continuam na folha de pagamento, portanto podem ficar bem sentados aqui e vigiar o animal, enquanto se recuperam. E nós o alimentaremos.
Foi à vez de Léo rir.
-Isso que chamo de ótima solução.Cada touro desses como por três homens.
-Não me importo Fred.
O bom senhor volveu o olhar para o animal morto.
-Ele era o meu melhor Léo. Tinha tantas esperanças a seu respeito.
-Sei disso. Mas existem outros campeões.
- É bem verdade- Fred estacou, vendo alguém se aproximar e murmurou espantado- Minha ... Filha?
Janie tinha cabelos castanhos claros e olhos verdes. Já tentara ser loira, mas voltara à cor natural do cabelo, e no momento a cabeleira sedosa chegava até sua cintura.Era pequena e delgada, possuía lindos seios e pernas bem torneadas.
Entretanto, naquele instante, poderia ser confundida com um jovem vaqueiro qualquer. Estava coberta de lama da cabeça aos pés. Carregava uma sela sobre os braços delicados, e inclinava-se para frente, a fim de suporta o peso. Apenas os olhos estavam visíveis, em meio á mascara de sujeira.
-Olá papai - saldou com animação - Ola, Léo. Lindo dia, não?
Do mesmo modo que Fred, Léo Hart arregalou os olhos escuros. Acenou para a jovem, sem conseguir falar.
-O que andou fazendo? - perguntou o pai, enquanto Jane continuava seu caminho.
-Andando a cavalo - replicou a filha em tom alegre.
Janie chegou no portão de casa e chamou por Hetie, enquanto o pai murmurava:
-Não me lembro da última vez que a vi montar.
-Nem eu- admitiu Léo
-Ela está com essa mania - continuou Fred, balançando a cabeça com gesto confuso - Primeiro ajudou a preparar os fardos de feno. Depois resolveu cuidar do gado, e agora montar. - Pigarreou contrafeito- Não sei o que está acontecendo. Antes só pensava em continuar os estudos de psicologia e, de repente, disse-me que queria aprender tudo da fazenda. - Ergueu as mãos num gesto de desespero- Jamais entenderei os filhos. E você?
Léo sorriu.
-Não me pergunte. A paternidade não me atrai. Voltando ao touro, vou fazer com que o tragam agora mesmo, e meus homens virão com ele.Se tiver mais problemas, basta me informar.
Fred sentia-se aliviado. Os Harts possuíam cinco fazendas, e ninguém na região tinha mais poder político e financeiro que eles. O empréstimo do touro faria com que recuperasse os prejuízos e voltasse a equilibrar um pouco de suas finanças. Léo era um cavalheiro, pensou com afeição.
-Estou muito agradecido - disse com a voz rouca - Os tempos não tem sido fáceis.
Léo apenas sorriu. Sabia que os Brewster estavam passando por momentos financeiros difíceis. Havia anos que ele e Fred trocavam e negociavam touros, embora menos caros do que o que morrera, e com freqüência fazia negócios juntos.Sentia-se feliz por poder ajudar o velho amigo.
Pensou sobre o estranho procedimento de Janie. Ela passara messes tentando seduzi-lo com blusas decotadas e vestidos sensuais e, estava sempre por perto quando ele ia visitar Fred a trabalho.De modo divertido, lembrou-se que Janie não sabia fazer papel de mulher fatal. Apesar de seus vinte e um anos, nada possuía em comum com a amiga Marilee, quatro anos mais velha, e que poderia dar aula de sedução a lendária Mata Hari.
Focalizando o pensamento em Marilee, imaginou se Janie sabia a respeito do encontro de ambos em Houston. Às vezes amigas poderiam se tornar as maiores rivais quando surgia um pequeno problema, conclui consigo mesmo.
Por sorte Janie apenas sentia um entusiasmo juvenil a seu respeito, que desaparecia assim que soubesse da traição de Marilee. Janie era jovem demais para ele, conclui Léo, e quanto mais cedo percebesse isso, melhor, pensou.
Além disso, lembrou, que historia era aquela de bancar a fazendeira? Estaria com idéias de independência? Jamais demonstrara rebeldia antes, e sua nova aparência era espantosa. Afinal, se havia algo que sempre admirava na filha de Fred Brewster era a feminilidade. Janie de calças jeans enlameado era um horror.
Léo deixou Fred no pasto e dirigiu de volta para sua fazenda, a mente ocupada em descobrir o que matara o jovem touro.
Janie ouvia a governanta do lado de fora do banheiro.
-Vou me limpar logo, Hettie. È só um pouco de sujeira.
-É lama vermelha. Jamais saíra. Vai ficar com essa cor da cabeça aos pés, pelo resto da vida. As pessoas irão pensar que é uma índia.
Janie soltou uma gargalhada enquanto tirava o resto da roupa e entrava dentro do chuveiro.Hettie era uma grande estudiosa da história norte-americana e tinha um pavio curto. Porém era um anjo de bondade, e sempre velara por ela depois que sua mãe falecera, anos atrás.Por sorte tia Lygia não ficara ali para tomar conta da casa, pensou Janie, e os visitava apenas de vez enquanto.
A tia parecia uma velha debutante, sempre preocupada com as roupas. Janie conclui que lembrava muita a sua mãe, que tentara criá-la como uma flor de estufa em um ambiente de mulheres decididas e fortes, e que ficaria horrorizada se a visse naquele momento, enlameada e suja.
A jovem não fazia o gênero sofisticado, entretanto tia Lygia ajudara a custear os estudos e, esperava que a sobrinha demonstrasse algum agradecimento.
Janie terminou o banho, colocou roupas limpas e começou a limpar o chão de ladrilhos. Gostava de ajudar Hettie na arrumação da casa, embora, também achasse que a mãe ficaria escandalizada se a visse de cócoras, limpando o banheiro.
Sempre ajudara Hettie em tudo, menos na cozinha. Não possuía o mínimo dom para a culinária. Entretanto, nos últimos tempos, esse era seu grande projeto. Estava passando por uma fase de melhoramentos. Primeiro aprenderia tudo sobre a fazenda e, depois, tentaria ser uma boa cozinheira, para agradar Léo Hart.
Gostaria de ter sido a primeira a ter essa idéia, mas na verdade fora Marilee a mentora. A amiga lhe confidenciara que Léo confessara não se sentir atraído por Janie, por que ela não entendia nada sobre fazendas. Vestia-se bem demais, era muito elegante e sofisticada, dissera ele. E o pior era que não sabia cozinhar.
Portanto, se Janie desejava fisgar Léo, precisava empreender uma grande transformação em si mesma.
Parecia ser um bom plano, elaborado por Marilee que era sua amiga desde do primário, quando os Morgan tinham se mudado para a propriedade vizinha. Janie aceitava de bom grado as sugestões da outra, que considerava leal e sincera, só desejando o seu bem.
Decidira ficar em casa e não voltar para a faculdade.Mostraria a Léo Hart, que podia ser a mulher que lhe atraía. Iria se empenhar tanto, disse consigo mesma, que teria sucesso.
Ao descer a escada de madeira para o vestíbulo, Janie admitiu em pensamento que não era uma grande amazona, mas, sendo filha de fazendeiro, iria praticar e melhorar o desempenho.
Uma semana mais tarde, Janie estava fazendo biscoito na cozinhou, pelo menos tentando aprender, quando deixou cair com força o saco de farinha sobre o balcão, e ficou branca da cabeça aos pés.
Foi naquele momento que seu pai entrou, seguido de Léo.
-Janie? - exclamou Fred arregalado os olhos.
-Olá, papai. Como vai Léo? - saudou com um amplo sorriso no rosto enfarinhado.
-O que está fazendo? - questionou Fred.
-Guardando a farinha no pote- mentiu ela.
-Onde está Hettie?
-Arrumando a casa, acho.
-Tia Lygia está aqui.
- Foi jogar cartas com os Harrison
-Se não é carteado, é golfe, ou então tênis- resmungou Fred - Será que virá hoje tratar de negócios comigo?
Possuía em conjunto com Lygia algumas ações da falecida esposa, e precisava do seu consentimento para vendê-las. Isso, se conseguisse se encontrar com a irmã!
-Tia Lygia disse que só virá no sábado, pai.
Fred deixou escapar um suspiro irritado.
- Bem, venha comigo Léo! Mostrarei a você as ações que desejo vender e poderá me aconselhar. Então na minha escrivaninha. Lygia e seu maldito jogo de cartas. Fico de mãos amarradas, enquanto minha irmã se preocupa apenas em se divertir.
Léo lançou um olhar curioso sobre a figura de Janie que mais parecia um fantasma , mas foi embora, evitando falar. Minutos depois deixou a casa, sem voltar a vê-la.
Nas semanas seguintes Janie continuou coma campanha de aprimorarão, aprendendo a laçar novilhos com o velho John. Já conseguira passar o laço na cabeça de madeira de uma vaca, portanto concluíra que era hora de tentar fazer isso ao vivo.
Seguiu as instruções de John, e laçou a corda sobre o novilho, mas o animal foi mais esperto e começou a correr em volta do curral como uma flecha, tentando se livrar.
Léo estava passando por ali naquele momento, para a infelicidade de Janie, e viu John alcançar o bezerro e atirá-lo ao chão, enquanto a lama voltava a cobri-la da cabeça aos pés.
Apesar de não dizer nada, Léo começou a rir. Janie não conseguia falar, com a boca cheia de lama. Impotente, olhou para os dois homens , deu as costas,e dirigiu-se para a porta dos fundos , respingando um líquido escuro e sujo.
Um banho e roupas limpas melhoraram sua aparência e odor. Resignou-se a não mais encontra Léo, portanto não se importou em caprichar no vestido e na maquiagem. Entrou na cozinha usando jeans e uma camiseta larga, de rabo de cavalo e descalça.
-Vai pisar em algum caco de vidro e se ferir- alertou Hettie , virando-se para olhá-la, enquanto preparava a massa da torta.
Janie segurou a governanta pelas costas, enlaçando-lhe a cintura larga. Não conseguiria imaginar a vida sem a senhora de cabelos grisalhos e olhos azuis bondosos.
-Hettie querida o que faríamos sem você?
-Largue-me sua pestinha- resmungou a senhora, com um falso olhar severo- Sei o que anda tramando.
A jovem lançou-lhe um olhar malicioso, e começou a brincar com a ponta do avental de Hettie.
-Pare com isso, ou não ganhará torta no jantar- ralhou à senhora
Janie riu, e ajeitava o laço do avental, quando alguém entrou na cozinha.
- Pare de ensinar bobagens para a senhorita Janie! - gritou Janie , sem olhar para trás
-Quem?Eu?- exclamou Léo em um tom surpreso
-Oh! Léo! Desculpe, pensei que fosse o velho John - explicou a governanta, voltando-se para ele com um sorriso bem-humorado.
Janie sentiu o coração aos pulos.Léo não fora embora, afinal! E ela não se preparara bem para recebê-lo!
Lá estava o homem de seus sonhos, diante dela, descalça e de rabo-de-cabelo! Sem perceber, continuava fingindo dar o laço no avental de Hettie, e o ouviu dizer em tom brincalhão:
-Deixa a pobre senhora em paz.Janie voltou-se e o encarou.
- Olha quem fala! Sua empregada vive se queixando de que está sempre brincando com ela e atrapalhando o serviço!
Léo deu de ombros e perguntou
-O que está fazendo Hettie?
-Torta .E já vou avisar que não sei fazer biscoitos.
Todos conheciam a paixão de Léo por biscoitos amanteigados, e ele resmungou:
- Tirei aquele cozinheiro do restaurante em que trabalhava, só por que disse que sabia preparar biscoitos do jeito que gostei. Precisei mandá-lo embora no dia seguinte por que era um farsante.
-O homem ficou furioso- comento hettie, continuando com suas tarefas.
-Sujeito nervoso- murmurou-Mas tem certeza que não sabe fazer biscoitos? Já tentou?
-Não, e me recuso a tentar!
Léo suspirou
- Foi só uma sugestão ... Entretanto... torta também é boa. Faz tanto tempo que não como uma.
- Diga a Fred para convidá-lo para o jantar- sugeriu Hettie.
Léo virou-se para Janie
-Sua filha não pode representá-lo.
Janie não conseguira falar, presa da grande e moção, e seu mutismo deixou Léo inseguro. Ficou parado, fitando-a, e isso a perturbou ainda mais. Sabia que estava horrorosa. Segundo Marilee, Léo desejava uma mulher que soubesse laçar o gado, cozinhar, e ser bonita também. Mas naquele momento ela estava parecendo um espantalho.
Mordeu o lábio e sentia que ia chorar.
-Ora o que aconteceu, Janie?- perguntou Léo em um tom meigo que jamais usara com ela.
-Preciso deixar a massa crescer- resmungou Hettie, interpondo-se sem perceber o que acontecia a suas costas- Enquanto isso vou enxaguar algumas roupas.
A porta da cozinha se fechou discretamente, mas nem Léo e Janie perceberam.
Ele se aproximou da jovem e, de repente, as mãos grandes estavam no ombro delicados, fazendo-a sentir um estranho e delicioso calor.
Janie prendeu a respiração e fitou os olhos escuros de léo, sérios e sinceros.Pareciam vê-la pela primeira vez e... estava muito feia! Lembrou-se, com um estremecimento.
Vamos lá- disse ele num tom de adulação- Conte-me qual é o problema . Se puder ajudar...
Os lábios de Janie tremiam, e pensou que seria bom arrumar uma desculpa bem depressa, antes que fosse embora.
-Fiquei machucada - mentiu de modo deslavado- Quando o novilho me arrastou pelo curral.
- Verdade?
Léo mal ouvia. Seus olhos fixavam a boca delicada e bonita, que parecia uma rosa e deixava entrever dentes brancos e prefeitos. Imaginou se a jovem já fora beijada. Parecia nunca ter saído com rapazes, apesar de Marilee ter dito que Janie tinha dúzias de flertes e era muito namoradeira.
NO momento Janie sentia as pernas bambas. A qualquer instantes, pensou, iria cair. Léo sentiu-a estremecer sob o toque das suas mãos , e franziu o cenho.Se era tão descolada com rapazes, como Marilee dissera, por que parecia tão tímida ?Uma mulher experiente aproveitaria o momento e o enlaçaria pelo pescoço, atraindo-o para um beijo. Pensando nisso, de modo instintivo, puxo-a para si.
-Venha cá- murmurou com voz rouca.
Léo era o mais alto dos irmãos Hart, e o mais forte também.Sentiu os seios de Janie de encontro ao tórax musculoso, e fitou os olhos verdes e brilhantes. Ela colocara a mão sobre a sua camisa, mas com timidez, como se não soubesse o que fazer.
Léo suspirou de modo involuntário. Precisava lutar contra a onda de desejo que o possuía naquele momento.Janie era uma menina, filha de seu amigo e parceiro. Alguém intocável, pensou. Então porque ficava olhando para seus lábios, e suando ante a aproximação dos seios firmes de encontro ao seu corpo?
-Pare de apertar minha camisa- disse em voz baixa- Espalme as mãos em meu peito.
Ela obedeceu , como se fosse uma criança pequena aprendendo a andar. Ficou muito quieta, rezando para que ele não recuperasse o bem senso e se afastando correndo, e evitava até mesmo respirar para não distraí-lo. Léo parecia estar em transe , e esse era um sonho que se tornava realidade, pensou ela.
-Não sabe o que fazer?- murmurou ele, sorrindo.
DE modo lento, inclinou a cabeça e beijo-a nos lábios entreabertos, deslizando as mãos até a cintura fina, e enlaçando-a . Janie mal conseguia respirar ou se mover, e o beijo se intensificou, se tornado uma caricia sensual , enquanto Léo continuava a deslizar as mãos fortes até o quadril delicados, fazendo-a de repente , afastar-se com ímpeto.
-Muitos namorados hein?- comento ele com ironia , sem que Janie compreendesse o que quis dizer. Ergue as mãos e segurou-lhe o queixo com delicadeza- mas continue sendo assim.
Com um gesto suave, retirou o elástico dos cabelos cumpridos , que caíram, emoldurando o rosto bonito da jovem.
Para ela , tudo isso era um devaneio maravilhoso. Ali, em plana luz do dia, na cozinha onde tentava com tanto afinco aprender a cozinhar para agradá-lo.
Naquele instante Léo deixou escapar um gemido profundo, e apertou-a de encontro ao peito , como se não pudesse controlar. Tinha certeza que, apesar de inexperiente, Janie sabia que o deixara muito excitado, mais isso era um segredo entre os dois, e assim deveria permanecer. Era errado, disse a si mesmo. Precisa retomar o bom senso.
Afastou-se de modo relutante, mentalmente recitando a tabuada, a fim de recobrar o autocontrole.
Aquele impulso irracional o incomodava, em especial por ter saído com uma mulher intocável para ele. Não compreendia com perdera o controle daquele jeito. Janie era muito mais nova, mas parecia que seus instintos masculinos não pensavam assim, conclui,aborrecido consigo mesmo.
-isso não deveria ter acontecido - murmurou afinal com voz rouca - Você é muito criança , e eu velho o suficiente para não tomar atitudes estúpidas. Está me ouvindo ? desculpe.
Com o rosto corado , Janie replicou:
-Sinto muito também
Léo enfiou as mãos no bolso na calça, de modo agressivo, e resmungou:
-Raios! A culpa foi minha também.
-Sem problemas- replicou Janie com meiguice - Gosto de aprender uma lição nova sempre que é possível. E não tenho muitas oportunidades por aqui , onde só existem peões que mascam fumo e cospem no chão.
Aposto que você não sai com mulheres que cheiram mal.
Porém Léo fitava os cabelos que caiam sobre o rosto de Janie e seu sorriso encantador.
-Posso jantar aqui?- murmurou hipnotizado pelos olhos verdes que não o deixava, - Se dizer que sim , vou pensar em lhe dar algumas aulas . Mas apenas o básico , é claro - conclui com um sorriso zombeteiro
Capitulo II
Janie não podia acreditar no que ouvira, porém Léo continuava a sorrir, fazendo-a sorrir também.Sentia-se bonita , apesar de sem maquilagem, descalça e despenteada. De qualquer modo ele a beijara.Em um impulso respondeu:
-Pode jantar aqui.
-Você é muito gentil.Bem, isso é um elogio, consolou-se Janie .Pelo menos ele demonstrava aprecia-la .Mas um homem que realmente estivesse interessado não a chamaria de gentil, depois daquele beijo.
Hettie voltou a cozinha, parecendo não notar a tensão no ar, pegou uma vasilha plástica , enchendo-a de ervilhas e disse :
-Muito bem menina.Sente-se aqui e descasque.Vai ficar para o jantar Léo?
-Janie me convidou.
-Então pode sair da cozinha - continuou Hettie sem cerimônias- enquanto preparamos a comida.
-Vou ver como esta o meu touro.Fred o pôs no pasto.
Sem dizer mais nada Léo saiu. Mas o olhar que lançou para Janie a fez estremecer.
Entretanto suas ilusões foram frustradas. Léo jantou com a família, mas passou o tempo todo conversando com Fred sobre a fazenda, e a tratou com polida indiferença.
Após a refeição não se demorou muito.Elogiou as habilidades culinárias de Hettie, e sorriu para Janie.Mas não foi um sorriso de cumplicidade como o da cozinha.Parecia ter esquecido o que aconteceu ali.
Janie estava desapontada, porém sabia que seu relacionamento com Léo Hart, jamais voltaria aa ser o mesmo. Haviam se beijado de verdade, e desejava que isso acontecesse de novo.Entretanto a julgar pela atitude dele, teria que lutar muito para conquistá-lo, concluiu com tristeza.
Janie passo as semanas seguintes pensando no beijo e aprendendo a fazer biscoitos.Hettie resmungava sobre a quantidade de farinha que havia gastado.
- Vai levar seu pai a falência- bradou a boa senhora, quando a jovem retirou a quinta travessa do forno, exibindo biscoitos que pareciam mais bolas de borrachas amassadas- Esse foi o segundo pacote de farinha hoje!
- Não sei o que deu errado. Fiz tudo certo como dizia a receita , pus fermento , e
Hettie pegou o saco e leu as instruções.
-Essa farinha já vem com fermento meu bem.
-Sim . E daí.
- Não precisava ter acrescentado mais.
Janie caiu na gargalhada.
- Então é isso. Por favor de-me outro saco de farinha, Hettie. Vou fazer outra receita.
- Esse foi o último . Não temos mais na despensa.
- Tudo bem!Vou pegar o carro e comprar outro.Precisa de alguma coisa?
-Leite e ovos- replicou Hettie de modo automático.
- Temos quatro galinhas e temos que comprar ovos?
- Elas estão mudando as penas .
Janie sorriu
-E nessa época não põe ovos. Desculpe esqueci. Voltarei logo.
Assim dizendo retirou o avental com gesto apressado.
Tratou de pentear os cabelos e passar um pouco de batom nos lábios, colocou a jaqueta de couro por que o tempo estava frio e chuvoso, e entrou no carro esporte vermelho.Nunca se sabia quando poderia se esbarrar com Léo , que ia com frequencia ao supermercado para comprar seus biscoitos favoritos. O homem era louco por biscoitos.
E, como esperava , ao dirigir-se ao caixa do supermercado com ovos e leite e farinha, viu Léo com sua altura e porte, destacava-se entre todos. Usava seu longo paletó australiano e favorito para o tempo frio, e sorria de modo estranho. Só então Janie notou sua acompanhante . Léo se inclinava para uma linda morena que falava sem parar.
Janie franziu a testa . A cabeleira escura e sedosa lhe era familiar. Léo estava conversando com Marilee.Ao perceber isso, sentiu-se aliviada. Marilee era sua amiga e aliada.
Quase se aproximou para cumprimentá-los, mas detevese. E se os interrompesse em um momento importante. Em breve haveria o baile dos vaqueiros em Jacosville. Quem sabe Marilee estava dizendo a Léo que ela, Janie, desejava ser convidada;
Sorriu consigo mesma. Tinha sorte em possuir uma amiga como Marilee
- Foi tão gentil em me trazer até o supermercado- murmurou Marilee-Meu pulso dói muito por causa do tombo que levei.
- Tudo bem- resmungou ele com um sorriso.
- Logo teremos o Baile dos VAqueiros - continuou a morena com voz de veludo- Adoraria ir , mas ninguém me convidou ainda. E não vou conseguir dirigir até .É claro que Janie espalhou aos quatro ventos que você irá levá-la. Ela diz a todos que Léo Hart está sempre em sua casa, e que em breve a pedirá em casamento. A cidade inteira sabe disso.
Léo fez uma careta. Apenas beijara Janie, não lhe fizera proposta alguma! Odiava mexericos, em especial ao seu respeito . Bem, disse a si mesmo, Janie Brewster podia esquecer! Jamais a levaria ao baile!Detestava mulheres agressivas que espalhavam boatos!
- Pode ir comigo- disse em voz alta para Marilee, sem muito entusiasmo- Apesar do que Janie anda dizendo, não estou namorando ninguém e, sem duvida, não me comprometia levá-la ao baile.
Marilee ficou radiante.
- Obrigada Léo!
Ele deu de ombros. Pelo menos Marilee era bonita e não gostava de competir com homens.Deixara isso bem claro, algumas semanas atrás, quando lha dissera que odiava garotas que insistiam em laçar novilhos.
De repente se lembrou de Janie estava fazendo exatamente isso , tentando laçar reses e trabalhar duro na fazenda. Era estranha essa atitude, pois ela nunca demonstrara ter essas aptidões antes. Mas queria esquecer a jovem que andava espalhando boatos e se gabando de tê-lo conquistado.
Sorriu para Marilee.
-Obrigada por ter contado sobre as fofocas de Janie. A melhor coisa a fazer seria desmenti-la em público.
- Claro que sim! Mas não deve ser muito duro com Janie - replicou em um tom carinhoso- è muito jovem, e eu sou mais amadurecida. Se não fossemos vizinhos , é provável que nunca nos tornássemos amigas. Janie às vezes parece.. tão infantil, não é verdade?
Léo franziu a testa. Esquecera que Marilee era mais velha que Janie. Recordou o beijo trocado na cozinha dos Brewster e arrependeu-se de novo.A garota estava fazendo um cavalo de batalha por nada! Era mesma uma imatura, concluiu. De súbito, encarou a jovem ao seu lado.
- Disse que Janie tinha dúzias de namorados na cidade.
Marilee pigarreou.
- Bem... sim, é verdade. Mas todos são meninos, não homens . Sabe como é... flertes inconseqüentes.
Seria difícil convencê-lo de que Janie era infantil se andava com muitos homens, ponderou ela com esperteza.
Léo parecia estar satisfeito com coma resposta, embora Marilee não entendesse o porquê.
- Sim a muita diferença entre meninos e homens.- resmungou ele.
Marilee concordou, sentindo uma pontada de remorso por ser tão má com sua melhor amiga, mas Léo Hart era maravilhoso, pensou, e muito rico também. Estava tão atraída por ele quanto Janie, afinal, tratou de se convencer, valia tudo no amor e na guerra.
Além do mais, era improvável que Léo convidasse Janie para sair. Entretanto, só para garantir, acabara de plantar mais uma semente de discórdia.Sorriu satisfeita, enquanto caminhava até o carro.
Quem sabe, um dia Léo a pediria em casamento, conclui Marilee consigo mesma, muito satisfeita.
Janie gastou mais dois sacos de farinha na esperança de preparar os biscoitos que ficavam melhores a cada fornada. Por fim depois de várias tentativas, produzira uns quitutes que impressionaram até mesmo Hettie.
Quando não estava cozinhando , exercitava-se com equitação. Naquele momento, montava em seu cavalo preto, Blakie, conseguira domar um novilho em levá-lo até o curral. Já podia também laçar um bezerro com certa maestria, apesar de ficar sempre com os músculos doloridos e alguns arranhões.
Faltava apenas quatro dias para o Baile dos Vaqueiros, e já comprara para a ocasião um lindo vestido cor de pérola e alças bem finas.
A saia chegava aos tornozelos, e um profundo decote realçava sua pele de abalastro. Um corte lateral deixava ver com generosidade as pernas bem torneadas, e um par de sapatos de saltos muito altos acentuava o corte sensual do traje. Um casaco de veludo negro, para se proteger do frio, era o toque final. Agora só precisava que alguém a convidasse para o baile.
Depois daquele beijo na cozinha, esperava que léo telefonasse , apesar da frieza que demonstrara desde então. Ele não voltara a sua casa depois do último jantar, quando pedira para ser convidado.
Porém o que mais preocupava era o fato de Léo sempre conversar com seu pai em outros lugares. Janie concluirá que estava muito arrependido pelo beijo que lhe dera, e temia ser levado muito a sério. Sem dúvida que a estava evitando, e não podia ser mais claro, pensou, aborrecida.
Telefonou para Marilee, que pareceu pouco a vontade ao ouvir a voz da amiga.
- Vi você e Léo no supermercado na semana passada - disse Janie -Não quis me aproximar, por que tinha certeza que estava tentando convencê-lo a me levar no baile.
Houve um silêncio demorado, e, em seguida , Marilee respondeu:
-Bem na verdade, foi isso mesmo. Lamento
-Não se desculpe - replicou Janie com meiguice- Não é culpa sua. Somos as melhores amigas do mundo, e tenho certeza que tentou ajudar.
- Janie ....
-Comprei um vestido maravilhoso para a ocasião mas, o que se há de fazer?- com um suspiro perguntou- Marilee você vai?
Fez-se uma pausa tensa.
- Sim.
- Ótimo quem a convidou ? alguém que eu conheço?
-Não- sussurrou a outra.
- Então divirta-se.
- Janie você... não irá , certo?
Sem duvida Marilee estava agindo de um modo muito esquisito, pensou, mas tratou de rir e respondeu:
- Claro que não!Estou sem par, e meu pai vai viajar. Mas haverá outros bailes! Talvez Léo me convide em outra oportunidade- quando superar o medo que sente por mim, disse para si mesma - SE o vir , pode mencionar que já sei laçar um novilho- acrescentou em voz alta- Ah!E sei fazer biscoitos que não furam o chão.
Ria mas Marilee não a acompanhou , dizendo com pressa:
-Preciso ir ao cabeleireiro., Janie. Lamento pelo baile.
- NÃO foi culpa sua. Divirta-se por nós duas.
- Certo até logo.
A ligação foi interrompida e Janie franziu a testa. Sem dúvida havia algo estranho em Marilee Desejou ter sido mais persistente e perguntado qual o problema .Por fim resolveu que iria na casa da amiga depois do baile para que lhe contasse as últimas novidades , e então descobriria o que a estava afligindo.
Tratou de esquecer o assunto e correu para cumprimentar o pai que voltara do pasto com dois homens.
Fred saltou do cavalo e sorriu para a filha.
-Era quem estava procurando! Janie, acabei de arrebentar o último par de luvas no arame farpado. Pode ir comprar outro para mim?? Tamanho extragrande e palma de pelica.
- Com prazer- replicou sem perder tempo. Léo costumava ir comprar ferramentas, e talvez se encontrassem por acaso.- Volto logo!
-Não corra demais.- recomendou o pai.
Com um sorriso Janie entro no carro. Ligou o motor e, tarde demais , lembrou-se de que não trouxera nem a bolsa nem as chaves de casa. Tratou de ir busca-las e, dez minutos depois estacionava diante da loja de ferramentas de Jacobsville.
Com o coração acelerado , reparou que uma das caminhonetes da Fazenda Hart estava parada ao lado. Léo! Por certo era ele.
Verificou a maquiagem no espelho retrovisor , e alisou os cabelos.sabia que Léo tinha um fraco por garotas de cabelos compridos como os seus. Usava uma saia bege longa, botas de montaria e uma blusa amarela, e tinha certeza que estava bonita.Restaria saber se Léo pensaria o mesmo.
Entro na loja prendendo a respiração e esperando vê-lo sorrir para ela.Léo era o mais bonito dos irmãos Hart e, sem querer , recordou sua voz quente e sensual, murmurando, palavras gentis ao seu ouvido , na cozinha da casa.
Não havia ninguém junto ao balcão, porém isso era comum. Por certo os vendedores estavam em outra parte da loja , atendendo os fregueses.
Janie dirigiu-se ao certo de luvas e, de repente, ouviu a voz profunda de Léo do outro lado das prateleiras.
- Não se esqueça do arame- dizia o vendedor.
-- Claro que não - replicou a voz amável de Joe Howland. - Vai ao baile dos Vaqueiros?- perguntou antes que Janie tivesse tempo de chamar a atenção de Léo.
- Acho que sim - respondeu ele ignorando a presença dela do outro lado - Não pretendia mais uma amiga estava sem companhia e prometi leva-la .
O coração de Janie pareceu parar de bater. Então Léo já tinha uma acompanhante ! quem seria?
Deu a volta no corredor e deparou-se com joe e Léo, que estava de costas , porém o gentil vendedor, de frente para ela sorriu .
- Essa amiga por acaso seria Janie?- questionou em voz alta querendo agrada-la .
Mas a pergunta pareceu irritar Léo , que redargüiu com raiva:
- Ouça aqui! Só por que Janie pegou o buquê no casamento de Micah Steele não é preciso ligar seu nome ao meu! È uma moça de boa família, bonita, e pode ser que um dia aprenda a cozinhar. Afinal milagres acontecem, mas não importa o que faça, jamais irá me atrair como mulher- respirou fundo- E o fato de espalhar boatos pela cidade , só prejudica a sua imagem a meus olhos.
Janie sentiu um choque , como se um raio tivesse atingindo seu corpo, e ficou paralisada. De que Léo estava falando ? Pensou confusa.
Horrorizado , percebendo que cometera uma gafe Joe abriu a boca para alertar Léo sobre a presença da jovem , mas o outro, sempre de costas o impediu-o , erguendo a mão em um gesto autoritário.
- Além do mais, nesses últimos tempos Janie esta com uma aparência terrível! Tudo que tinha era a beleza, e agora deu para andar coberta de lama ou farinha. Fica horas tentando provar que é tão boa como os peões do pai- Balançou a cabeça com raiva - E insiste em espalhar boatos de que em breve irei pedi-la em casamento!Bem adotou a tática errada! Não me interesso por moças fofoqueiras que querem parecer como homens. Recusaria Janie como esposa, mesmo se viesse com um dote de mil reses! Ela me aborrece.
Percebendo que naquele instante que o rosto de Joe parecia mascara de cera de tão pálido, Léo virou-se de modo lento e viu-se frente a frente com Janie, que o fitava como se tivesse um punhal cravado no peito.
-Janie.....
Ela respirou fundo e o saudou com voz tremula :
- Bom dia Joe- Não tinha mais animo para procurar por luvas e disse a primeira coisa que veio na cabeça- queria saber se vai enviar a encomenda que papai fez na semana passada.
- Ainda não recebi os produtos Janie - respondeu o vendedor com voz rouca e envergonhado.
- Não tem importância . obrigada Joe- sem fitar Léo prosseguiu - Como vai senhor Hart ?- sorriu com dignidade - Parece que vai chover de novo, e isso é bom para as plantas- Até logo- saiu da loja com a cabeça erguida, deixando Léo de estomago embrulhado.
- Por que não disse alguma coisa??? - Resmungou ele , voltando-se para o pobre Joe.
- Você não me deu chance...
- Há quanto tempo ele estava ali?
- O tempo todo - murmurou Joe com ar infeliz - Ouviu tudo.
Do lado de fora da loja , o som do motor de um carro soou , enquanto Jannie partia em alta velocidade. Léo estava apreensivo . Sabia que a deixara perturbada , e guiava um veículo muito potente. Com gesto rápido, pegou o celular e ligou para a delegacia.
- Grier?- Esperou um instante, e depois continuou - Ouça Janie Brewster está dirigindo um carro esporte em alta velocidade. Está aborrecida , e a culpa é minha. Tem algum policial na estrada Victoria que possa dete-la ? Sim . Obrigada.
Desligou, praguejando.
- Vai ficar furiosa se souber que mandei a policia vigia-la , mas não quero que se machuque.
- Pareceu-me muito calma quando saiu daqui- replicou Joe- E ela não precisa espalhar boato algum , pois a cidade inteira sabe que gosta de você, de maneira simples e inocente.
Com o coração pesado, Léo deu de ombros e murmurou:
- Por favor avise-me quando minha encomenda chegar.
Saiu ad loja e entrou na picape, a mente em Janie. O que dissera a ela fora muito cruel. Expressara sua raiva como se tudo fosse culpa da pobre garota.
Realmente os comentários de Marilee sobre amiga o haviam deixado muito irritado, entretanto Janie nunca fizera nada para aborrece-lo, pensou. Seu único crime fora levar muito a sério um simples beijo.
Riu consigo mesmo . Bem, a garota tinha direito de construir castelos no ar. Afinal, era ingênua e recebera uma rígida educação.
Então perguntou-se Léo, por que de repente mudara de atitude de modo tão radical e começara a contar mentiras pela cidade? De súbito lembrou-se de tê-la visto um dia ralhando com uma mulher, por que falara mal de outra. Janie dissera, na ocasião , que espalhar boatos era o mesmo que envenenar o ar.
Limpou o suor da testa. Odiava-se por ter dito o que dissera na loja. Não queria que Janie se iludisse, porém haviam métodos mais gentis de fazê-la entender seus sentimentos. Jamais esqueceria o olhar do belo rosto, quando se voltara e a vira. Isso o assombraria para o resto da vida, admitiu com tristeza.
Janie quebrara recordes de velocidade na estrada de Victoria. Já ultrapassara a saída para a fazenda de seu pai em Jacobville, mas sentia-se confusa e triste demais para raciocinar direito.
Como Léo poderá pensar coisas tão horríveis ao seu respeito? Jamais falara de seus sentimentos com ninguém, a não ser Marilee, mas recusava-se a julgar sua melhor amiga.Por certo fora algum inimigo que espalhara aquela mentiras. Entretanto, ponderou enquanto dirigia, não tinha inimigos.
As lágrimas embaçavam-lhe os olhos, e sabia que dirigia depressa demais. De modo vago, pensou que precisava desacelerar antes de bater em uma cerca. Então ouviu o som de uma sirene e viu luzes azuis pelo retrovisor.
- Ótimo - resmungou - Era só o que faltava! Vou ser pressa por excesso de velocidade.
Parou o carro no acostamento e baixou o vidro da janela, tentando enxugar as lágrimas, enquanto o policial se aproximava.
Porém ficou surpresa ao constatar que não era ninguém conhecido. Esse policial tinha olhos e cabelos negros amarrados em um rabo de cavalo e usava uma insígnia de ajudante.
- Senhorita Brewster?
- Sim?
-Sou Cash Grier , novo assistente do delegado - policial apresentou-se
- Prazer em conhecê-lo . Lamento que seja em circunstância tão ruim - Estendeu os pulsos em um gesto engraçado - Quer colocar algemas?
O rapaz apertou os lábios, mas não parecia achar graça na brincadeira.
- Estava dirigindo em alta velocidade, mas como é a primeira vez, só recebera uma advertência. Porém tome cuidado , não se esqueça.
- Obrigado por ser tão compreensivo e gentil.
Cash deu de ombros.
- Todos cometemos erros de vez em quando. E não sou gentil nem bonzinho- Ergueu um dedo junto ao nariz de Janie - Não corra mais.
- Juro- exclamou ela.
Cash fez um aceno e voltou, com andar elegante, para seu próprio carro. Por um instante Janie ficou quieta , e depois ligou o motor tentando arrumar uma boa desculpa por não ter comprado as luvas.
Mas, ao chegar em casa, Fred não deu muita atenção ao que dizia e , com bom humor , informou que compraria as luvas no dia seguinte.
Aquela noite Janie adormeceu chorando
Na manhã seguinte Harley Fowler, capataz de Cy Parks , surgiu quando Janie saia para montar a cavalo.
Cy tinha negócios com Fred, e Harley costumava vir a Fazenda com freqüência. Ele e Janie eram bons amigos. Provocavam um ao outro e brincava como crianças.
- Estava procurando por você - foi logo dizendo Harley, com um sorriso - O Baile dos Vaqueiros é no sábado e não tenho par. Sei que é muito tarde, mas que tal ir comigo? A não ser que já tenha companhia , claro .
Janie sorriu.
- Não tenho, e papai viajara a negócios. Não irá comigo esse ano ao baile.Mas comprei um lindo vestido e estou louca para usá-lo. Adoraria ir com você , Harley.
- Verdade?
O rosto de Harley pareceu iluminar. Como todos sabia Janie gostava de Léo Hart, e não queria vê-la triste.
- Sim - replicou Janie- A que horas virá me buscar?
- As seis e meia. O baile começara as sete, mas gosto de chegar na hora.
- Perfeito, Harley. Obrigada.
- Até sábado
Janie o viu partir. Não desejava mais nada, a não ser ir no baile e mostrar a Léo como estivera errado ao seu respeito. Harley era jovem, bonito, simpático e educado. Iriam se divertir muito.
Sorriu de modo maquiavélico. Léo Hart jamais esqueceria aquela festa, prometeu a si mesma.
Capítulo III
O Baile Anual dos vaqueiros de JAcobsville era um grande evento social, e acontecia no primeiro sábado após o Dia de Ação de Graças.Todo caubói da região fazia questão de comparecer, mesmo que não tivesse costume de comparecer, mesmo que não tivesse costume de ir a outros acontecimentos sociais.Os irmãos Ballenger chegaram com suas esposas, prósperos e orgulhosos em suas roupas de gala. Os Tremayne entraram no salão a seguir, assim como os Hart.
Lá estavam também muitos outros, de modo que JAcobsville parecia se concentrar ali. OS convidados era tantos que os organizadores da festa tinham sido obrigados a alugar o centro Comunitário.
Um conjunto tocava música country, mesas enormes ostentavam um bufê que daria para matar a fome de toda a cidade ,e havia bebida suficiente para afogar um rebanho.
Léo estava com um copo de uísque na mão, e, como não costumava beber, seus irmãos o fitavam curioso.Mas ele nada percebia, e sentia-se tão mal que nem a ressaca do dia seguinte ameaçava ser pior.
Ao seu lado Marilee olhava ao redor de modo ansioso
- Procurando alguém?- perguntou Léo distraído
-Sim. Janie me garantiu que não viria, mas não foi isso que sua cunhada Tess, acabou de me contar.
- E o que Tess disse?
- Que Harley vai trazê-la - replicou Marilee com voz preocupada.
- Harley?
O rapaz não parecia estar envolvido com nenhuma moça da cidade, pensou Léo. Mas não passava de um capataz, concluiu com certo menosprezo. O pai de Janie podia estar passando por dificuldades financeiras no momento, porém os Brewster eram fundadores da cidade de JAcobsville e tinham muito prestígio.
Sem dúvida Fred e sua irmã Lydia deviam querer o melhor para Janie. È claro que o fato de ela vir acompanhada ao baile por Harley não significava que estavam namorando, mas ...
Marilee interrompeu-lhe os pensamentos
-Harley é simpático. È o principal capataz de Cy, e todos comentam que em breve terá suas próprias terras.
Marilee deixou de contar que já a convidara para sair diversas vezes , e que recusara, por considera-lo inferior.
Entretanto acabara se arrependendo um pouco, por que Harley era muito seguro e atraente. Por certo Léo era um ótimo partido, pensou, mas sentia-se tão culpada ao seu lado, por causa de Janie, que não conseguia se divertir.
Caso Janie aparecesse e a visse ao lado de Léo , seria um desastre, concluiu apavorada.
-Qual o problema- quis saber Léo ao ver sua expressão preocupada.
-Janie jamais irá me perdoará caso me veja com você aqui- replicou a jovem com franqueza_ Não parei para pensar como seria se...
- Não sou propriedade de ninguém - exclamou Léo com raiva - E é bom que Janie saiba disso. Portanto, caso nos vejo juntos, tanto faz!
Marilee suspirou.
-Isso me preocupa.
Mal acabou de falar, Janie entrou pela porta principal com seu ACOMPANHANTE , ALTO E SIMPÁTICO, DE terno escuro, camisa branca e gravata azul. A recém- chegada retirou seu casaco de veludo negro, e surgiu com um lindo e sensual vestido novo que lhe moldava cada curva do corpo perfeito.Al alças finas deixavam os ombros a mostra, e todos os homens no baile pareciam hipnotizados. Os longos e pesados cabelos castanhos estavam soltos, e quase alcançavam a cintura, como um manto brilhante que se movia a cada gesto.
Usava uma leve maquiagem e apoiva-se no braço de Harley com satisfação, enquanto ia cumprimentando as pessoas.
Léo havia se esquecido de quanto Janie podia ser bonita quando se empenhava nisso. Nos últimos tempos só a via coberta de lama ou farinha de trigo, lembrou. Mas nesse noite atraia todos os olhares. Recordou a sensação de tê-la entre os braços , sua inocente sensualidade, de repente, sentiu-se incomodado por vê-la sorrindo, ao lado de outro homem.
MArilee estava péssima. Continuava parada ao lado dele, e parecia odiar a si mesma. Léo tomou mais um gole de uísque e conduziu-a até o par de recém-chegados.ar -Não faz sentido se esconder- murmurou-lhe ao ouvido, em tom de provocação.
Marilee suspirou com resignação.
- è verdade
Caminhavam lado a lado, e Janie logo os vi. Por um instante a dor brilhou em seus olhos. Se não bastasse o discurso cruel que ouvira de Léo na loja, no momento precisava enfrentá-lo como acompanhante de sua melhor amiga. Marilee mencionou o tempo todo pretendera vir ao baile com ele... Não era de admirar que estivesse tão estranha nos últimos dias, concluiu com amargura.
E de repente, tudo fez sentido. Fora Marilee quem enchera a cabeça de Léo com mentiras para poder conquistá-lo. Assim pensando Janie sentiu-se uma completa idiota, mas ergueu o queixo , sem sorrir. Seus olhos pareciam duas esmeraldas em fogo quando encarou a outra, que a saudou contrafeita.
- Olá Janie! Pensei que não viesse ao baile.
-E não pretendia vir. Mas Harley me convidou- Janie fitou o jovem alto ao seu lado e sorriu-lhe com afeição- Não danço há anos.
-Mas vai dançar hoje meu bem - redargüiu Harley, apertando-lhe a mão e fitando Marilee, que desviou o olhar, engolindo em seco.
- Não sabia que dançava, Harley- a moça comentou envergonhada. Ele ignorou e dirigiu-se a Léo, semicerrando os olhos.
- Que surpresa para vocês, não é?
-Sim- retrucou Léo sem sorrir - Ainda não vi seu patrão no baile.
-Seu filho pequeno está resfriado - fitou Janie de modo deliberado - Cy é um homem de família, e o casamento lhe fez muito bem.
-Para alguns é assim- retrucou Léo com secura.
Sem se importar, Harley sugeriu a Janie:
- Vamos dançar. Estou ansioso para treinar uns passos novos que aprendi.
-Com licença- murmurou ela, cheia de cerimônias com aquela que fora sua melhor amiga.
Sentiu o coração apertado e frio ante a traição de Marilee, que fingira "ajudá-la"com Léo.
A outra tentou detê-la
- Janie, por favor... Deixe-me explicar.
Mas ela não estava disposta a ouvir desculpas falsas e nem presenciar lágrimas de crocodilo.
- Foi um prazer revê-la Marilee. O mesmo digo a seu respeito senhor Hart.
Com satisfação, notou que Léo enrijecera o corpo, aborrecido.
- Por que o chamou de senhor - perguntou Léo, quando se afastavam. - É muito mais velho que nós - respondeu em voz bem alta para que Léo ouvisse - Quase de outra geração.
-Tem razão.
Quando os dois se distanciaram, Léo tomou mais um gole do seu drinque, com evidente irritação, quando os observava.
- Ela nunca mais ira falar comigo- gemeu Marilee.
- Não sou sua propriedade - repetiu Léo com frieza - Nunca fui.E não é sua culpa se Janie andou espalhando boatos e se gabando por aí.
Marilee estava a ponto de chorar, ms Léo não notou, pois tinha os olhos cravados em Janie e Harley, que dançavam.
_ Não quero nada com a pequena Brewster- sussurrou entre os dentes cerrados- Que me importa se gosta de outro?
A música mudou para um ritmo alegre e latino. Matt Caldwell e sua esposa Leslie passaram a dominar a pista de dança, com todos ao redor batendo palmas.Léo pensava botões que ninguém superaria aquela apresentação, quando Harley aproximou-se do conjunto e pediu outra música. Logo os sons da valsa encheram o ar, e foi a vez dele e Janie dominarem a tenção. Até Matt e Leslie ficaram observando, admirados.
Léo permaneceu olhando, como se nunca houvesse visto Janie antes. Sem querer, aproximou-se da pista. Jamais vira um casal dançar valsa com tanta graça.
Janie seguia cada passo e volteio de Harley, como se sempre houvesse dançado com ele, e seus olhos e lábios sorriam sem parar. Os dois pareciam felizes e... jovens, pensou.
Terminou o seu drinque, desejando ter posto mais uísque que água, os olhos escuros cheios de raiva.
- Formam um lindo par - murmurou Marilee ao seu lado. - Você dança?
Léo sabia dançar, mas não pretendia entrar na pista de dança e fazer papel de tolo, pois já dançara com Marilee em Houston, e sabia que ela não tinha o menor ritmo.
- Não muito- respondeu em tom forçado.
Marilee deu de ombros.
_ Melhor assim. Seria muito difícil superar aqueles dois.
A música parou de repente, e Janie ficou estática, os cabelos ainda se movimentando com suavidade, e os lábios muito próximos do de Harley. Léo sentiu ímpetos de correr até os dois e dar um soco no rapaz!
Piscou diversas vezes, surpresa com aquela reação inesperada. Janie nada significava em sua vida, repetiu para si mesmo. Por que se importar com o que fazia? Afinal ficara se gabando para a cidade que viria ao baile com ele? Não dera a entender , de modo mentiroso, que os dois estavam comprometidos?
Naquele instante Janie e Harley deixaram a pista sob os aplausos entusiasmados. Até mesmo MAtt e Leslie os cumprimentaram.Sem dúvida Harley tomara lições de dança , mas Janie se movia de uma maneira bem natural, como se a música brotasse de sua alma.
Foi a vez de Cash Grier, o novo assistente de policia, acompanhado por Christabel Gaines , ocupar o centro das atenções, rodopiando com talento na pista.
Depois Judd Dunn dançou com uma ruiva espetacular, modelo famosa, que estava fazendo um filme em sua fazenda.
-Harley, Cash e Judd são espetaculares - exclamou Marilee - E todos tão bonitos.
Léo deu-lhe as costas e deixou-a falando sozinha enquanto se encaminhava para\ o bar. A música do momento era lenda, Harley dançava com Janie, apertando-a nos braços.
Léo recordou-se do que dissera na loja de ferragens, sem saber que Janie o ouvia. Lembrou-se do olhar magoado da jovem , tratou de encher outro copo com uísque , desta vez puro.
Não precisava se sentir culpado, consolou-se. Era Janie quem agira mal, espalhando boatos.
-Olá Léo.
Tess sua cunhada, interrompeu o fio de seus pensamentos. Notando que ela escolhera refrigerante, comentou:
- nada de álcool , Tess?
- NA verdade não gosto, mas não conto para ninguém. Afinal é bom manter a imagem de uma mulher moderna
Léo sorriu.
- Você é muito inteligente. Uma outra não teria dominado meu irmão mais velho.
Tess suspirou feliz .
- Sou uma pessoa de sorte.
- E meu irmão também.
-Está acompanhando Marilee, Léo?
- Sim. Ela medisse que torceu o pulso e não conseguiria dirigir, então a convidei para vir comigo.
Nossa! Pensou Tess. Os homens eram muito obtusos. Como se uma mulher não conseguisse dirigir com uma mão só. Relanceou um olhar para MArilee, que observava Janie dançando com Harley.
- Pensei que ela fosse uma grande amiga de Janie. Que decepção.
- Do que está falando Tess?
-Soube que caluniou Janie, afirmando que ela espalhou boatos a seu respeito por toda cidade - Tess balançou a cabeça com obstinação- è mentira ! Janie é tão tímida que só conversa com quem conhece muito bem. Jamais a ouvi fazer fofocas, nem das pessoas que não aprecia. Não consigo entender o motivo de Marilee a ter difamado.
- Janie contou para todo mundo que eu a traria ao baile por que estávamos quase noivos - retrucou Léo com desprezo.
-Foi Marilee que espalhou esse boato - insistiu Tess - Ainda não percebeu, Léo? Ela quer conquistá-lo. Precisava tirar Janie da jogada antes que se aproximasse demais. Creio que descobriu um modo perfeito para fazer isso.
Léo abriu a boca, mas não conseguiu falar. Não podia ser verdade, pensou.
Tess percebeu a dúvida em sua expressão.
- Não acredita em mim? Mas cedo ou mais tarde descobrirá a verdade , que queira que não. Preciso encontrar Cag. Vejo-o mais tarde!
Léo a observou se afastar, sentindo-se confuso. Não queria acreditar no que Tess dissera. Não podia acreditar que fizera papel de tolo. Vira com seus próprios Janie ser uma vaqueira para chamar sua atenção! Sabia que ela o desejava, por que estava sempre insistindo para que fosse visitar seu pai, e que se desmaiara quando ele a beijara.Enfim, achava que era dona de Léo Hart, por que ele não conseguira se impor e perdera o controle uma única vez.Mas era o bastante para que Janie erguesse castelos no ar. Talvez, pensou Léo, desejasse-a fisicamente, mas sem dúvida Janie era virgem, e não gostava de seduzir meninas inocentes. E, é claro, não seria bom para os negócios com Fred envolver-se com a filha dele.
Terminou o uísque e sentiu-se bem humorado. Mas tudo isso era ridículo ! Precisava parar de agir como um idiota e se sentir magoado por que a filha de Fred Brewster chamara de velho.
Tratou de andar com segurança, mas tropeçou com seu irmão Cag, que o segurou pelo ombro.
- Você esta caindo Léo!
- O uísque que estão servindo é muito ruim - defendeu-se.
- Não. È você que não esta acostumado com a bebida. Deixe seu carro aqui.- recomendou o irmão - e o levaremos com Marilee para casa. Não pode dirigir nessas condições.
Léo suspirou.
- Tem razão. Fui um tolo.
- Por quê ? Por beber demais ou por deixar Marilee apunhalar Janie pelas costas?
Os olhos de Léo se estreitaram, enquanto fitava o irmão.
- Tess lhe contou tudo?
Cag deu de ombros.
- Somos casados.
- Se me casar, minha esposa não irá sair por aí tudo o que sabe.
- Então é bom não se casar.
Léo ergueu os ombros e comentou com teimosia.
- MArilee está linda hoje.
-Para mim não - replicou Cag, fitando a jovem do outro lado do salão, sozinha e parecendo pouco a vontade- Deve se sentir muito mal depois de ter espalhado calúnias sobre Janie.
- Foi Janie quem agiu mal, não Marilee- insistiu Léo com agressividade- Não tinha o direito de dizer que estávamos comprometidos só por que a beijei uma vez!
Cag ergueu as sobrancelhas.
-E você a beijou?
-Um beijinho a toa - resmungou Léo - Janie é uma criança!
- Mas não permanecera assim por muito tempo, junto com Harley - zombou Cag - Ele está longe de ser um playboy, porém as mulheres o adoram. Creio que poderá dar algumas lições devida a Janie.
Os olhos escuros de Léo se estreitaram de maneira perigosa. A simples idéia de Harley beijá-la o deixava furioso. Precisava tomar providencias, pensou, o cérebro embotado pelo uísque. Piscou diversas vezes, tentando lutar contra o álcool.
- Não vá tropeçar e quebrar alguma coisa - advertiu Cag, observando-o - E por favor não tente dançar! Amanhã será o comentário da cidade!
- Posso dançar se quiser - informou Léo.
CAg inclinou-se ao ouvido do irmão.
- Confie em mim. Não tente.
Deu as costas e voltou ao lado de Tess, conduzindo-a para a pista.
Léo foi reunir-se á MArilee , que fez uma careta.
- Tornei-me a Peste Negra - comunicou com um suspiro de desânimo- Joe Howland, da loja de ferragens, está aqui com a esposa e anda dizendo para todo o mundo que sou responsável pelo que você falou sobre Janie.
Léo a fitou com ar surpreso.
-O que você tem realmente a ver com isso?
MArilee baixou os olhos.
-Bem... andei dizendo a ela que você a apreciaria mais se soubesse montar, laçar e fazer os seus biscoitos preferidos.E que deixasse de se vestir com muita elegância.
Léo enrijeceu e sentiu um nó na boca do estômago.
- Disse essas coisas para Janie?
Marilee cruzou os braços sobre o peito e fitou a amiga que dançava com Harley, esquecida do mundo ao redor.
- Sim. E há mais.Ela não espalhou pela cidade que você a levaria ao baile.
- Marilee, pelo amor de Deus! Por que mentiu?
- Janie é uma criança, Léo. Mimada, protegida, ingênua, que sempre teve tudo o que quis - mexeu-se com gesto desconfortável - Gosto de você, sou mais velha, amadurecida e pensei que , se fizesse um esforço, você poderia se interessar por mim.
Então Léo compreendeu o olhar magoado de Janie na loja de ferragens. Tess tinha razão. Marilee era uma mentirosa e fofoqueira, e apunhalara a melhor amiga pelas costas. Mas o pior de tudo é que caíra na esparrela e a ajudara nesse plano, sem querer. Sentia-se muito mal.
-Não precisa me dizer que sou um miserável - prosseguiu Marilee, sem o fitar- Devia estar louca para imaginar que Janie não acabaria descobrindo minhas mentiras - encarou Léo com relutância - Ela nunca falou a respeito, e só desejava que você a trouxesse a esta festa. Entretanto não comentou com ninguém, a não ser comigo. Pensou que eu a estava ajudando -riu com amargura - Era minha melhor amiga, e eua traí. Jamais falará comigo de novo, e bem mereço. Mas pode acreditar, estou muito arrependida.
Léo digeria todas as informações com dificuldade. Só sabia que desse dia em diante, não seria mas bem recebido na casa dos Brewster, caso Fred descobrisse o que dissera sobre sua filha. A amizade entre os dois homens estaria arruinada.
Sem falar no ódio que Janie nutria a seu respeito, lembrou, a julgar pelos olhares frios que lançava em vez em quanto, desde o outro lado do salão.
Marilee tentou se defender, e disse com voz débil:
- Você me contou que não queria que Janie o perseguisse.
- Bem, agora não corro mais esse perigo, certo?
-É verdade.
- Como pôde agir assim com sua amiga Marilee?
- Não sei. Devo ter sido insanidade temporária - ela se afastou da parede- Poderia me levar para casa? Quero sair daqui.
- Não posso dirigir. Cag vai nos levar.
- Por que não pode?
- Creio que a maneira polida de responder é que bebi demais - replicou Léo, fitando-a com olhar embaçado.
Marilee sorriu. Sabia muito bem por que ele se embriagara, e murmurou, sem graça:
- Lamento
- Bem, nós dois lamentamos, mas isso não resolve nada.
Léo voltou a olhar para Janie, sentindo remorso crescer em seu peito. Tudo fazia sentido.Enganada, fora compelida a se sujar na lama, cair de cavalos, se machucar laçando novilhos, em um bravo esforço para se transformar na pessoa de Léo Hart apreciaria.
Esses pensamentos o deixavam louco.
- Janie poderia ter-se machucado seriamente - murmurou com raiva- Não montava desde criança e nunca lidou com gado - encarou Marilee com desprezo- Não pensou nisso?
- Na verdade não raciocinei direito- respondeu ela- Sempre trabalhei em fazendas, e nem me passou pela cabeça que Janie poderia se ferir. Porém agora percebo que era uma possibilidade, e fico apavorada só de pensar. Graças a deus nada aconteceu!
- É o que você pensa - replicou Léo, lembrando-se da cena na loja de ferramentas.
De repente Marilee começou a chorar e correu para o toalete.
Ao mesmo tempo Harley deixou Janie junto ao bufê, e se afastou. Isso fez tomar uma resolução. Encaminhou-se até ela, tomou- a pela mão e arrastou consigo.
- O que está fazendo Léo Hart ? Largue-me!
Mas ele a ignorou. Conduziu-a até o pátio florido, fechou a porta de vidro e empurrou-a para detrás de umas plantas.
-Quero falar com você- começou, tentando clarear as idéias confusas por causa do álcool.
Janie tentou se afastar.
- Eu não quero conversar com você! Volte ao salão e fique ao lado de sua acompanhante! Afinal, trouxe Marilee ao baile!
- Preciso explicar...
Janie continuou a lutar e acabou caindo sobre o peito forte e musculoso. Era inútil fingir para si mesma, pensou. Sentia-se bem assim, protegida e acarinhada por Léo, mas conseguiu sussurrar:
- Harley vai procurar por mim.
-Pouco me importo!
Léo inclinou a cabeça e beijou-a nos lábios com fúria. Sentia-se inebriado pelo perfume suave de Janie, e o desejo físico tomou conta de seu corpo.
Com gesto violento, puxou-a para si, enquanto ela ainda lutava para se afastar.
Não podia permitir tal coisa, pensou Janie. Léo estava querendo demonstrar que a dominava.Era só vaidade, por que nem mesmo gostava dela.Afinal, trouxera sua grande amiga para a maior festa da cidade!
- Deixe-me ir!- soluçou, empurrando-o - Odeio você, Léo Hart!
Ele mal conseguia respirar, muito menos pensar com clareza, mas não desejava desistir.
- Não me odeia, Janie. Ao contrario. Sem pré treme quando me aproximo de você. Até um cego pode ver isso. - voltou a pressionar o corpo contra o dela. - E sua paixão me excita.
-Disse que me desprezava.
- Não era verdade. Está me deixando louco e não consigo resistir- replicou com cinismo.- Está sentindo?Fico quente quando a abraço que nem posso pensar!
Com gesto rápido, Janie pisou-lhe no pé. Aturdido pela súbita dor, Léo a soltou.
-Isso ajuda?
Assim dizendo, ela se afastou com raiva, tremendo, enquanto o deixava praguejando.
- Isso que ganha por falar bobagem para uma moça!- sibilou com ressentimento. - Não me quer!Marilee a mulher de sua vida! Por isso está sempre com ela.Lembra-se de mim? Sou a fofoqueira que o persegue. Só que nunca mais irei procurá-lo. Pode apostar. Não quero ver nem pintado!
Léo ficou parado, oscilando, e sorriu com sarcasmo.
- Quer , sim. Mesmo a pouco, iria se entregar aqui no jardim.E teria feito tudo o que eu quisesse.
Léo tinha razão, concluiu Janie em pensamento . E era isso o que mais a afligia. Com mãos tremulas, arrumou os cabelos despenteados.
- Sei o que pensa ao meu respeito.
- Esse Harley que a trouxe ao baile é quase um menino!
- Temos mais ou menos a mesma idade, Senhor Hart.
A expressão de Léo tornou-se sombria e deu um passo em sua direção, enquanto Janie prosseguia, com lágrimas nos olhos:
- Foi isso que disse desde o inicio, não foi?Sou apenas uma criança, filha mimada de seu parceiro!
Sim, dissera isso, admitiu Léo pára si mesmo. Fora um louco.
Olhando para ela naquele instante, viu sua expressão amadurecida pelo sofrimento, e não pode acreditar que a julgara mal.
Ela era uma mulher digna.
- Pode ficar tranqüilo . - continuou Janie - Não contarei ao meu pai que tentou me seduzir no jardim enquanto sua namorada estava no salão de festa. Mas se voltar a me tocar, vou aleijá-lo! Juro por deus!
Deu maia volta e desapareceu, batendo com força a porta de vidro.
Léo permaneceu sozinho na noite fria e escura, com dor no pé, e imaginando por que não ficara de boca fechada. Conseguira piorar tudo, concluiu com desanimo.
Capitulo IV
Quando regressou ao salão, mancando, Janie e Harley estavam dançando de novo.
Marilee estava junto ao bufe com expressão desolada.
- Harley acabou de me desmoralizar- murmurou para Léo. - Disse que sou uma cobra venenosa e que será uma boa lição se Janie nunca mais falar comigo.- ergueu os olhos cheios de lágrimas.- Será que seu irmão nos levaria agora?Poderá voltar em seguida para a festa...
- Vou falar com ele- disse Léo com voz aborrecida.
Encontro Cag conversando com os outros Hart, Corrigan se ofereceu para levá-los em vez do irmão.
A cada minuto que passava Léo sentia-se mais embriagado , mas percebeu uma certa ansiedade entre os demais.
- Venham todos a minha casa depois do baile - Corrigan falou
- Para quê?- perguntou Léo.
-Para conversar sobre touros.
- Conheço mais do assunto do que todos vocês.
- Mas venham assim mesmo.- falou o irmão de modo definitivo.
Estavam preocupados com ele, pensou Léo, pegando Marilee pelo braço, e conduzindo-a para a porta de saída.
Depois de deixarem Marilee em casa e ficarem a sós no carro, Corrigan comentou:
- Está mancando, Léo.
- tente andar direito depois que uma mulher maluca pisar seu pé com salto agulha!
- Marilee fez isso?
- NÃO! Janie Brewster !E foi de propósito!
- O que fez para merecer isso?
Léo enrubesceu e tratou de se defender:
- Foi ela que começou! Esses últimos messes tudo fez para me conquistar, e quase me seduziu na cozinha de sua casa!E de repente ficou toda abespinhada quando me ouviu acusá-la de estar bisbilhotando!
- Pelo que soube, Janie ficou tão transtornada com que ouviu de você, que começou a correr como louca pela auto-estrada e precisou ser detida pela policia. Alias, você mesmo quem pediu que a seguissem.
- Quem contou isso?
Corrigan riu.
- O novo assistente.
- É bom Grier não pôr o nariz onde não é chamado, se não vai levar um soco!E não tenho nada a ver com Janie Brewster!
- Diga isso a Harley. Tivemos que convencê-lo a não tomar satisfações com você, quando Janie voltou chorando do pátio - disse Corrigan.- O rapaz a estima muito...
- Não faz o tipo de Janie.
- É um bom homem e a trata como uma princesa. - Corrigan lançou um olhar enviesado para o irmão. -aposto que não tentaria seduzi-la no roseiral .
- Não fiz isso! Além do mais, não havia roseiral algum no jardim!
- Como sabe ?
Léo soltou um suspiro pesado, e Corrigan riu ao comentar:
- Janie é geniosa, hein?
Léo voltou a suspirar.
- Desculpe o que disse há pouco. Estou com raiva. Marilee mentiu quando me contou que Janie inventou historias a meu respeito, e acreditei. Mas Tess sabia a verdade, e ... dei ouvidos a quem não devia.
- Tess é muito esperta.
- E eu sou obtuso e idiota. - replicou Léo - Nem mesmo consegui perceber qual mulher estava me perseguindo!Achava que era Janie, e o tempo todo era Marilee! Janie disse que sou o homem mais convencido e arrogante que já conheceu, e talvez esteja certa. - Léo observou a paisagem pela janela do carro.- Ela simpatiza com Harley.
- Harley amadureceu, Janie também. Creio que ela agiu com muita dignidade hoje, ao vê-lo com sua grande amiga .Tira estava com vontade de jogar a poncheira na cabeça de Marilee! - Corrigan riu , lembrando da cunhada de cabelos ruivos, que tinha um temperamento explosivo, observou Léo com o canto do olho, e murmurou- Agora que estamos todos casados,você tem se mostrado muito sombrio e arredio.
- Sinto-me só- respondeu Léo com simplicidade.- A casa ficou muito vazia depois que Rey se casou no ano passado. Não há ninguém para me fazer biscoitos, nenhuma companhia...
- MArilee- sugeriu Corrigan em tom irônico.
-Ela machucou o pulso e não podia dirigir, por isso a levei ao baile.
-Poderia ter dirigido com uma só mão.Certa vez dirigi com o braço quebrado.
Léo não fez comentário algum, e o irmão continuou:
- Pode ficar conosco sempre que quiser.Moramos bem perto.
- Todos vocês tem suas próprias esposas e filhas, exceto Rey e Meredith que são recém- casados.
-Rey é o casula . Os outros já se sentem mais velhos.
- Ora , Corrigan! È apenas dois anos mais velho que eu.
- Lembre-se de que tem trinta e cinco anos, e eu farei trinta e oito dentro de alguns meses.
- Não parece ter essa idade.
-Dorie e os bebês me mantêm jovem.Casamento não é tão ruim quanto você pensa. Existe alguém para cozinhar pratos gostosos, chorar com você nos momentos de tristeza, rejubilar-se nas horas de triunfo.Sem falar em esquentar o outro lado da cama.
Léo abriu a porta do carro, assim que esse estacionou.
- Não quero me casar.
O irmão mais velho sorriu.
-Dorie era apenas um pouco mais velha que Janie quando lhe disse a mesma coisa. Pensei que fosse uma mulher experiente, fui muito ousado e quando ela me repeliu disse coisas muito desagradáveis que a ofenderam. Ela foi embora e só a reencontrei oito anos depois- O rosto másculo adquiriu uma expressão sombria.- Sofri muito nesse tempo.
Léo se lembrava.
- Nunca me contou por que Dorie partiu.
-Por que agi como um idiota. Não dê ouvido a calunias de Marilee. Janie é jovem, meiga e ingênua . Não cometa o mesmo erro que cometi, mano.
- Nisso você tem razão.- replicou Léo sem fitar o irmão- Janie é uma criança.
-Mas vai crescer.E, pelo que pude ver, o processo de amadurecimento já começou.
- Disse que não me quer ver outra vez.
-Dê-lhe tempo .
- Não me importo! - exclamou Léo com teimosia - E, afinal, não me interessa uma garota sempre coberta de lama, que gosta de ser vaqueira, e nem sabe cozinhar!
- Nossa cunhada Tira também não sabe, mas é um espetáculo quando se veste para uma festa.Janie também é muito elegante, embora não seja tão exuberante quanto Marilee.
Léo deu de ombros.
- Marilee perdeu uma grande amiga.
- É verdade.Janie nunca mais irá acreditar nela, mesmo que venha a perdoá-la.
- É incrível como uma pessoa pode estragar a própria vida e a de outros em poucos minutos!
- Tem razão. - Corrigan endireitou o corpo.- Preciso ir. Tivemos uma boa conversa, mano.Vá dormir.
-Obrigado pela carona. Deve estar ansioso para voltar ao baile.
Os olhos de Corrigan brilharam.
- Não quero perder a última dança.
- Dirija com cuidado.
- Claro!
Léo entro em casa, desligou o alarme, tirou os sapatos e o paletó e, assim que caiu sobre a cama, dormiu um sono pesado.
NO caminho para casa Janie Brewster estava muito silenciosa. Harley sabia o motivo e detestava ver uma mulher triste.
No momento tinha vontade de socar o nariz de Léo Hart, e expressou seu desejo:
-Deveria ter deixado que eu desse uma surra naquele sujeito.
Janie sorriu com desânimo.
- Já ouve falatório demais, mas agradeço de qualquer modo.
- Léo estava bebendo muito. Reparei que um de seus irmãos o levou com marilee para casa.
Janie também os vira partir e comentou:
-Não sabia que Léo Hart bebia tanto.
-E não bebe. Ninguém jamais o viu bêbado como esta noite.- Harley a fitou. - Acho que foi por sua causa.
- Ele já tinha tomado vários uísques quando chegamos ao baile. E Marilee estava tão sem graça...
- Todas as mulheres a esnobaram. Bem feito!- exclamou Harley, fazendo a curva para alcançar a fazenda dos Brewster.
- É falta de caráter apunhalar uma amiga pelas costas.
- Pensei que gostasse de Marilee, Harley.
O rapaz endireitou o corpo na defensiva.
- Convidei-a uma vez para sair e ela riu.
- Por que?
- Achou hilária a minha ousadia.Marilee me considerava um frangote.- Sorriu - Bem, não deixava de ter razão e tinha cabeça nas nuvens, naquela época.
Percebendo que o assunto o desagradava, Janie disse:
-Obrigada por ter me levado ao baile.
Harley pareceu relaxar .
- Foi um prazer, gosto de você, Janie.Sempre que quiser, pode me ligar e iremos ao cinema ou sairemos para comer um hambúrguer.
Ela riu.
- Obrigada.
- Poderíamos ir dançar...
- Adoro valsas, Harley!
- Quero aprender os ritmos latino-americanos e dançar como Grier.
Janie lembrou-se do policial.
- Ele parecia outra pessoa no baile.
- Por que diz isso?
- Por que quando me parou na estrada por causa de excesso de velocidade, estava muito sério.
- Você dirigi depressa demais.
- Não comece!
Harley ignorou o comentário e perguntou:
-O que Grier fazia perto da auto- estrada?Sou jurisdição a apenas em Jacobville.
- Não sei. Desconfiou quem alguém o alertou sobre um carro em alta velocidade.Dizem que Grier já viajou por quase todo o mundo.
Harley acenou de modo afirmativo.
- Já esteve no Oriente Médio, no Afeganistão, e uma série de outros lugares.
- Um homem interessante - comentou Janie.
- E também não é mais criança. Deve ter mais ou menos a idade de Léo Hart. Janie olhou demoradamente pela janela .
- Desculpe.
- Por que, Harley?
- Por dizer que Léo Hart não é para você.
- Tudo bem - replicou Janie com frieza.
Harley ia dizer mais alguma coisa, porém calou-se ao ver a expressão triste de Janie. Em silencio, estacionou o carro na frente da casa dos Brewster, e só então falou:
- Sei como se sente a respeito de Léo, mas ele não é do tipo que se casa.
Janie o fitou com olhos sinceros.
- É o que sempre digo a mim mesma. Pode ser que um dia me convença disso.
Harley acariciou-lhe o rosto com o dedo.
- Também não me sinto preparado para o casamento. Acho que alguns homens são assim.
- Fale por você.Pretendo fazer Léo Hart mudar de idéia!
Ele sorriu.
- Cuidado! Agir com teimosia pode não mudar em nada, você ficará ainda mais decepcionada.
Janie suspirou.
- Tem razão é claro.Oh, Harley! Por que não podemos fazer uma pessoa se apaixonar?
- quisera saber- respondeu ele, beijando-a de leve no rosto.- Mas hoje me diverti muito, e lamento que não pense o mesmo.
Janie sorriu.
-Eu me diverti, sim. Dancei bastante, e não fui ao baile com meu pai.
- Onde esta o senhor Brewster?
- Em Denver, tentando fazer com que um grupo invista na fazenda. Mas é segredo.
Harley fez uma careta.
- Não sabia que os negócios iam mal.
Janie acenou de modo afirmativo.
- Mas é verdade. É perda de um touro premiado foi um duro golpe nas finanças de papai. Se Léo não tivesse emprestado outro animal, não sei o que eu teríamos feito. Pelo menos os dois se dão bem, e Léo gosta muito de meu papai.
Na opinião de Harley, Léo gostava da filha de Fred Brewster também, caso contrario não teria bebido tanto na festa. Mas não fez comentários a esse respeito, e perguntou:
- Há algo que possa ajudar?
Janie sorriu com doçura.
-Você é um anjo! Obrigada, mas não há muito a fazer.- suspirou- Vou desistir da faculdade e procurar um emprego.
- Janie!
- Freqüentar a universidade é muito caro- replicou ela com simplicidade .- No momento papai não tem recursos e não vou pedir dinheiro a Tia Lydia. A uma vaga no Cheas, e ...
- Não pode trabalhar lá, Janie! - interrompeu Harley - É uma hospedaria de beira de estrada! O tempo todo servem bebidas e sempre a brigas.
- Sevem pizzas e sanduíches também. Posso gostar do emprego.
Harley sentia-se contrafeito por imaginar uma moça inocente e educado como Janie em tal ambiente.
- Pode encontrar um emprego melhor na cidade.
- Não se conseguem boas gorjetas em lanchonetes no centro.Não vai me fazer mudar de idéia, Harley.
-Caso aceite esse emprego, irei até o Cheas de vez enquanto para ver se está tudo bem com você .
- Harley, você é um amor! - beijou-0 no rosto e saiu do carro.- Obrigado de novo por me levar no baile!
- Foi muito bom, Cinderela - brincou ele com um sorriso.
- Adorei cada minuto! Boa noite.
- Boa noite, Harley.
Janie entrou sem fazer barulho e fechou aporta, sentindo-se dez anos mais velha, depois da experiência daquela noite. Pensou em Léo e desejou que tivesse uma bela ressaca na manhã seguinte!
Janie procurou o gerente do Cheas, um senhor simpático chamado Jed Ducan, e ofereceu-se para o emprego. Ele leu seu currículo enquanto ela aguardava, sentada em uma poltrona de couro e roendo as unhas.
- Dois anos de faculdade- murmurou o senhor Ducan - Impressionante - seus olhos escuros a fitaram. - E quer trabalhar em um bar?
- Vou ser franca. Estamos com dificuldades financeiras. Meu pai não tem condições de custiar meus estudos e não ficarei de braços cruzados, esperando que vá a falência. Preciso ajudar.Sei que é um trabalho que não paga muito mas, as gorjetas são ótimas, segundo me disse Debbie Connors.
Debbie fora quem lhe falara do emprego, e aconselhara Janie a ser totalmente honesta com Jed Ducan, que adorava franqueza.
O velho senhor balançou a cabeça com compreensão.
- Tem razão sobre as gorjetas, mas os clientes podem ser bastante rudes por aqui.Perdoe-me por ser franco, senhorita Brewster. Mas percebe-se que a senhorita tem berço. Dirijo uma hospedaria de estrada, sirvo bebidas e as pessoas, as vezes, exageram quando bebem.
Janie engoliu em seco.
- Posso me acostumar com essas coisas senhor Ducan. Gostaria muito de trabalhar aqui.
- Sabe cozinhar?
Ela sorriu.
- Se me perguntasse a dois meses, diria que não. Mas agora já sei. Posso até fazer biscoitos saborosos.
Jed riu.
- Tudo bem, então tem condições de ajudar a fazer pizzas. Faremos um teste de duas semanas e veremos como se saia. Irá servir com garçonete e preparar comida.Se não gostar do ambiente, poderá ir embora quando quiser. Concorda?
Janie concordou, muito contente.
- Sim, muito obrigado!
- Seu pai sabe que pretende trabalhar?
Ela enrubesceu.
- Saberá quando voltar de Denver. Não escondo nada dele.
- E mesmo se quisesse não poderia esconder- brincou Jed.- Muitos vaqueiros que fazem negócios em Jacobsville vem aqui.
-Papai não irá se importar- garantiu Janie, embora no intimo sentisse muito medo.
-Então volte amanhã para começar a trabalhar. Seja bem vida ao Cheas, senhorita Brewster.
- Obrigada!
Capítulo V
Fred Brewster voltou derrotado de Denver.
- Ninguém se interessou- disse á Janie, desabando sobre sua poltrona preferida na sala de estar - Todos enfrentam problemas financeiros e o mercado esta em baixa. È uma época ruim para procurar parceria.
A filha sentou-se no sofá na frente e anunciou:
- Arranjei um emprego.
O pai a fitou por um instante, como se não houvesse entendido bem.
-Você o quê?
- Estou empregada- repetiu Janie, sorrindo - E vou ganhar muito dinheiro com as gorjetas. Começo hoje a noite.
- Onde?
- Um restaurante- respondeu ela, evitando maiores detalhes- Pode ir até lá e jantar. E não pedirei gorjeta de você!
-Janie, quero que você volte para a faculdade e consiga o diploma.
-Papai , sejamos honestos. No momento você não tem condições de me sustentar na universidade. Deixa-me trabalhar- implorou, inclinando-se para a frente em um gesto de súplica - Sou jovem e forte, e não tenho medo de trabalhar duro. Iremos sair dessa situação, papai! Todos passam por mau momentos.
- Mas meu orgulho...
Janie ajoelhou-se e encoste a cabeça nos joelhos de Fred.
- É meu pai, e eu o amo. Seus problemas são meus também. Tenho certeza de que encontraremos um saída.
Os lindos olhos que lembravam os de sua esposa, fizeram Fred se emocionar. Sorriu e acariciou os cabelos de Janie.
-Você é igual a sua mãe.
- Obrigada.
Ele soltou uma risada.
- Muito bem! Vá brincar de garçonete por alguns dias, e eu duplicarei os esforços para melhorar nossa vida. Mas não fique até muito tarde - avisou- Quero que esteja em casa à meia noite, e ponto final.
Sem duvida seria um problema , pensou Janie, mas por que brigar antes da hora?
-Veremos como se tudo se encaminha - disse em tom displicente , beijando-o na testa - Vou providenciar seu almoço!
Correu para a cozinha, antes que o pai tivesse tempo de fazer mais perguntas sobre seu emprego.
Mas Hettie foi mas dura.
- Detesto a idéia de vê-la trabalhando em um bar.
- Fique quieta- alertou Janie- Não quero que papai ouça!
- Menina vai se meter em confusão, tenho certeza.
- Nada disso! Vou fazer pizzas e sanduíches só isso.
Hettie não se deixou convencer
- Junte homens e álcool e sempre haverá problemas!
- O senhor Ducan tem um leão-de-chácara- confidenciou- Estarei segura.
-O senhor Hart não vai gostar.
-Nada do que eu faço é da conta de Léo Hart! Depois do que falou ao meu respeito, sua opinião para mim não vale em tostão furado!
- O que ele disse?
Janie esfregou as mãos.
- Que sou uma mentirosa, fofoqueira, conquistadora, e que não o deixo em paz- murmurou miserável- Estava conversando com JOe Howland na loja de ferragens, na semana passada. Ouvi cada palavra que disse.
Hettie ficou de boca aberta , tamanha a surpresa. Sabia como Janie gostava do último Hart solteiro.
-Oh, meu bem! Sinto muito!
- Marilee mentiu, e Léo acreditou - disse Janie com desânimo - Minha melhor amiga! Estava me dando conselhos cobre como proceder para conquistá-lo e o tempo todo tentava me sabotar! Alias , foi ao baile com Léo- Engoliu em seco e virou-se para o balcão. De nada adiantaria se lamentar- Quer um sanduíche, Hettie? Preciso praticar.
- Não obrigada, querida - A velha senhora abraçou-a - Dê tempo ao tempo.
Saiu da cozinha, deixando que sua filosofia caseira fizesse efeito.
Porém Janie não se convencera. Talvez seu novo emprego a ajudasse a esquecer Léo, pensou. Pelo menos não corria o risco de encontrá-lo no Shea´s . Depois do ultimo sábado no baile, ele nunca mais tocaria em um copo de uísque, concluiu.
Quando o sábado seguinte chegou, Janie estava trabalhando a quatro dias, e começava a se adaptar com a rotina. O Sheas´s abria para o almoço e fechava as onze da noite. Serviam pizzas, sanduíches, aperitivos, assim como toda a sorte de bebidas alcoólicas.Ela começou a conhecer os clientes habituais, mas mantinha-se distante. Não queria se envolver em confusão.
È claro que o pai descobrira o local em que trabalhava e, naquela manhã, procurara por ela.
- Trabalho em um restaurante decente - defendeu-se Janie.
-É um bar- declarou Fred furioso - Quero que se demita imediatamente!
É agora ou nunca , disse Janie a si mesma, encarando o pai com ar de desafio.
- Não - replicou com calma- Não vou me demitir. O senhor Ducan disse que teria um período de experiência de duas semanas, e pretendo cumpri-lo. E não ouse ir lá resolver o assunto por mim, papai!
Fred parecia surpreso.
- Menina, isso não vai dar certo.
- Vai, sim, não apenas porque precisamos de dinheiro, mas porque me sinto independente.
-O pai não havia pensado nisso. A filha estava determinada e, de fato, Duncan tinha um bom leão-de chácara , um homenzarrão com o ridículo apelido de Miudinho, com uma aparência feroz, mas um coração de ouro.Suspirando, por fim, murmurou:
- Vamos ver.
Janie vencera sua primeira discussão de adulta, e sentia-se muito bem.
Harley foi ver Janie em duas das cinco primeiras noites de trabalho, apenas para verificar se estava tudo bem, e ela sorria , servindo-lhe pizza e cerveja.
-Como vão as coisas Janie?
Ela olhou em volta para o ambiente despojado de sofisticação, as mesas simples de madeira e o longo balcão onde a maioria dos clientes se sentava. Havia duas máquinas de jogos eletrônicos e uma antiga vitrola automática. Ventiladores de teto refrescavam o ambiente, e uma grande pista de dança recebia casais que desejavam se divertir nas noites de sexta-feira e sábado.
No momento, a banda tocava músicas dolentes, e um casal solitário exibia seus passos.
- -Gosto muito daqui - confidenciou para Harley - Sinto-me independente pela primeira vez na vida - inclinou-se para ele, sorrindo - E as gorjetas são polpudas.
Harley soltou uma risada.
-Tudo bem! Não tenho nada a comentar.
Relanceou um olhar para Miudinho, com suas tatuagens nos bíceps enormes, e a cabeça raspada. O empregado simpatizara com Janie a primeira vista, e estava sempre tomando conta ao vê-la se aproximar dos clientes.
-Ela não é uma graça - comentou a jovem, sorrindo para o homenzarrão que retribuiu de modo hesitante.
-Não entendo de beleza masculina- brincou Harley.
Rindo, Janie deu as costas e voltou ao trabalho.
Na segunda feira depois do almoço, Léo foi almoçar com Fred a quem não via havia vários dias, pois estivera fora em uma convenção.
Fred estava no escritório, fazendo contas e segurando a cabeça com a mão, muito desanimado. Ergueu os olhos quando o amigo entrou.
-Como vai, estranho - brincou. -Sente-se. Quer café? Hettie!
-Não precisa gritar, senhor Fred -interrompeu a boa senhora , abrindo a porta - Já estou preparando.
-E traga bolo também- gritou Fred a suas costas, sem obter resposta.- Acha que como doces demais- explicou a Léo.- E talvez tenha razão. Que tal a convenção?
-Fala-se muito em exportação de carne bovina para o Japão e etiquetagem para provar o lugar de origem.- Assim dizendo, léo atirou seu chapéu sobre uma poltrona e sentou-se em outra.Passou as mãos pelos cabelos castanhos e encarou Fred.- Mas ouvi uns rumores que me deixaram preocupado.
- Verdade?- Senhor Brewster deixou de lado as contas, pensando que Léo se referia ao emprego de Janie.Suspirou.- Que rumores?
Léo inclinou-se para o amigo.
-Soube que esta procurando parceria para seus negócios.
-Ah! Isso!- Fred pigarreou e desviou o olhar.- Só uns pequenos arranjos...
-Por que não me procurou logo? - persistiu Léo.- Emprestarei quanto for preciso, sabe disso.
Fred engoliu em seco.
-Sei muito bem. Mas não ousei falar com você... Sobe as circunstancias.
- Que circunstâncias?
Léo armou-se de paciência pois percebeu que teria de arrancar cada palavra de Fred.
-Janie.
A respiração do hospede tornou-se pesada ao ouvir o nome. IMAGINOU se Fred sabia sobre o atrito que tivera com sua filha, e aguardou apreensivo.
-Soube por alto que vocês dois tiveram uma discussão, e ela não quer ouvir falar de você, - explicou Fred- Se o procurasse as escondidas para fazer negocio, Janie ficaria sabendo, mas cedo ou mais tarde.Jacobsville é uma cidade pequena.
- Não ficará sabendo se estiver na faculdade. Ela voltou, não é verdade?
Fred se preparou para dar a grande noticia.
- Não voltou, Léo.
-Mas onde está ela?Perguntei a Hettie, assim que cheguei e...
-Não, ela não esta aqui. Arrumou um emprego. Muito bom, por sinal- disse Fred na defensiva.- Está adorando.
-E o que está fazendo , meu Deus? Não tem habilidade alguma!
- Cozinha e serve mesas em um restaurante.
Léo balançou a cabeça inconformado, sem querer acreditar no que acabara de ouvir. Todos sabiam que Janie não conseguia ferver água. Encarou Fred com severidade.
-Pode repetir, por favor?
-Jan já sabe cozinhar - falou Fred com certa agressividade. -Hettie passou dois meses ensinando a garota. Agora sabe até fazer... -Ia dizer biscoitos, mas mudou de idéia - Pizza.
Léo suspirou.
-Fred , não sabia que as coisas iam tão mal, desculpe.
-A morte de meu touro não foi culpa de ninguém - replicou Fred em tom cansado - Mas ele não estava no seguro.Poucos fazendeiros modestos poderiam sofrer um golpe desses e ficar bem . Meu touro era um campeão.
-Sei disso. Mas teria ajudado mais se me deixasse.
-Agradeço, mas não posso.
Fez-se uma longa e desagradável pausa, e por fim Léo disse:
- Creio que Janie lhe contou o que aconteceu no baile.
- Não, nem mesmo uma palavra.Foi hettie que me alertou sobre um certo estremecimento entre vocês dois. - Fred franziu a testa . - Por quê?
Léo desviou o olhar.
-Aconteceram coisas desagradáveis no Baile dos Vaqueiros. Tivemos uma briga. - olhou para as próprias mãos e continuou: - E isso não é tudo. Tenho cometido grande s erros nos últimos tempos a respeito de sua filha. Acreditei em boatos sobre Janie nos quais jamais deveria ter acreditado.Cheguei a fazer comentários desagradáveis sobre ela, e a magoei.Agora sei a verdade, mas é tarde demais. Ela não permite que eu me aproxime para me desculpar.
Em seguida narrou ao amigo como Marilee o enganara.
Fred ignorava toda a historia e , ao final, perguntou:
-Quando foi que a viu?
-Sexta feira. No banco. Janie me ignorou. - Léo sorriu com amargura, por que fora muito desagradável o modo frio e indiferente como ela o fitara.- Foi a primeira vez que isso me aconteceu.
- Janie não costuma ser rude - Fred tentou justificar a filha- Talvez ela esteja nervosa com o novo emprego...
-Não, foi por causa do que eu disse a ela . - replicou Léo com sentimento- Sei que a magoei muito. Pensando bem,Janie tem razão em agir assim, pois fui um tolo em acreditar nas mentiras de Marilee.
Fred começava a montar o quebra-cabeças.
- marilee pode ser muito convincente, segundo Janie me disse. E,pelo visto, estava interessada em você.
- O interesse não é mutuo - redargüiu Léo sem perda de tempo - Não percebi o que estava acontecendo.Então Marilee me contou sobre as coisas que Janie andava dizendo ao meu respeito...- Interrompeu-se e praguejou- Sempre me considerei um homem esperto, porém acho que sou mais ingênuo do que pensava.
- Qualquer um pode cair na armadilha de uma mulher- consolou Fred - Foi apenas falta de sorte. Janie jamais falou de você em publico. Embora talvez não perceba, ela é tímida.Nunca se atiraria sobre um homem - Fred sorriu com tristeza - Sei que gosta de você, e não é do seu feitio mostrar-se agressiva.
O senhor Brewster estava sendo muito compreensivo, e Léo percebia quanto se deixava enganar com sua idiotice. E a conversa que Janie ouvira na loja de ferragens a magoara muito.
- Gostaria de voltar atrase ter sido mais esperto- sorriu com desânimo- Detesto mulheres agressivas- confessou-Admiro Janie por ser como é.
Léo enrubesceu.
- Não diria isso.
-Verdade? - Fred encostou-se na poltrona, sorrindo para o amigo mais moço.- Protegi minha filha demais.queria que trilhasse um caminho sempre suava e sem problemas. Mas não a mimei.Janie não é uma boneca sem miolo, Léo.è uma jovem de personalidade, e esta trilhando seu próprio caminho.Quer ser independente e, na semana passada, enfrentou-me pela primeira vez na vida- riu- Devo confessas que fiquei um pouco chocado ao perceber que a menina se transformara em mulher.
-Ela aprecia muito Harley Fowley - disse Léo sem preâmbulos.
- E por que não? Harley é um bom rapaz muito jovem mais de confiança.
Léo sabia e , por isso mesmo, estava furioso. Fred pareceu ler seus pensamentos e disse:
- Não é o que está pensamento. Janie e Harley são apenas bons amigos.
- E eu com isso?- replicou Léo com fingida indiferença.Pegou o chapéu e levantou-se, hesitante, voltando-se para Fred, acrescentando com firmeza- Pode ter certeza de que jamais contarei a Janie que o ajudei com a fazenda, caso me permita dar o dinheiro.
O velho Brewster sentia-se tentado a aceitar a oferta generosa do amigo. Suspirou e levantou-se também.
-Trabalhei dez horas por dia durante anos. Sobrevivi a mercados fracos, secas e geadas.Mas jamais atravessei um momento como este.Posso perder minhas propriedades a qualquer momento.
- Então não replique- insistiu Léo - Posso lhe emprestar quanto for necessário para que não fique no vermelho. E, repito, Janie nunca saberá. Será um segredo entre você e mim. Não perca sua fazenda por causa do orgulho, Fred. Está na sua família a gerações.
- Meu amigo...
Léo inclinou-se sobre a mesa, encarou Fred e falou:
-Deixe-me ajudá-lo!
O senhor Brewster observou a genuína sinceridade e desprendimento na expressão do homem do homem mais jovem e murmurou:
- Mas precisará ser um segredo.
O olhar de Léo suavizou.
-Sem dúvida. Dou minha palavra. Blake Kemp é o advogado de minha família. Marcarei uma reunião. Sentaremos com ele e combinaremos os detalhes.
Fred mordeu o lábio, tentou esconder o próprio alívio.
- Não sabe quanto...
Léo ergueu a mão, embaraçado com a emoção do amigo.
- Sou muito rico - disse com simplicidade - De que adianta o dinheiro se não for para ajudar os amigos? Farei o mesmo por mim se a situação fosse inversa, tenho certeza.
Fred engoliu em seco.
-Nunca duvide disse - deixou escapar um suspiro- obrigado.
-De nada- Léo enfiou o chapéu, escondendo os olhos -Telefonarei . Alias em que restaurante Janie trabalha? Posso passar por lá para almoçar qualquer dia desses.
- Acho que não seria uma boa idéia
Léo não percebeu que a intenção de Fred era omitir o local de trabalho da filha, e imaginou que se referia a animosidade de Janie ao seu respeito.
- Pode ser.Vou deixá-la se acalmar mais um pouco- sorriu- Janie têm um gênio danado! Quem diria, Fred!
- É uma caixa de surpresas nesses últimos tempos.
-Sim. Até breve.
Léo partiu, e Fred deixou as emoções fluírem.
Não percebera quantos as terras da família significavam para ele, até que se defrontara com a terrível perspectiva de perder tudo. Agora, graças ao amigo, tudo passaria para as mãos de Janie seus descendentes. Que Deus abençoasse Léo Hart! Pegou um lenço de papel e enxugou os olhos. A vida era linda. Maravilhosa!
Fred ainda estava acordado quando Janie voltou do trabalho. Fora uma longa noite, e estava cansada. Parou na cozinha para cumprimentar Hettie, e depois dirigiu-se ao escritório.
- Hettie me disse que Léo esteve aqui- foi logo dizendo com ar preocupado- Por quê?
-Queria olhar o touro- mentiu Fred, sem fitá-la.
- Ele perguntou por mim?
- Sim contei que está trabalhando em um restaurante.
-E disse qual?
-Não.
-Não se preocupe, papai. Léo não tem nada a ver com o local de meu emprego, nem com minha vida.
-Continua zangada- afirmou o pai- Compreendo. Ele me contou tudo que aconteceu entre vocês dois, e está ansioso por fazer as pazes.
Janie engoliu em seco, as lembranças voltaram para assombrá-la. Mais uma vez, em pensamento, viu e ouviu, Léo no corredora loja de ferragens, dizendo coisas horríveis a seu respeito. Apertou as mãos com força, enfiando as unhas na palma.
- Léo ergueu a bandeira branca? Pois pouco me importa!
-Ora, minha filha! Ele não é um mau homem.
- Claro que não. Só que não gosta de mim. E não se pode culpá-lo, já que tem Marilee ao seu lado.
Fred franziu a testa.
-Esqueci esse detalhe. Sua melhor amiga a traiu.
- Que amiga- resmungou Janie com ironia - Vai passar as férias no Colorado, ouvi dizer. Uma viagem marcada às pressas.
-Creio que está envergonhada demais para atravessar a avenida principal. As pessoas comentam a seu respeito, e perdeu a credibilidade. Entretanto não é má, Janie. Apenas cometeu um erro grave.
- Você nunca faria isso - replicou Janie, sorrindo - Tenho certeza de que nunca trairia outra pessoa.
Fred enrubesceu, sentindo-se culpado. O que a filha diria quando soubesse que Léo Hart emprestaria dinheiro para salvá-lo daquela situação tão difícil? E sem avisá-la? Naturalmente era por uma boa causa, para que um dia ela herdasse o que lhe era de direito, mas sentia-se um traidor. Imaginou o olhar de Janie lhe lançaria se descobrisse.
A filha interrompeu seus pensamentos.
-O que faz aqui acordado? Feche esses livros e vá dormir, pai.
Fred imaginou-se tendo dinheiro suficiente para consertar cercas, reparar o celeiro, comprar ração para o inverno, remédio para o gado e para pagar as contas do veterinário. Sim, pensou, era impossível deixar a fazenda cair na ruína.
Com voz macia perguntou:
- Costuma pensar no futuro, minha filha?Quando tiver filhos que herdarão estas terras?
Janie piscou diversas vezes.
-Sim, às vezes - confessou - Será uma herança maravilhosa.Somos uma famílias mais antigas de Jacobsville, e nos estabelecemos aqui depois da guerra civil- sorriu enlevada - Nossas propriedades fizeram a história da região!
Fred pigarreou.
-Tem razão, querida. È um legado muito importante para deixarmos que escape de nossas mãos e vá parar no domínio de estranhos - balançou a cabeça de modo decidido- É triste ver o que aconteceu com outras famílias que precisaram vender suas fazendas.
-Sem dúvida> Fico feliz por termos a nossa e podermos deixá-la para os nossos descendentes - fitou o pai com intensidade.- Não pretende desistir da luta, não é, papai?
- Céus! Não!
Janie pareceu aliviada.
-Desculpe, mas foi o modo como falou agora a pouco, que...
- Farei de tudo para manter nossa fazenda- garantiu Fred.- Você ficaria aborrecida se arrumasse um sócio ou parceiro?
-Claro que não! Quer dizer que encontro alguém?- perguntou com animação- Um parceiro disposto a nos financiar?
-Sim - replicou Fred - Mas só soube disso hoje.
-Que maravilha, papai!
-Fico feliz em ver sua reação.Poderá deixar o trabalho e volta à faculdade...
-Não.
- Mas, Janie...
- Papai, mesmo com um investidor, precisamos arcar com as despesas do dia-a-dia, a fim de manter a fazenda- lembrou ela com delicadeza- E os mantimentos? Utensílios? Feno para os cavalos, sal e ferramentas?
Fred suspirou.
-Tem razão, é claro. Preciso de um sócio para as grandes coisas.
-Além do mais, gosto do meu trabalho.
- É um péssimo lugar nos fins de semana.
- Miudinho me protege - garantiu Janie - e Harley vai aos Sheas´s pelo menos duas vez na semana, em geral nas sextas-feiras e nos sábados, para assegurar que estou bem. Sinto-me tão tranqüila lá quanto em casa.
Fred tentou explicar:
-Não me importo que trabalhe, apenas...
-Sei disso. Fica preocupado por que tem medo que me aconteça algo de mau.Miudinho não deixa os clientes beberem além da conta.
- Tudo bem. Pretendo ir lá comer uma pizza um dia desses.
Janie sorriu.
- Será bem-vindo! Vou apresentá-lo a todo mundo!
-Léo queria saber onde estava trabalhando - interrompeu Fred com brusquidão - Deseja visitá-la.
A expressão de Janie endureceu.
- Não quero vê-lo.
-Sim, sei que foi muito rude com você.
Janie atirou os cabelos para trás, em um gesto de raiva.
-Pensou que poderia me fazer de capacho, mas enganou-se!
- Léo não vai gostar de saber que trabalha no Schea´s.
-E o que me importa?
Janie começava a desconfiar da preocupação a respeito das opiniões de Léo.Por seu lado, Fred tinha medo de que o amigo desistisse do empréstimo, se soubesse onde ele deixara a filha ir trabalhar. Sentia-se muito mal por estar escondendo a verdade um do outro, porém tinha receio de perder a fazenda.Era a herança de Janie, pensou pela milésima vez. Precisava fazer de tudo para conservá-la na família. Por fim, murmurou.
-Léo Hart é meu amigo.
-Pensava que era meu também - replicou Janie com tristeza - Meus amigos não falam mal uns dos outros. Jamais abri a boca para comentar algo!
_ Creio que agora ele já sabe disso, Janie.
-Acho que levaria um susto se soubesse onde trabalho.
-Por falar nisso, contei que uma de suas tarefas é cozinhar.
Janie arregalou os olhos.
-Verdade? E o que Léo disse?
- Ficou... surpreso..
-Quer dizer, estupefato . - corrigiu ela com sarcasmo.
- Está aborrecido com sua frieza e arrependido pelo que disse a seu respeito. Também me confessou que brigaram no baile.
Janie sentiu as faces em fogo.
- O que lhe contou?
-Que você discutiu com ele. Léo ignorava seu temperamento explosivo - explicou Fred com um sorriso.
- E vai descobrir que posso ser violenta também, se voltar a me procurar - virou-se para sair - Vou dormir, papai. Boa noite.
- Durma bem, querida.
Fred viu sair e suspirou aliviado. Até aquele momento, pensou, tudo ia bem, mas em breve a verdade precisaria vir a tona.
Capítulo VI
Na quarta-feira seguinte Léo encontrou-se com Blake Kemp e Fred Brewster no escritório do advogado, a fim de redigir o contrato de sociedade.
- Jamais poderia agradecê-lo o suficiente, Léo - disse Fred, quando terminaram de preparar a minuta.
- O simples fato de ter permitido que o ajudasse me deixa feliz- replicou Léo com simplicidade e então se virou para o advogado - Quando os papéis estarão prontos para as assinaturas?
- Na segunda-feira - garantiu Kemp.
- Então marcarei uma hora com sua secretária - Léo levantou-se - Obrigada Blake.
- Gostaria que todos os negócios fossem fechados com tanta simplicidade e clareza como este - comentou o advogado, entendendo a mão para cumprimentá-los.
Léo voltou-se para Fred.
-Por que não vamos até schea´s comer uma pizza.
Com estranheza percebeu que o amigo empalidecia, como se houvesse sido pego de surpresa. Fred tentava rapidamente pensar em alguma desculpa para não irem lá.
-Ora, Léo, Hettie preparou chili - lembrou-se de supetão - Por que não vamos até minha casa? Temos pão de milho para acompanhar.
Léo hesitou. Imaginou se Janie poderia estar em casa também, a idéia o deixava desconfortável. Continuava se sentindo mal pelo comportamento que tivera, e tentou recusar o convite. Em rasgo de inspiração, bateu a mão na testa.
-Nossa! Ia me esquecendo! Prometi jantar com Cag e Tess. Preciso me apressa, Fred.
- Sim, é claro - replicou o outro com genuíno alivio - Divirta-se!
Léo riu.
- Costumo brincar com meu sobrinho sempre que vou lá. Gosto de crianças.
- É difícil acreditar - replicou Fred com sinceridade.
-Não penso em me casar, mas adoro todos os meus sobrinhos.
O velho senhor apenas sorriu, Léo agradeceu:
-De qualquer modo, obrigado pelo convite de jantar. Lamento, já tenho compromisso.
- Tudo bem.Vai sobrar mais chili para mim - brincou Fred - Mais uma vez obrigado, meu amigo. Se puder fazer algo por você algum dia, basta pedir.
Léo sorriu
- Sei disso. Vejo-o depois.
Despediram-se no estacionamento, e Léo partiu na picape. Fred observou, e sentiu-se relaxado. Pelo menos mais uma vez escapara de revelar onde Janie trabalhava, pensou consigo mesmo.
Enquanto isso, Léo telefonava para Cag, convidando-se para o jantar a fim de discutirem a compra de novos touros. Enquanto dirigia até a casa do irmão, ia pensando que dois animais mortos no mesmo mês era triste coincidência. Pegou o celular e ligou para informações.
CAg e Tess pareciam dois namorados , observou Léo, enquanto brincava de cavalinho com o sobrinho de menos de dois anos de idade, que segurava suas orelhas. O casal sentava-se abraçado no sofá da sala , irradiando amor. E os dois também o observavam com interesse.
-Gosta de crianças- comentou Cag.
Léo ergueu o garotinho no ar, e brincou:
- Tenho muito pratica. Simon tem dois meninos, Corrigan um casal e agora seu filho. E, pelo que ouvi, Rey e Meredith também já pensam em ter um herdeiro.
- Sim - redargüiu Cag, lançando-lhe um ar malicioso - E você?Quando pretende jogar a toalha no ringue e se unir a nós?
- Eu? Nunca - exclamou Léo com convicção - Tenho uma casa só para mim, dezenas de mulheres , nada de responsabilidade, e muitos sobrinhos para mimar - lançou um olhar inocente para o casal - Por que desejaria me prender a alguém?
- Foi só um comentário - replicou Cag - Em breve irá se cansar de ir todo dia no centro da cidade para comer biscoitos.
- Pretendo fazer um curso de culinária e preparar meus próprios biscoitos- zombou Léo, entregando o bebê para a mãe- Posso cozinhar também!
Cag resmungou alguma coisa, e Tess nada disse, mas seu olhar era de descrédito.
Léo enfiou as mãos no bolso da calça.
- Bem, na verdade não quero aprender. E é um longo caminho até a cidade. Mas posso dar um jeito - esparramou-se em uma poltrona - Há algo que desejo conversar com vocês.
- O quê? - perguntou Cag desconfiado.
- O touro de Fred morreu de maneira misteriosa. Christabel e Judd Dunn também perderam o seu.
-O de Judd morreu de timpanismo.
- Vi a carcaça, e posso afirmar que não foi isso. Mas Christabel não chamou o veterinário, e nada podemos afirmar. Também não havia marcas no touro de Fred - Léo suspirou- Cag, andei fazendo averiguações. Os dois touros eram descendentes de um mesmo Salers aqui da região. Acabei de emprestar outro touro para Fred.
- Está brincando - exclamou o irmão mais velho.
Léo balançou a cabeça em negativa.
-Estranho , não acha?
-Pode conversar com Jack Hanley, em Victoria, o fazendeiro que nos vendeu o animal - sugeriu o irmão mais velho.
- Já fiz iss. Hanley me contou que despediu dois homens no inicio do ano porque roubavam.São irmãos, John e Jack Clark.Quando outro fazendeiro despediu Jack Clark, perdeu seu touro premiado e mais quatro animais. E nada constou que fossem mortes premeditadas - fez uma pausa e fitou CAg- Handley fez uma investigação e descobriu que, por onde passam os Clark , sempre há roubos e mortes de gados. Pelo menos quatros ex-patrões disseram ter tido problemas com eles. Recentemente os dois foram suspeitos em um caso em Victoria, mas não conseguiram juntar provas suficientes para incriminá-los.
- Como é que sempre conseguem escapar - perguntou CAg revoltado.
-Não há evidências.E os dois intimidam pessoas.
- Não iriam nos intimidar.
- Sim, mas percebeu a ligação? HAndley aborreceu os Clark. Tinha um touro novo e caro , vendeu cria para Christabel e outra para Fred - fez uma pausa significativa - Trata-se de vingança. Estão tentando fazer com que os fazendeiros daqui percam seus melhores animais.
-Onde estão esses dois irmãos? - quis saber Cag.
-Handley me disse que John Clark está trabalhando em uma fazenda perto de Victoria, e Jack, o vingativo, está aqui em Jacobsville, e dirige um caminhão de gado para Duke Wright.- disse Léo - É bom ficarmos atentos ao motoristas de Wright. Handley me contou que esse Clark gosta de beber, então seria interessante irmos ao Shea´s de vez em quanto.
Cag franziu a testa.
-Você pode conversar com Janie e ...
- O que Janie tem haver com isso?
-Sim, Janie Brewster - repetiu o irmão com impaciência - Faça uma descrição do homem e peça que ela avise caso o veja por lá.
Léo fitou Cag, sem nada entender.
-Pode me explicar o que está dizendo? Por que deveria encontrar Janie no Shea´s?
Percebendo que Léo nada sabia respeito do emprego da filha de Fred, Cag ficou embaraçado, fazendo Tess sorrir.
-Seu irmão não sabe querido. Conte!
- Contar o que?- inquiriu Léo, começando a perder a paciência.
- Bem, é o seguinte - começou Cag, escolhendo as palavras- Janie trabalha no Shea´s há algumas semanas, e...
-Ela trabalha em um bar???????!!!!!!!- explodiu Léo.
CAg pigarreou.
- Ora, mano! È uma mulher adulta!
- Mal completou vinte e um anos! Não tem que trabalhar no meio de bêbados - interrompeu Léo com raiva - Que diabos Fred estava pensando para deixar a filha trabalhar em um lugar como esse??
Cag suspirou.
- Dizem que Fred está em péssima situação financeira, e creio que Janie insistiu para que a deixasse ajudá-lo.
Léo levantou-se de um salto e agarrou o chapéu, os olhos com um brilho feroz.
- Não vai arrumar confusão no Shea´s - alertou o irmão mais velho -Não envergonhe a moça na frente do patrão!
Léo nada respondeu. Suas palavras rápidas e nervosas denotavam o estado de espírito em que se encontrava. Sem dizer mais nada, saiu, batendo a porta com força.
Cag fitou Tess com preocupação, enquanto ouvia o motor do carro de Léo.
- Devo avisá-la?- perguntou a esposa.
O marido aquiesceu.
- Pelo menos estará preparada.
Embora duvidasse de que alguém pudesse se precaver contra uma explosão temperamental de Léo Hart, Tess pegou o telefone e ligou para Janie.

O Shea´s não estava muito cheio, quando parou o carro no estacionamento. Com olhos injetados, entrou no salão principal, e três homens em uma mesa da porta pararam de falar. A aparência do recém-chegado era ameaçadora.
Janie teve o mesmo pensamento. Minutos entes, no telefone, garantira a Cag e Tess que não tinha medo de Léo, mas sentiu os joelhos trêmulos ao vê-lo avançar em sua direção, os olhos semicerrados.
Ele parou junto ao balcão e observou o longo avental que Janie usava, as mãos sujas de farinha e lápis atrás da orelha para anotar os pedidos. Parecia muito atarefada. Alguns caubóis bebiam cerveja, sentados no bar, aguardando suas pizzas. Um cozinheiro adolescente retirava o disco de massa do forno, utilizando uma larga espátula de madeira.
- Arrume suas coisas- sibilou para a filha de Fred Brewster.
Janie percebeu em seu tom de voz era o mesmo que Léo usara com ela, muitos anos atrás, quando quase aceitara carona de um desconhecido na estrada.
Na ocasião tinha dez anos de idade e não entendera o motivo de Léo de ter agido com tanta raiva, mas quando crescera compreendera que ele salvara, quem sabe, de um maníaco sexual.
Porém já era adulta e não precisava ser salva de nada, pensou, não corria perigo.
Ergueu o queixo e o encarou, lembrando a fatídica noite do bar:
- Como vai o seu pé? - perguntou em tom irônico.
- Ótimo. Pegue seus pertences - repetiu Léo com frieza.
-Trabalho aqui.
- Trabalhava. Vamos embora.
Janie cruzou os braços sobre o peito, em um gesto de desafio.
-Pretende me carregar a força? Pois saiba que vou gritar e espernear, pois só assim sairei!!
- Como quiser!
Assim dizendo, Léo começou a dar a volta no balcão. Rápida como um raio, Janie atirou-lhe o conteúdo de uma caneca e cerveja.
A bebida ensopou-lhe a camisa, porém não o fez titubear. Tomou-a nos braços de meia-volta, dirigindo-se à saída , enquanto Janie cumpria a promessa, e começava a gritar e espernear.
Isso atraiu a atenção de Miudinho, o leão- de - chácara. No instante em que viu Janie em tal situação, avançou para Léo como um trator.
- Ponha a moça no chão - murmurou, frente e frente com o visitante.
-Vou levá-la para casa que é o seu lugar - Léo conhecia Miudinho, um sujeito bom e gentil, mas com muitos músculos e pouco cérebro.E por causa de sua força, era conveniente mostrar-se educado.- Janie não deve trabalhar em um bar.
- Shea´s é um restaurante de estrada, e não um bar - replicou com segurança - E um dos bons. O senhor Ducan não permite bêbados aqui. Ponha a senhorita Janie no chão, Léo Hart ou serei forçado a lhe dar uma surra!
- E vai cumprir o que esta dizendo - alertou Janie - Já o vi em ação. Bateu em homens maiores que você, não é verdade Miudinho.
- Sem dúvida, senhorita.
Mas Léo não pretendia recuar e enfrentou o segurança.
-Já disse que vou levá-la para casa - replicou em tom baixo e ameaçador.
- Creio que a senhorita Janie não quer ir, senhor Hart! - disse uma voz masculina às costas de Léo.
Ele voltou-se com ímpeto, sempre mantendo Janie nos braços. Era Harley Fowler, encostado no batente da porta, e com um ar agressivo. Há um ano a cana parecia uma piada, mas Harley amadurecera e não parecia estar brincando.
- Diga a ele, Harley! - exclamou Janie triunfante.
- Fique quieta ! - replicou Léo muito zangado - Deveria saber que este não é um lugar para uma moça de família!
- Não tem o direito de me dizer o emprego que devo aceitar - reclamou ela, vermelha de raiva - O que dirá Marilee quando souber que esteve aqui me molestando?
Léo corou até a raiz do cabelo.
- Não vejo ela há muito tempo, pouco me importo se a verei de novo.
Isso era novidade. Janie e Harley o fitaram com interesse.
Porém Miudinho não queria saber de nada, e insistiu:
- Ponha a moça no chão.
- Acha que pode enfrentar Miudinho e eu ao mesmo tempo? - desafiou Harley.
Léo começou a ficar descontrolado.
-Não sei sobre Miudinho - replicou com honestidade, recolocando Janie sobre o solo, sem tirar os olhos de Harley - Quanto a você, posso vencê-lo com uma das mãos.
Assim falando, deu um passo adiante e desfechou um soco inesperado, que fez o outro rapaz perder o equilíbrio e cair sobre a mesa. Léo fitou Janie.
-Se quer este emprego fique com ele - murmurou com brilho gelado no olhar - Mas caso seja molestada por bêbados ou se machuque quando estourar uma briga aqui dentro, não me chame!
- Ora! Como se fosse precisar de você!- redargüiu ela, chocada com nova atitude de Léo.
Ele deu meia-volta e saiu sem lançar nem sequer um olhar para Harley.
Janie correu para o amigo e ajudou-o a se levantar.
- Está ferido? - perguntou com uma voz débil.
Harley esfregou o queixo.
- Só no orgulho meu bem - resmungou com um riso contrafeito - Raios! Léo Hart sabe dar um soco! - os olhos brilhavam com malicia - Acho que se preocupa mais do que imaginávamos.
Janie corou.
- Só estava querendo dar ordens, como está acostumado a fazer.
Miudinho se aproximou e examinou o queixo do outro.
-Está bem machucado, senhor Fowler- comentou.
Harley sorriu. Sabia enfrentar derrotas e vitórias e percebia quando um homem estava com ciúme.Léo desejara dar-lhe um soco no baile, quando o vira com Janie, mas se contivera.Por certo agora se sentia vingado, pensou. De qualquer maneira preferia ter chegado a um acordo mais civilizado, concluiu voltando a esfregar o queixo dolorido.
- Léo Hart é um animal - exclamou Janie - Venha, Harley. Vou fazer um curativo antes que os clientes do restaurante comecem a chegar - Voltou-se para os caubóis que continuavam ali sentados, com olhos esbugalhados - Muito bem, pessoal! A festa acabou! Bebam suas cervejas e comam suas pizzas.
- Sim, mamãe - brincou um deles.
Janie lançou-lhe um olhar furioso e conduziu Harley para os fundos. Jamais admitiria que se sentia inebriada com a atitude de Léo, mas estremecia de prazer a cada instante.
Léo teve sorte de não ser preso por excesso de velocidade, enquanto se dirigia à casa de Fred Brewster. Os pneus de carro esporte pareciam flutuar na estrada.
Fred o ouviu chegar e logo percebeu o que acontecera.
Ficou no portão da casa, com as mãos enfiadas nos bolsos da calça jeans e observou o céu escuro que emoldurava a figura de Léo, avançando em sua direção. O chapéu encobria-lhe os olhos, e o rapaz jamais lhe parecera tanto um Hart como naquele instante.Os irmãos eram conhecidos por não levar desaforo para casa.
- Exijo que ela deixe aquela espelunca - Léo foi logo dizendo, sem cumprimentar o dono da casa - Pode considerar isso uma cláusula de nosso acordo, se assim preferir, mas faça com que volte para casa!
Fred fez uma careta de desespero.
- Tentei dissuadi-la, quando descobri onde pretendia trabalhar.- replicou na defensiva- Mas pela primeira vez na vida Janie impôs e tomou sua própria decisão. O que posso fazer? Ela tem vinte e um anos.
Léo praguejou e Fred perguntou:
- O que aconteceu com a sua camisa? Nossa! Está ensopada de... cerveja!
- Claro! Sua filha me batizou na frente de um monte de caubóis, atirando-me uma caneca - replicou Léo com indignação.
Fred esbugalhou os olhos.
- Janie? Minha filha?
-E depois pediu ajuda a Harley.
- Para quê?
-Dava chute e socos no ar, gritava desesperadamente, e pensaram que eu a estava molestando.
- Chutes?- repetiu o pobre Fred.
Léo comprimiu os lábios e resmungou.
- Muito bem! Vou lhe contar! Tentei arrastá-la para fora daquele bar para trazê-la para casa! Ela resistiu.
Fred soltou um longo assobio.
- Posso ver que resistiu mesmo - fazia força para não rir, mas parou ao observar uma das mãos de Léo estava sangrando e tirou suas conclusões.- Andou batendo em alguém?
- Harley - respondeu Léo de modo lacônico- Ele não deveria ter interferindo! Não é dono de Janie, e pensei que fosse ma apoiar, na tentativa de convencê-la a voltar para casa. Mas não! Ficou ali parado, ordenando-me que a pusesse no chão! Querendo dar ordens a mim!!!!!!!! Teve sorte de só ter levado um soco.
- Nossa - exclamou Fred, enterrando o rosto entre as mãos, e imaginando o assunto que o incidente daria para os fofoqueiros da cidade.
- Não tive culpa - exclamou Léo - Fui ao Shea's para evitar que sua filha fosse insultada e molestada pelos bêbados que freqüentam o bar, e por acaso recebi agradecimentos? Ela me ensopou com cerveja, fui ameaçado por uma montanha humana, riram de mim....
- Quem?
- Alguns caubóis sentados no bar.
Fred pigarreou, disfarçando o riso , e comentou:
- Deve ter sido uma cena e tanto.
Léo fez uma careta e flexionou os braços.
- Quase quebrei os dedos quando soquei o queixo de Harley.Ele precisa ficar de boca fechada.
-Tenho certeza de que agora sabe disso, Léo.
-Diga a sua filha que precisa deixar o emprego de qualquer maneira!
-Direi - replicou Fred sem grande convicção.
Janie cada vez mais demonstrava estar determinada a seguir seu próprio caminho, pensou.
Léo suspirou fundo e fitou-o de modo intenso.
- Não volto atrás em minhas promessas, Fred, e não negarei o empréstimo a você, mas Janie precisa sair do Shea´s. É um lugar perigoso. Certas noites em que estive lá, o segurança não tinha nem tempo para se coçar, tamanha arruaça. Principalmente agora...
Algo no tom de voz do amigo fez Fred se sentir mal.
- Por que ? - perguntou.
- Fred, não diga uma palavra do que eu vou lhe contar a ninguém, nem mesmo a Janie. Compreende?
O velho senhor acenou de maneira afirmativa, e Léo então contou o que ouvira falar sobre os irmãos Clark. Fred ficou de boca aberta, tamanha sua surpresa.
- Acha que meu touro foi morto de propósito?
-Sim - respondeu Léo com ar solene - lamento ter de lhe contar tal coisa, por que nenhum de nos dois pode provar. Clark é esperto. Jamais será pego em flagrante, e sem provas não há progresso.
Fred deixou escapar um suspiro de irritação.
-Miserável!
- Concordo, meu amigo, e é por isso que pus dois de meus homens aqui na sua propriedade para vigiar meu touro. Nenhum matador de gado vai pegar meu animal e sair impune! Também vou instalar câmeras de vídeo. Caso Clark se aproxime daquele touro, vou metê-lo na cadeia.
Fred riu.
- Adoraria que o sem-vergonha tentasse!
- Penso o mesmo, mas não tenho muita esperança que isso aconteça - replicou Léo, dando de ombros. Ainda se sentia dolorido, talvez por ter sido obrigado a segurar Janie, chutando e esperneando, por vários minutos.
Sem querer lembrou-se da suavidade e calor dos seios rijos de encontro ao seu peito, e estremeceu.
- E .. sobre Janie - continuou Fred , sem jeito.
Léo o fitou sem dizer nada.
- Muito bem - disse o senhor de modo cansado - Tentarei incutir um pouco de bom senso na cabeça de minha filha. Entretanto ... bem que ela poderia ser de ajuda no momento, permanecendo lá. Pode ficar alerta e nos avisar se Clark aparecer no Shea´s . Se ele gosta de beber, por certo acabará indo ao bar.
-Janie nunca o viu, como poderia reconhecê-lo ?-replicou Léo.
-Talvez você pudesse descrevê-lo para ela.
Léo voltou a suspirar.
-Detesto colocá-la na linha de fogo.
-Penso o mesmo , mas você, eu e Harley poderíamos nos revezar e estar sempre lá, só para protegê-la - murmurou Fred, lançando um olhar perspicaz para o amigo.
- Não vou pedir nada a Harley- teimou Léo.
-Mas está considerando a idéia não esta?
Sim, Léo pensava no assunto, e acabou por dizer:
- Meus irmãos e nossos peões também poderiam passar pelo Shea´s de vez em quanto.
- Conheço Cy PArks e Eb Scott - acrescentou Fred - Irão me ajudar também.
Bem, com tantos espiões voluntários, concluiu consigo mesmo, Janie seria vigiada constantemente. Acabou por sorrir, e Fred apressou-se a encorajá-lo.
-Foi ou não uma boa idéia, Léo?
- Está morrendo de medo de confrontar Janie e obrigá-la a deixar o emprego, Fred- comentou Léo em tom de brincadeira - O que houve? Teme que sua filha também o encharque com cerveja?
Fred caiu na gargalhada.
-Devo admitir que é muito engraçado imaginar Janie agredindo alguém.
-Tem razão.
-Foi apenas depois do episódio com Marilee que a jovem começara a mostrar sua força, lembrou.Antes sempre fora uma menina comportada e dócil.
- Ela é terrível quando fica zangada - comentou em voz alta - Jamais a tinhas visto perder a paciência.
- Há muito sobre Janie que ainda não conhece - replicou Fred de modo enigmático.
- Tudo bem! Concordo que ela continue trabalhando no Shea´s - disse Léo com improviso - Vou descobrir qual a aparência de Clark, e até conseguirei um retrato dele, se possível. Talvez Grie, da delegacia, possa me ajudar. Um homem que mata um touro a sangue-frio, envenenando-o pode muito bem assassinar um homem. Quero pegar Clark, e Janie poderá nos ajudar. Ela será bem vigiada , ninguém a machucara.
Fred fitou o amigo, notando a emoção que o invadia ao falar de sua filha, e apenas disse:
- Obrigado, Léo.
Capítulo VII
Léo parou na delegacia de Jacobville, e encontrou Cash Grier almoçando.
-Gosta de comida chinesa, Léo? Sirva-se.
- Obrigada, já almocei.
O assistente lançou um olhar apreensivo ao recém-chegado.
-Está aqui por causa de Clark, imagino.
Léo franziu a testa surpreso, e Grier sorriu.
-Sou vidente. Aprendi isso na CIA.
-É um homem cheio de mistério e suspresas, Cash.
Grier deu de ombros.
- Preciso ser. Não quero que as pessoas percebam que estou espionando os alienígenas em nosso planeta - Inclinou-se para frente, em um gesto confidencial - Já os ouvi também por aí, não?
Léo percebeu a brincadeira e riu, enquanto Cash se ajeitava na cadeira, e punha os pés calçados com botas sobre a escrivaninha.
- Assim esta melhor - comentou - Pretendo ficar em jacobsville por alguns meses e ver se me adapto á vida tranqüila de uma cidade pequena. O que deseja saber sobre Clark?
- Gostaria de obter uma foto dele - confessou Léo - Uma amiga minha está trabalhando Shea´s e vou lha pedir que fique observando caso ele apareça, para saber com quem conversa e o que faz ali. Ela vai precisar reconhecê-lo se o vir.
- Isso é perigoso - comentou grier - O irmão de Jack Clark quase matou um homem em Victoria, por que suspeito que o espionava. Fez ameaças também.
A expressão carrancuda.
-Por que os homens desse tipo estão soltos nas ruas?
- è impossível incriminar ou prender pessoas sem instaurar processo judicial - replicou Grier - E neste caso é uma pena - finalizou com um sorriso irônico.
Léo balançou a cabeça, curioso.
-Cash, você é um policial muito especializado para acabar em Jacobsville, Texas. Porém, no momento, o que me interessa é Clark.
- Certo- remexeu na gaveta da escrivaninha e retirou um pedaço de papel - Tome. Se alguém perguntar, não sabe de onde veio isso.
Léo olhou para pó recorte de jornal que mostrava dois homens, sem duvida irmãos. Por incrível que parecesse, recebiam um premio de cidadania por terem recolhido reses desgarradas.
-Belo truque- comentou Grier por entre os dentes cerrados - Posso imaginar o que aconteceu de verdade. Cortaram o arame farpado para roubar o rebanho, e quando foram vistos roubando os animais, fingiram que estavam cercando para levar de volta ao pasto. Os dois tinham um caminhão atrelado a um trailer, perto da estrada, e disseram que haviam parado para socorrer o gado- riu sem alegria - Dá para acreditar?
-Pode fazer uma cópia disso para mim?
-Fique com essa. Tenho mais duas.
-Então estava esperando problemas,...- disse Léo.
-Dois caríssimos touros mortos em um mês, ambos da mesma linhagem, é muita coincidência, não? Quando soube que Jack Clark estava trabalhando para Duke Wright, somei dois mais dois.
- Mais isso não é uma prova - replicou Léo com um ar infeliz.
- Ainda não. Vamos dar tempo ao tempo e ver se ele se enforca com a própria corda -pousou as mãos grandes sobre a escrivaninha - Avise sua amiga pata não se expor. Esses homens são perigosos.
-Direi a ela não se preocupe.
- E pare de surrar homens no Shea´s. O local fica fora dos limites da cidade, por tanto não posso prendê-lo, mas posso pedir ajuda ao xerife - disse Grier de improviso- E nunca mais tente raptar mulheres no local de trabalho.
- Sabe de tudo o que acontece nesta cidade? Estava apenas tentando salvar Janie Brewster - defendeu-se Léo.
- Do quê?
- Arruaceiros!
Grier riu, levantou-se. Léo não enganava com seus ares de irmão protetor.
- Vá embora. Tenho mais o que fazer.
Mas o caçula dos Hart não se deu por vencido.
- Caso Harley Fowler tenha dito que eu o agredi sem uma causa justa, está mentindo. Deveria ter me apoiado e ajudado a tirar Janie de lá.
- Bastava explicar suas intenções a moça - continuou Grier - Muito mais simples - observou as mãos ed Léo avermelhadas - E menos dolorido.
Léo não conseguia entender seus próprios sentimentos a respeito de tudo que acontecera no Shea´s e por isso ficou calado. Lançou um olhar sardônico para Grier e foi embora.
Léo estava preocupado por envolver Janie Brewster naquela historia sórdida com Jack Clark. Talvez o homem nem se aproximasse do Shea´s, pensou.Podia muito bem comprar uma garrafa de uísque e ficar no alojamento do rancho. Entretanto havia uma grande possibilidade de querer beber com alguma companhia e procurar o burburinho do bar.
Léo odiava pensar em qualquer coisa que pudesse prejudicar Janie, e não compreendia por que, de repente, passara a detestar Harley.Mas ela estava em posição privilegiada para espionar Clark, pois poderia observá-lo e passar despercebida. Afinal era preciso vigiar uma pessoa que matava animais sem piedade, e que podia fazer pior, consolou-se.
No domingo a tarde, Léo foi a casa de Janie, em meio a uma chuva melancólica. Fred contou que ela perambulava pelo campo, usando capa, e que estava tão tristonha, quanto o dia.
Léo voltou para a picape e foi procurá-la.
Janie nem percebeu o som do motor se aproximando. Mantinha as mãos no bolsos da capa de plástico, e olhava para o solo, perdida nos próprios pensamentos.
Foi uma surpresa saber que Léo se preocupava com seu bem-estar no Shea´s e a tentativa de carregá-la de lá a deixara secretamente eufórica.
Porém ele desistira, e isso a deixava confusa e com remorso por ter sido o motivo de Harley levar um soco.
A picape estava quase ao seu lado quando, por fim, percebeu, e pulou ra a beira da estrada.
Léo brecou e abriu a porta de passageiro.
- Entre antes que pegue uma pneumonia- ordenou.
Ao vê-la hesitar, sorriu com ironia.
- Não estou armado, nem sou perigoso. Só quero conversar.
Janie aproximou-se, e comentou:
-Nos últimos tempos anda muito esquisito. Acho que sente falta de biscoitos caseiros.
Enrubesceu ao perceber o que dissera, mas acabou entrando no veículo. Baixou o capuz da capa e revelou os cabelos úmidos. Léo ligou o ar quente, resmungando:
- Que bobagem caminhar na chuva!
- Não faz mal. A capa é impermeável.
Sem explicar, ele dirigiu-se até os campos dos Hart, onde poderia ficar a sós. Desligou o motor e encostou-se na porta da picape, observando-a com olhos semicerrados.
- Seu pai disse que não quer deixar o emprego.
- É isso mesmo - respondeu Janie, pronta para a batalha.
Léo começou a tamborilar no volante, e prosseguiu:
-Andei conversando como Grier.
- Ora! Não pode me mandar prender só por que recuso a deixar um serviço.
- Há um homem na cidade que pode estar envolvido com as súbitas mortas de gado. Quero que olhe com atenção este retrato e me diga se já o viu no Shea´s - retirou do bolso o recorte de jornal e entregou-o a Janie, que observou os dois irmãos.
-Não conheço o da esquerda - murmurou - mas o outro vai lá todos os sábados e bebe uísque puro. È barulhento e pragueja o tempo todo. Miudinho precisou mandá-lo embora da ultima vez.
A expressão de Léo tornou-se sombria.
- È uma pessoa vingativa - explicou.
- Sabemos disso ! Quando Miudinho is para casa naquela noite descobriu que os quatro pneus de seu carro estava furado.
-Deu queixa na delegacia?
-Sim, mas vai ser difícil provar quem fez isso.
Verdade, pensou,sempre era difícil conseguir provas quando se tratava dos irmãos Clark.Em voz alta, disse:
- O homem que procuramos chama-se Jack Clark , e é o que você reconheceu na foto - tomou de volta o recorte das mãos de Janie, e guardou-o no bolso com muito cuidado - Caso volte ao Shea´s , gostaria que observasse com que ele fala. Seja discreta e peça a Miudinha para esquecer o caso dos pneus. Pagarei os estepes para ele.
- É muito gentil de sua parte - replicou Janie.
Léo deu de ombros.
-Miudinho toma conta de você, e isso me agrada.
Sentindo o olhar profundo e quente sobre seu rosto, Janie mexeu-se no assento, sem saber o que fazer. Era maravilhoso estar ali sozinha na picape, a chuva fustigando o capô. Era quase a realização de um sonho, pensou.
Curiosa, perguntou:
-Jack Clark é suspeito exatamente de quê?
- Para começar, talvez tenha matado o touro de seu pai.
Janie prendeu a respiração.
- Por que faria tal coisa? - sussurrou.
- O animal era descendente de outro touro que matou em Victoria. Jack trabalhava para o proprietário que o demitiu. Parece que foi vingança.
- Então é um louco.
Léo aquiesceu com um gesto de cabeça.
- Por isso mesmo deve tomar cuidado se ele voltar ao restaurante. Não deixe que antipatize com você, nem o encare o tempo todo. Procure passar despercebida - suspirou com impaciência e raiva - Detesto a idéia de deixá-la tão próxima a esse lunático. Deveria ter surrado Miudinho também, e levado você dali naquele momento.
- Você não tem por que se preocupar comigo - murmurou Janie, enfrentando o olhar furioso de Léo.
Os olhos escuros a observavam de cabeça aos pés, então ele sussurrou:
-Será que não?
Janie engoliu em seco, e disse com um fio de voz:
- É melhor irmos embora.
Com um gesto rápido, Léo inclinou-se, segurando-a pelos braços, e a fez sentar-se em seu colo.
-Léo - exclamou Janie, envergonhada pelo contato intimo e tentado se levantar.
Ele a enlaçou pela cintura e observou o rosto afogueado.
- Pare de se agitar tanto ,caso contrario não serei responsável pelos meus atos- murmurou sensual.
-Deixe-me em paz!
-Relaxe do que tem medo?
Janie não sabia o que dizer. A proximidade entre seus corpos era inebriante, e era delicioso estar presa entre os braços fortes. Sentiu os mamilos rijos, que roçavam o tórax musculoso, e observou o olhar de Léo sobre seus seios.
Em defesa, exclamou:
- Pare com isso!
Ele a fitou com um sorriso maroto.
- Um homem gosta de saber que impressiona uma mulher.
- Já me impressionou demais - redargüiu ela com sarcasmo.
Léo inclinou-se para frente e beijou-lhe os lábios de modo suave.
- Sinto-me atraído por você!
-Pois trate de se controlar.
Janie sabia que precisaria ser firme e resistir ao calor dos lábios sensuais.
- O corpo tem vontade próprio - sussurrou Léo, deslizando a mão até a abertura da capa de chuva.
Com gestos lentos, deslizou-a pelos ombros de Janie, abrindo sua blusa, e acariciando a renda do sutiã. De modo instintivo, ela segurou-lhe a nunca, enterrando os dedos nos cabelos macios.
A chuva principiara a cair com mais força, pingos grossos chocavam-se com o barulho do capô do carro, e o ritmo violento acompanhava as batidas de seu coração.
-Por favor - gemeu.
- O quê? - sussurrou ele, beijando-a.
- Não pare!
A mão forte apossou-se de seu seio , enquanto o olhar intenso não a deixava um só instante.
Janie estremeceu, e pendeu a cabeça para trás em um gesto de abandono.
-Você é surpreendente- murmurou Léo com a voz rouca.
Dessa vez seus lábios se uniram com violência em um beijo longo e profundo. Por fim Léo conseguiu despir-lhe a blusa e começou a abrir o sutiã. Janie já não conseguia resistir.
- Tudo irá mudar depois disso, você sabe - sussurrou ele.
- Sim.
Livrando os seios pequenos, admirou-os com volúpia.
- Você me excita tanto que nem sei o que faço - gemeu - Não planejei isso Janie.
Em resposta , ela o abraçou com força, sem querer pensar nas conseqüências do que iria em breve acontecer. Sentia apenas a força do corpo viril de encontro ao seu, e um desejo enorme, insatisfeito e voraz.
- Eu o quero, Léo.
- Também a desejo, Janie.
As mãos abaixaram o zíper da calça jeans e, aos poucos, foram-se revelando os quadris delicados e as pernas longas e macias.Só então a fitou nos olhos e , de repente, percebeu onde estava, e parece que só então viu a blusa e o sutiã de Janie no chão da picape.
-O que estamos fazendo - vociferou chocado.
- Não sabe- replicou ela tentando fazer graça.
Léo olhou para os vidros embaçados e de novo para a linda garota descabelada e submissa sobre seus joelhos.
Com gesto brusco empertigou-se, fazendo-a sentar-se ao seu lado. Observou-a tatear em busca de roupas, e fechar o jeans. Naquele instante ouviram a buzina de outro veiculo.
A aparência de Janie era terrível, pensou. Os lábios inchados, fazes afogueadas e cabeleira em total desordem.
Ele também não devia estar melhor, concluiu. O chapéu caira em algum lugar e, sem duvida, tinha marcas de batom no rosto.
Fitou-a por um longo momento enquanto a outra picape estacionava ao lado. Não conseguia ver nada, devido aos vidros embaçados. Passou a mão na janela, e vislumbrou seu irmão Cag dentro do outro veiculo, com Tess ao seu lado. Tentavam não olhar para dentro da picape, e pareciam muito embaraçados.

Capítulo VIII
Léo baixou o vidro e fitou o irmão e a cunhada com ar de desafio.
-Bem ? O que desejam?
-Queríamos saber se estava tudo bem - disse Cag vacilante, e tentando não olhar para Janie- A picape estava parada aqui, no meio do nada,e ..
-Tudo bem - interrompeu Tess, tentando ajudar o marido a se livrar daquela situação difícil - Não vimos ninguém nem... nada.
- Sim, nada mesmo- disse com ímpeto.
- Estava mostrando uma foto dos irmãos Clark para Janie - explicou Léo com frieza, retirando a prova do bolso. O recorte surgiu amassado e rasgado e, com gesto canhestro, ele tentou arrumá-lo -Estão vendo?
Cag pigarreou e desviou o olhar, dizendo:
-Deveria tê-lo tirado do bolso antes de ... bem.... vou embora!
Léo voltou a fechar o vidro da picape. Ao seu lado, Janie tremia, e parecia prestes a cair na gargalhada.
-Não tive culpa- disse ela, tentando manter a voz firme- Estava sentada aqui, bem quieta, quando você resolveu bancar o Romeu.
-Boa comparação - resmungou ele, fitando-a com intensidade.
JANIE começava a voltar a realidade. Recolheu o chapéu de Léo no chão.
- Está todo amassado também - murmurou com um sorriso.
Léo segurou-o com um gesto irritado e atirou-lhe para o banco de trás.
- Vou mandar lavá-lo.
Janie sentou-se muito aprumada, as mãos cruzadas sobre o colo, os dedos brincando com a capa de chuva que colocara sobre os joelhos.
- Marilee causou uma grande confusão entre nós dois- disse Léo de improviso, surpreendendo-a - lamento muito.
- Quer dizer que não me odeia? - retrucou Janie com tímida.
Léo fez uma careta.
- Estava furioso por que acreditei nas mentiras dela - confessou - Falei sem pensar, nada do que disse partiu do meu coração. Sei que não resolve muito, mas peço desculpas por todas as palavras que a fenderam.
Ela brincou com um botão da capa e desviou o olhar. Talvez o remorso o tivesse feito desculpar-se, pensou, e não apreciasse o fato. Conhecia Léo o suficiente para saber que detestava magoar os outros.
Após um breve silêncio, ele disse.
- Vou levá-la para casa. Aperte o cinto meu bem.
As ultimas palavras a deixaram radiante, mas tratou de se conter. Não podia se deixar levar de novo por falsas esperanças, pensou.
A picape girou na curva para a estrada principal, enquanto entabulava conversa.
- Fred e eu vamos cercá-la de vigilância no Shea´s. Conhecemos a maioria dos fazendeiros de JAcobsville. E Poe pedir a Harley que vá vê-la de vez enquanto - acrescentou com ar magnânimo - Irei me encarregar com seu pai de convocar os outros.
Janie lançou-lhe um olhar de soslaio.
- O queixo de Harley ficou muito inchado.
O olhar de Léo tornou-se sombrio e perigoso.
-Não tinha nada que interferir em nossa conversa. Você não é propriedade dele.
Janie não soube o que responder. O tom de voz parecia de um homem enciumado, mas por certo isso era impossível, concluiu consigo mesma.
De repente Léo perguntou, furioso:
- Já sentou com Harley em um furgão e deixou que tirasse sua blusa?
-Claro que não! - explodiu Janie.
Léo acalmou-se em um segundo. Remexeu-se ainda impressionado pela volúpia sexual que sentira havia a pouco, e resmungou:
- Tudo bem.
-Não tem direito de me fazer esse tipo de pergunta nem de ter ciúmes de mim- acusou Janie com raiva.
-Depois do que fizemos aqui ? - replicou com ironia. - Ora! È evidente que tenho!
- Também não pertenço a você!
- Mas isso quase aconteceu. CAg e Tess a salvaram.
- Como disse?
Léo endereçou-lhe um olhar faiscante.
-Janie, você estava com a calça enrolada até os joelhos. Já esqueceu?
-Léo -ela gritou.
-Acho que não teria parado - continuou ele, fazendo uma curva - E você parecia bem contente com a perspectiva - acrescentou em tom de afetuosa zombaria.
Ela engoliu em seco, e ficou vermelha como um pimentão.
-Que audácia.
- Isso mesmo. O que fizemos foi audacioso, querida. Para sua informação, no futuro não deixe um homem chegar no ponto em que cheguei. É ingênua e inexperiente, e existem conselhos que deve seguir.
- Não preciso seguir seus conselhos.
- Claro que sim!
Janie calou-se, lembrando do prazer sensual que sentira com os lábios quentes de Léo roçando seu corpo de modo intimo.
- Entende demais de mulheres - vociferou com voz rouca.
-E você não sabe nada sobre homens - replicou Léo com um sorriso - Fico feliz por isso. Perdeu o autocontrole no instante em que a toquei. Teria me deixado fazer o que quisesse, e não pode imaginar como vibrei sabendo disso. Foi maravilhoso.
Janie estava confusa. Não sabia o que concluir com essas palavras. Primeiro ele fora rude e paternalista, e depois admitira que ela o excitava. Uma hora agia como um irmão mais velho, outra como namorado.
O olhar de Léo a fez voltar ao momento presente.
-Acredita mesmo que as coisas voltarão a ser o mesmo que aconteceu nesta picape? - ele perguntou com suavidade - Lembro-me de ter dito que tudo mudaria.
Janie pigarreou.
- Sim, disse.
-Já mudou. Olha para você e fico excitado - confessou com rude franqueza - E cada vez a tensão será maior.
- Não vamos ter um caso. - exclamou Janie com expressão digna.
- Ótimo! Fico feliz que possui tanto autodomínio. Pode me dar aulas.
- não entrarei mais em uma picape sozinha com você.
- Então da próxima vez virei com o carro - replicou Léo em tom de brincadeira - è claro que teremos de abrir as duas portas. Não vou conseguir me acomodar no banco da frente como fiz aqui.
- Isso não se repetira. - murmurou Janie, apertando a capa de chuva de encontro ao peito.
- acontecerá, bastará eu voltar a tocá-la.
Ela o fitou indignada.
Léo enveredou por um atalho lamacento que conduzia até as pastagens de Fred, desligou o motor e agarrou Janie com calma.
Voltou a colocá-la sobre seus joelhos, e seus lábios sugaram-lhe a boca com luxuria, enquanto a mão experiente deslizava pela suas costas, fazendo-a vibrar como acontecera antes, e pender a cabeça para trás com um gesto de completo abandono.
- Está sentindo? - murmurou Léo junto ao ouvido - tente resistir.
Janie sentia-se presa em um mundo irreal de sensações deliciosas. Não conseguiu protestar nem mesmo quando ele tocou-lhe os seios e acariciou-lhe por sobre a blusa.
Ela o enlaçou pelo pescoço e aproximou-se mais, tremula e indefesa, sentindo a pulsação do corpo viril, que, sem palavras, revelava quanto a desejava. Gemeu, em um misto de felicidade e desespero.
- É a coisa mais estúpida que já fiz na vida- murmurou Léo gemendo também, apertando-a de encontro ao peito e beijando-a de modo frenético.
Inclinou-se mais no banco, quase se deitando, e a fez fazer o mesmo, de modo que sentisse a pressão e força de seu desejo.
Janie não estava chocada e demonstrava desejá-lo com a mesma intensidade. Os dois pareciam se unir de como se sempre tivessem sido amantes.
As mãos fortes apertavam os quadris delicados de encontro aos seus, em um frenesi de sensualidade, e..
De novo a aproximação de um motor possante o fez erguer a cabeça com um gesto brusco. Fitou o rosto afogueado de Janie, sentindo seu hálito quente. CoM um olhar embaçado, voltou o rosto para a janela da picape a tempo de ver o velho furgão de FRED surgindo na pastagem, um pouco adiante.
Deixou escapar uma palavra que Janie só ouvia na boca de Miudinho quando discutia com fregueses bêbados, e, de modo rude, rapidamente afez sentar-se de novo, afivelando- o cinto de seguranças.
Janie tremia como se estivesse com frio. Baixou os olhos para o corpo de Léo que vibrava de paixão, e corou até a raiz dos cabelos.
- Um homem não consegue controlar essas reações - disse ele com simplicidade.
Janie abraçou o próprio corpo e murmurou:
- Posso entender. Também sinto o mesmo.
O mau humor que o invadira instantes antes, ao perceber a aproximação de Fred, parecia deixá-lo. Não conseguia afastar olhos de Janie, como se um imã o atraísse de modo irresistível.
Ele olhou e disse:
- desculpe-me.
- Por quê? Nós dois apreciamos o que aconteceu.
Janie ardia de desejo insatisfeito e , de maneira instintiva, continuou:
- Se você usasse um preservativo.
Dessa vez foi Léo quem corou. Não podia acreditar no que ouvira.
Fred estacionou o furgão ao lado da picape e baixou o vidro.
-A chuva parou - anunciou - Pensei em ir até o rancho de Eb Scott pedir que mande seus homens ao shea´s com freqüência.
- Boa idéia - replicou Léo, descabelado e vermelho - Encontrei Janie passeando, e dei-lhe uma carona.
DE modo sensato, Fred evitou encarar os dois, mas tinha certeza de que interrompera algo importante.
- Não vou me demorar querida - disse, sem olhar para a filha.
- Certo, papai. Dirija com cuidado - respondeu Janie com voz débil
Fred acenou , sorriu e foi embora.
Imitando-o, Léo deu partida no motor. Ainda tentava controlar a respiração apertada. Fitou o caminho enlameado, á frente, evitando olhar para Janie. Como se não houvesse sido interrompido., respondeu ao que ela dissera antes de Fred chegar.
- sim, posso usar um preservativo, mas o sexo vicia Janie. Uma vez será apenas o começo, e não uma cura, entendeu?
Ela acenou que sim, começando a se recompor e percebendo, envergonhada o que dissera.
Léo esticou o braço e segurou-lhe uma das mãos frias.
- Não pode imaginar como estou envaidecido - murmurou - Era virgem e ia se entregar para mim...
Janie engoliu em seco e pediu com voz suplicante:
- Pare, por favor.
Ele soltou-lhe a mão.
- Vou levá-la para casa. Se não trabalhasse no sábado, poderíamos ir ao cinema e jantar.
O coração de Janie deu um salto.
-Quer sair ... comigo?
Léo a fitou com ar de posse.
- Poderia vestir o que usou no baile - acrescentou ele com voz rouca - Gosto de admirar os seus ombros. Tem uma pele linda - O olhar desceu vagaroso, pelo corpo de Janie - E lindos seios também, com mamilos rosados e ...
- Léo Hart - ela exclamou escandalizada.
Mas em resposta ele se inclinou e beijou-a com fúria.
- Da próxima vez vamos ficar os dois sem roupa. Isso acabará coma sua vergonha.
Só em pensar naquela possibilidade, Janie enrubesceu uma vez mais e tentou se justificar.
- Sei que disse muitas tolices naquela hora, mas...
Léo voltou a parar o carro e beijou-a outra vez, com delicadeza.
- Nós dois nos conhecemos a vida toda - falou com seriedade, buscando seu olhar - Acha que sou o tipo de homem que se aproveita de uma moça?
-Não - admitiu ela.
- Jamais faria isso com você , Janie. Sempre foi especial para mim, antes mesmo de nos beijarmos na cozinha de sua casa - acariciou-lhe os cabelos com a ponta dos dedos, o que a fez estremecer - Mas depois que senti o gosto de seus lábios, serei sua sombra. Faz idéia do que acontece comigo?
-Você me deseja - respondeu Janie com a voz rouca.
- Vai um pouco além do sexo - redargüiu Léo, voltando a beijá-la nos lábios - Digamos que estou... fascinado. Lembra-se de como gemeu quando a toquei por debaixo da blusa?
Janie engoliu em seco.
-Sim...
- Então imagine como seria se minha boca a tocasse ali também...
Ela apenas estremeceu, e Léo continuou no tom de voz baixo e sensual que a enlouqueceria.
- Mas vamos dar tempo ao tempo. Por enquanto trate apenas de ficar ed olhos e ouvidos bem abertos, e não faça nada no seu trabalho que possa deixa Clark intrigado.
- Tomarei cuidado.
Léo a fitou com intensidade.
-Se ele a tocar, vou matá-la.
Podia ser um comentário sem sentido, mas não era, pensou Janie. Jamais vira um olhar como aquele, e ficou amedrontada.
Uma mão poderosa segurou-lhe pela nuca.
-Janie, você me pertence - sussurrou - Serei seu primeiro homem. Pode apostar!
O novo beijo foi , ao mesmo tempo, excitante e selvagem, mas muito breve. Léo forçou-se a largá-la, e deu partida no motor, voltando a estrada para a fazenda. Entretanto sem querer seus dedos enlaçaram os delas, como se detestasse perder o controle física. Janie de nada sabia, mas Léo acabara de tomar uma decisão, e nada o demoveria naquela idéia.
Na sexta-feira seguinte , Jack Clark apareceu no Shea´s.
Janie não comentara a seu respeito com ninguém no restaurante, temendo ameaçar a própria segurança. Mas começou a observá-lo com atenção. O homem era alto, muito magro e desajeitado. Sentou-se sozinho a um canto, olhando ao redor de modo nervoso, como se estivesse louco para arrumar confusão.
Um caubói empregado de Cy Parks e homem de confiança de Harley Fowler, levantou-se a se encaminhou até o balcão do bar. Sentou-se em um banquinho e pediu cerveja e pizza.
-Olá, senhorita Janie - saudou com um sorriso que mostrava a falta de dente - Harley mandou dizer que em breve virá vê-la aqui.
- Que gentileza a dele - Janie retribuiu o sorriso - Já vou providenciar seu pedido Ned.
Rabiscou em um papel verde e passou para a cozinha.
- Onde está meu uísque - gritou Clark do deu canto - Já estou sentando aqui há cinco minutos.
Janie olhou torto. Miudinho não estava por ali, sem dúvida estava trabalhando nos fundos, e Nick, o cozinheiro, tinha massa até os cotovelos. Ela teria de providenciar o pedido, concluiu.
Preparou uma dose de uísque e colocou o copo sobre a bandeja.
Encaminhou-se á mesa de Clark, forçando-se sorrir.
-Aqui está senhor.
O homem a fitou com os olhos azul desbotado e rosnou:
- Que isso não volte a acontecer. Detesto esperar.
-Sim, senhor.
Assim dizendo, Janie deu as costas para voltar para o balcão, mas Clark a reteve pelo laço do avental e a fez girar, fazendo-a prender a respiração ao sentir uma mão suada tocar-lhe a cintura.
- É bem bonitinha, garota. Por que não senta no meu colo e me ajuda a beber isto?
Caso Miudinho estivesse presente Janie teria recusado a servir a dose de uísque, mas no momento caíra na armadilha e não sabia como escapar. Seus piores temores pareciam estar acontecendo de verdade.
- Também preciso levar uma bebida para o homem no bar - disse apontando para o caubói de Harley - Voltarei logo, esta bem?
- Aquele garoto poderá servi-lo - replicou Clark, por sua vez apontando para Nick, o jovem cozinheiro detrás de vidraça da cozinha.
- Ele está preparado as pizzas, senhor- protestou Janie começando a ficar com medo- Por favor!
Desculpar-se foi um erro. Jack Clark adorava apavorar mulheres e vê-las suplicar. Sorriu de maneira maldosa.
- Já disse para ficar aqui.
Puxou-a para os joelhos ossudos , e Janie gritou.
Como um raio, dois caubóis que até então permaneciam quietos a um canto, levantaram-se com uma expressão perigosa e aproximaram-se da mesa de Clark.
-Ora, ora! - resmungou ele - Você tem anjos-da-guarda com botas. - levantou-se arrastando Janie - Afastam-se - gritou, segurando-a pelos cabelos de modo ameaçador.
De súbito, esbofeteou seu rosto com toda a força e, em seguida, retirou uma faca do bolso. A lamina brilhou, enquanto retinha a jovem pelos ombros brandindo a arma.
- Afastam-se rapazes - voltou a gritar - Ou vou cortá-la em pedaços.
Encostou a face no pescoço de Janie que, amedrontada , lembrou-se de todos os golpes de defesa pessoal que aprendera vendo televisão ou ouvindo o pai. No momento sabiam que era ineficazes quando alguém mantinha uma arma em seu pescoço, pensou. Clark cortaria seu jugular se os homens se aproximassem mais.
Imaginou-o arrastando-a para fora do bar e violentando-a. Tudo era possível com um mau- caráter como aquele, concluiu. E não havia ninguém para impedi-lo. Se ao menos Léo estivesse ali, rezou consigo mesma.
De modo vago, percebeu Nick se esgueirar até o telefone.Quem sabe conseguiria ligar para a policia, pensou esperançosa.
Segurou o pulso de Clark, tentando afastar a lâmina.
- Está me machucando - gemeu.
-Verdade? - sibilou o bandido, apertando-a mais.
Janie sentiu que o ar lhe faltava e então, como se fosse uma inspiração, lembrou-se do que fizera uma mulher durante um ataque. Se fingisse um desmaio, pensou, talvez ele a soltasse.
- Não... posso... respirar- disse com a voz entrecortada, fechando os olhos.
Se perdesse os sentidos, Clark tanto poderia soltá-la, como corta-lhe a garganta. Mas de qualquer modo o pegariam, concluiu. Valeria a pena.
Deixou o corpo pender, no exato momento em que ouviu um grito da porta.
Nos minutos caóticos que se seguiram, viu-se atirada para o chão com tanta violência que machucou o cotovelo e a cabeça.
Gritou com a dor do impacto e, ato contínuo, Léo Hart e Harley Fowler surgiram no salão pela porta da frente, correndo para Clark. Harley chutou a faca da mão do homem, e a arma voou pelo salão. Entretanto o bandido também era bom de briga , e atingiu-lhe o estômago com movimento de perna, fazendo Harley se esparramar sobre uma das mesas.
Léo tentou segurá-lo por detrás, mas também foi atirado para longe.
Os dois outros caubóis, ao verem que, apesar do tamanho de Léo e a destreza de Harley, Clark os tinha abatido com facilidade, trataram de se acautelar.
Fez-se um súbito silêncio , e Janie conseguiu se sentar no chão a tempo de ver o policial Cash Grier entrar no restaurante e se aproximar do agressor.
Jack Clark voltou-se, segurando a faca outra vez, e lançou-se sobre o recém-chegado. O assistente do delegado esperou de modo paciente pelo ataque, e sorriu. Foi o sorriso mais frio e perigoso que Janie já vira.
Grier moveu-se tão depressa como um raio e, quando Clark se aproximou o suficiente, tomou-lhe a faca da mão, atirando-a de encontro a parede. Como o impacto, a arma voltou no espaço e caiu sobre o balcão, enterrando-se profundamente na madeira. Miudinho levaria um algum tempo para conseguir arrancá-la de lá.
Em silêncio e com calma, Grier voltou-se de novo para o inimigo e esperou.
Clark estava furioso por ter sido pego distraído, e arremessou-se sobre o policial como um trator. Porém, de novo, GRier se afastou, evitando o soco, e atingiu o outro queixo, com um movimento de perna que teria orgulhado Bruce Lee.
Começou então a esmurrá-lo de maneira metódica, desferindo golpes de braços e pernas, até fazê-lo cair no chão, sem fôlego e vencido.
Tudo não levou mais de três minutos. Clark pôs as mãos nas costelas e começou a gemer. Grier postou-se sobre o homem, a respiração normal, como se não tivesse feito o menor esforço, e pegou as algemas do bolso.
Léo já se recompusera e correra para Janie, apertando-a de encontro ao peito, enquanto ela esfregava o cotovelo dolorido.
- Quebrou o braço - perguntou ele em tom preocupado.
Ela balançou a cabeça em negativa.
-Não , meu cotovelo está apenas machucado e ralado. Minha boca está sangrando?
Léo acenou de modo afirmativo, o rosto pálido. Em pensamento, censurou-se por não tê-la ajudado. Ele e Harley deveriam ter dominado Clark, resmungou consigo mesmo.
Pegou um guardanapo de sobre as mesas, e limpou o sangue dos lábios e face de Janie. O lado esquerdo do rosto começava a inchar e ficar escuro.
Enquanto isso, em silencio , Grier tomava conta do bandido. Fizera-o encostar-se na parede, afastar as pernas, e estender as mãos para ser algemado.
Por fim falou com calma.
-Preciso de uma testemunha para comparecer diante do juiz e dar queixa do ocorrido.
- Aqui estou - prontificou-se Harley, limpando o sangue da boca, também com guardanapo - E creio que o senhor Hart irá comigo.
- Pode apostar que sim- replicou Léo - Mas primeiro preciso levar Janie para casa.
- Não há pressa - disse Grier, segurando Clark pelo pescoço - Harley, sabe onde mora o juiz Burr Wiley? Vou levar este homem até ele.
- Sim, senhor. Irei direto para lá dar queixa, de modo que possamos prender este... cavalheiro - em tempo mudou de expressão que desejaria ter usado, por consideração a Janie . Voltou-se para ela - Tudo bem com você?
Janie estava tremula, e apoiava-se em Léo.
- Claro - esforçou-se para sorrir - Vou ficar ótima.
- Vou pegá-los - vociferou Clark, olhando para Léo e Janie - Vou pegar vocês dois!
- Não agora - replicou Grier com paciência - Farei com que o juiz saiba de todas as acusações a seu respeito.
- Conte comigo - exclamou Janie, fazendo uma careta ao sentir dor no queixo. - Mas não hoje a noite - interpôs Léo, segurando-a pelo ombro de modo protetor - Vamos, meu bem. Vou levá-la para casa.
Seguiram Harley e Grier e seu prisioneiro. Os três entraram na viatura de policia, e Léo e Janie dirigiram-se para a picape.
Com delicadeza, ele a ajudou a subir o banco da frente, e só então Janie notou que Léo usava roupas e botas de trabalho.
- Deve ter vindo correndo para o Shea´s - comentou.
- Estávamos levando gado para um novo pasto. Um dos touros escapou e tivemos de persegui-lo - Léo examinou as botas enlameadas - Desejava ter vindo há mais de uma hora, mas não foi possível. Por coincidência cheguei ao mesmo tempo que Harley.
- Dois homens de Cy Park estavam no bar, mas quando Clark começou a me ferir, recuaram com receio que o louco me matasse.
Léo tomou-lhe a mão. O lindo rosto de Janie ficaria com um hematoma, e a visão do machucado o deixava furioso.
- Obrigada a todos vocês - disse ela.
- Harley e eu não ajudamos muito - replicou Léo com um sorriso encabulado - Clarkdeve ter treinamento militar, mas por sorte não foi páreo para Grier. Foi como assitir a um filme de lutas marciais. Nem dava tempo de ver os pés de Grier se movendo.
Janie só tinha olhos para Léo e perguntou:
- Aquele brutamontes o machucou?
-Só no orgulho. Jamais fui derrubado com tanta facilidade.
- Pelo menos tentou - murmurou ela- Obrigada de novo.
- A culpa foi minha. Nunca deveria ter ´permitido que continuasse no Shea´s
- Foi minha escolha.
Léo beijou na testa.
- Não vou levá-la para sua casa nessas condições, porque Fred terá um colapso. Vamos para a minha, e de lá telefonaremos ao seu pai dizendo que houve um pequeno problema, e que irá se atrasar.
- Tudo bem - replicou Janie, sem forças para resistir.

Capítulo IX

A casa estava deserta, e a única luz vinha da sala de estar. Léo conduziu Janie pelo vestíbulo até seu espaçoso quarto, fechou a porta com um gesto decidido, e a fez entrar no banheiro decorado com ladrilhos azuis.
As toalhas era felpudas, com listras brancas e azuis, e havia sabonetes expostos, de todos os tamanhos e cores.
Ele a conduziu ao armário de medicamentos e ergueu-lhe o queixo para ver seu rosto com clareza.
- Há um arranhão enorme aqui, murmurou, logo encontrando outro corte menor no canto da boca delicada.
AS mãos de Léo deslizaram para a blusa de seda, e Janie tentou impedi-lo de modo instintivo.
-Está tudo bem - assegurou Léo.
Desabotoou a blusa atirando-a ao chão, procurando outras marcas. Uma mancha rocha surgia no ombro esquerdo. Tirou-lhe o sutiã e deixou que deslizasse também, ignorando os esforços de Janie para reter a peça de roupa.
Havia uma escoriação sobre um dois seios brancos.
-Bastardo - resmungou Léo.
- Clark também teve sua cota de ferimentos por conta de Grier - confortou Janie.
-Porém teria sofrido mais, se não houvesse me derrubado logo de saída - replicou Léo, aborrecido consigo mesmo - Não me lembro de alguma vez ter sido surpreendido como hoje.
- Não se torture. Fique ainda mais machucada no mês passado quando caí do cavalo.
Ele baixou-lhe o zíper da calça jeans, e Janie entrou em pânico. A calcinha de renda surgiu, e Léo a acariciou. Ignorando os protestos retirou também a presilha dos cabelos longos como uma cascata suave sobre os ombros nus.
- Posso tomar banho sozinha - protestou Janie - protestou Janie.
Mas ele a tomou nos braços e colocou-a sobre a água quente, entregando-lhe uma blusa, antes de fechar a porta do Box e deixar o banheiro
´- Vou por suas roupas na lavadora - avisou.
Janie estava muito confusa para pergunta-lhe se ele sabia mexer nos botões da maquina.
Tomou banho e usou o xampo da prateleira, esfregando-se com a ducha até sentir o toque nojento de Clark desaparecer de sua pele.
Quando saiu do banho, enrolada em uma toalha e imaginando o que poderia vestir, Léeo surgiu com um roupão de veludo negro. Com gesto rápido tirou-lhe e estendeu a peça.
- Vista-se.
Janie virou-se envergonhada e começou a vestir, percebendo que ele também tomara banho e usava um shorts.
- Agora vou cuidar de suas contusões e secar seus cabelos.
- São muito compridos e demorar a crescer.
-Não temos pressa. Telefonei para seu pai e tratei de dar uma boa desculpa.
-Ele ficou preocupado?
- Apenas com sua virtude - brincou - Achou que a trouxe aqui para seduzi-la.
- E é verdade? - perguntou Janie em voz baixa.
- Só se você quiser.
Com docilidade, Janie deixou que passasse ungüento em seu rosto e corpo. Depois com um secador manual, Léo enxugou-lhe os cabelos castanhos. Apesar de um gesto inocente, havia algo de muito intimo que a deixava excitada. Toda as vezes que lavasse os cabelos, daquele dia em diante, pensou, lembraria das mãos fortes de Léo. Sorriu enlevada.
Por fim, ele desligou o aparelho e, aproximou-se, introduziu os dedos na abertura do roupão de Janie.
Essa era a hora de protestar, pensou ela, mas nada fez, sentido um enorme prazer com as caricias que recebia nos seios e ombros.
Segundos depois, o roupão deslizou para baixo, e ambos se abraçaram.
- Está gostando? - sussurrou Léo de encontro ao seus lábios.
Sem esperar resposta, tomou-a nos braços e conduziu-a para o quarto, onde a depositou sobre a cama.
Com olhar velado de desejo, fitou-a esforçando-se para conter o ímpeto de possuí-la naquele mesmo instante. Estirou-se ao seu lado e voltou a beijá-la com paixão.
- Tenho ansiado por isso há muito tempo - sussurrou, acariciando-a nos seios até as coxas - Jamais senti tanto desejo por alguém.
Ela tentou falar, mas só um gemido escapou dos lábios escaldantes.
- Vou ensiná-la a ser mulher, Janie.
Ela ansiava por isso com todas as forças de seu corpo e coração. Arqueou as costas, e permitiu que os lábios e as mãos de Léo explorassem cada centímetro de sua pele macia, invadida por sensações que a conduziu a um prazer jamais imaginando por sensações que a conduziam a um prazer jamais imaginando.
Começou a acariciá-lo de modo instintivo, tocando o corpo musculoso com caricias íntimas e sensuais. A reação violenta e imediata de Léo a encheu de satisfação por perceber que, apesar da inexperiente, conseguia exitá-lo tanto.
Com gesto rápido, Léo desvencilhou-se do short, permitindo que Janie tivesse sua primeira visão de um corpo masculino despido.
- Não fique envergonhada, meu bem. È só com você que quero estar assim.
Voltaram a se acariciar, até que Janie sussurrou:
- Vai mesmo fazer isso?
- O quê?
- Bem... me possuir.
Ele riu com suavidade.
- É uma descrição, primitiva e pouca romântica, querida. Digamos que iremos nos entregar um ao outro- deslizou os lábios por um dos seios túrgidos- É o momento mais maravilhoso que já tive uma mulher. Só quero satisfaze-la.
Em resposta , Janie fechou os olhos, relaxando o corpo, e deixou-se conduzir em meio a um frenesi de emoções.
- Sim- murmurou Léo com voz rouca - Isso mesmo, meu bem, Entregue-se ...
Cada célula de Janie pulsava de desejo e prazer, e seu corpo começou a acompanhar o ritmo sensual de Léo.
De modo gentil, ele se posicionou entre suas pernas, fazendo-a preparar para a primeira experiência sexual, confiante e feliz como jamais se sentira. Nada poderia impedir tamanha realização...e ....
- Sr Hart! O senhor está aí?
Anta a súbita interrupção, Léo enrijeceu, soltando uma praga com os olhos fechados e os lábios semicerrados.
Afastou-se de Janie, atirando-se para o lado da cama. Tentando recuperar o fôlego e autocontrole.
De repente, Léo se lembrou de que não trancara a porta do quarto, e o caubói lá fora ignorava que estivesse acompanhado. Ao mesmo tempo em que pensava nisso, o pânico invadiu cada fibra de seu ser, a maçaneta foi torcida.
- Se entrar aqui está despedido- gritou com voz rouca.
Ao seu lado Janie tremia, consciente do que poderia acontecer.
A maçaneta parou de girar de girar no mesmo instante.
- Desculpe, senhor- disse o homem do outro lado - mas precisa vir olhar um touro. Acho que há algo de errado com ele, senhor Hart! Nós o levamos até o celeiro, mas...
- Chame o veterinário imediatamente- interrompeu Léo. - Já estou indo.
-Sim, senhor!
Ouviram-se passos correndo pelo corredor, e Léo reparou que havia lágrimas nos olhos de Janie.
Abraçou-se com carinho, sussurrando-lhe ao ouvido:
- Está tudo certo. Não chore, meu bem. Nada aconteceu.
-Nada - choramingou ela.
-Sim, quase nada- emendou Léo, deslizando-lhe a mão pela costas nuas.
Ela estava horrorizada, consciente de seu comportamento e do que poderia ter acontecido.
- Se o peão não nos houvesse interrompido - murmurou.
Léo sorriu, examinando com orgulho e sentimento de posse as leve marcas que deixara no corpo de Janie, e brincou:
- Bem,pelo menos já sabe mais a respeito de homens do que sabia hoje pela manhã.
Janie engoliu em seco, e não desviou o olhar.
- Creio que é melhor levá-la para casa agora, meu bem.
Léo continuava excitado e tremia de desejo.
- Poderia tê-la possuído três vezes esta noite e continuar ativo- riu- Não ficaria satisfeito com facilidade. Também me quer, não é verdade?- podia ler os pensamentos de Janie nos olhos verdes e sinceros - Mas hoje vai ser impossível. Já teve muitas emoções para uma única sexta-feira a noite.
Tomou-a nos braços e a conduziu para o banheiro. Após ambos entraram embaixo do chuveiro e tomaram um rápido banho.
Em seguida, Léo deu-lhe as roupas que pusera nas máquinas de lavar e secar. Cheiravam à amaciante de roupa, e não havia nem sinal das manchas de sangue.
Quando Janie estendeu a mão para pegá-las, Léo a impediu. Com gestos carinhosos, ele mesmo a vestiu.
Enquanto Janie,se penteava em silêncio, disse:
- Agora já sabe alguma coisa sobre sexo, e não ficará tão envergonhada quando as coisas acontecerem de verdade, certo?
Janie aquiesceu com um movimento de cabeça.
Léo tomou-lhe o rosto entra as mãos.
- Você me pertence de hoje em diante, meu bem. E eu pertenço a você. Não se envergonhe de nada do aconteceu aqui. Não haverá comentários a respeito. Jamais contarei algo a alguém.
Janie parecia relaxar. Na verdade não sabia o que dizer e perguntou em voz baixa:
- Está arrependido?
- Não. Era inevitável. Fiquei muito acabrunhado com o que Clark lhe fez, e precisava confortá-la. Da próxima vez faremos... tudo.
-Jamais alguém me viu sem roupa, desde que era uma menina.
-Também nunca me exibi para muitas pessoas - vendo o descrédito e surpresa nos olhos dela prosseguiu - Não acredita?Não sou um playboy, Janie. Não gosto de aventuras vulgares, penso que a intimidade entre duas pessoas é algo sagrado.
- Obrigada.
- Pelo quê?
Ela sorriu.
- Por ter me deixado à vontade.
- E não pretendo levar outra mulher para a cama além de você. Depois de hoje, seria como adultério.
-Sério?
Ele riu.
-Por acaso esta com vontade de sair por aí, experimentando emoções com outros homens. - Claro que não!
- E por que não?
- Porque... seria como cometer adultério- repetiu sorrindo.
Léo passou a mão pelos cabelos em um gesto irritado.
- Não sei se dou uma surra ou aumento o salário para o caubói que nos interrompeu - acariciou o rosto de Janie e a fitou com um olhar sensual- Estávamos prestes a entrar em um mundo só nosso, cheio de prazer. Eu estava louco, que quase arrisquei deixá-la grávida. O que acha de crianças, Janie?
-Adoro. E você?
-Também. E começo a pensar se desejo ser apenas tio- Tocou-a nos quadris com gesto leve - Tem quadris largos.
Mas dessa vez Janie não ficou embaraçada.
- Pode avisar ao seu patrão que vai deixar o emprego - disse Léo de modo inesperado - Não quero que se arrisque de novo. Já que Jack Clark ainda não foi julgado, é melhor mantê-la a salvo.
- Disse que Clark é vingativo.
- Mas terá que passar por mim, se insistir. E com uma arma na mão, não me deixarei vencer.
Janie tocou-o nos lábios.
- Não quero que se machuque.
- Penso o mesmo ao seu respeito. Meu bem, você é minha vida!
Com um gemido, abraçou-se e beijou-a com paixão.
- Adoraria não ter de levá-la para casa- sussurrou com voz rouca.
Janie correspondeu as caricias, e Léo precisou se afastar com repelão, para impedir que voltassem a se esquecer do mundo lá fora.
- Incrível como nada percebi antes desta noite.
- Percebeu o quê?
- Nada - beijou-a de leve- Vamos embora. Depois verei o touro. Amanhã de manhã irei buscá-la para depormos contra Jack Clark.
- E se ela sair da cadeia sob a fiança?
-Talvez Grier possa impedir- Léo procurou as chaves de picape - Vamos sair pelos fundos. Não quero que ninguém saiba que esteve aqui comigo. Não seria bom.
-Acalme-se, Léo. Ninguém saberá.

Na manhã seguinte, Fred irrompeu na sala de jantar como um furacão.
- O que estava fazendo no quarto de Léo Hart ontem à noite, Janie- perguntou sem delongas - ele me disse que apenas a levara para sua casa, porque você estava muito nervosa.
A filha o encarou de boca aberta, diante de tamanha fúria, e sussurrou:
- Como foi que.. soube?
-Um dos peões foi procurá-lo a respeito de um touro doente, e viu-a saindo com Léo pela porta dos fundos da casa - Fred aproximou-se, os olhos fuzilando - E o que eu houve com seu rosto? Léo me disse que teve problemas com um cliente e a traria logo para casa. O que afinal, aconteceu?
Ela procurava pela resposta certa que não a deixasse ainda em pior situação, quando ouviram o barulho do motor de uma picape parando nos fundos.Segundos depois, alguém bateu na porta.
Sem esperar por convite, Léo entrou, usando um paletó esporte e gravata. O chapéu branco, sua marca registrada, estava limpo e impecável. Atirou-o sobre uma cadeira, e passou por Fred sem olha-lo, indo postar-se diante de Janie.
Ergueu-lhe o rosto, e exclamou:
- Raios. Não imaginava que aquele crápula tivesse batido com tanta força.
- Bateram em minha filha??- gritou Fred - Quem? E o que ela fazia em seu quarto ontem?
Léo voltou-se para o amigo com gesto calmo.
- Janie contou?
- De jeito nenhum - interrompeu.
- Um de seus peões falou com um dos meus - explicou Fred.
Os olhos de Léo pareceram expelir chamas de ódio.
- Então ele está despedido! Ninguém fala mal de Janie!
Pai e filha se entreolharam com expressão confusa.
- Por que essa atitude, Janie? -perguntou Léo, percebendo a troca de olhares- Pensa por acaso que sempre levo mulheres para a minha casa.
Na verdade isso nem lhe passar pela cabeça e, cansada, ela deixou escapar um suspiro.
Léo dirigiu a Fred.
- Muito bem, vou contar tudo. Jack Clark foi atrevido com Janie. Quando ela protestou, encostou-lhe uma faca no pescoço- esperou que as palavras penetrassem no cérebro de Fred e, quando ele se sentou em uma cadeira com ar pasmo, continou. - Harley e e eu chegamos ao restaurante ao mesmo tempo, e ouvimos gritos. Entramos e deparamos com o sujeito segurando Janie e ameaçando-a com a faca - Passou as mãos pelo cabelos, em um gesto aborrecido e prosseguiu : - Corremos para Jack mas ele foi mais rápido e nos derrubou. O cozinheiro conseguiu telefonar para a policia , e Grier chegou logo. Dominou Clark e o levou para delegacia - parou para tomar fôlego, e voltou-se para Janie - Sua filha estava coberta de sangue e tão nervosa que mal conseguia se manter em pé. Não podia traze-la para sua casa nesse estado, então a levei para minha, onde tomou banho e descansou um pouco.
Não era a verdade absoluta, mas era melhor a dizer no momento, pensou Léo.
Fred ergueu-se de um salto e tomou as mãos de Janie nas suas.
- Minha, querida! Lamento tudo!
- Tudo bem, papai. Só quisemos poupar-lhe o aborrecimento.
Léo pegou o celular do bolso, digitou um numero, e falou com seu capataz:
- Diga a Carl Turley que está despedido, e esteja longe das minhas vistas quando chegar em casa mais tarde, senão o tirarei de lá a pontapés.
Desligou, tremendo de raiva. Homem nenhum espalharia fofocas sobre ele e Janie, pensou, ainda mais naquelas circunstancias.
- Obrigada, Léo - disse Fred- Desculpe ter tirado conclusões precipitadas. É que, quando um homem leva um moça para sua casa tão tarde da noite... bem...
- Está pensando em seduzi-la- completou Léo, os olhos cravados em Janie.
Ela corou.
- Sim - admitiu o pai com relutância.
A expressão de Léo tornou-se bricalhona.
- Então creio que este é o momento certo para informá-lo de que, é isso mesmo que pretendo fazer.. com todo o respeito.
Capítulo X
Fred ficou sem palavras. Enrubesceu, esquecendo que Léo Hart era um grande amigo que lhe emprestara dinheiro em um momento de grande dificuldade para salvar a propriedade. O instinto paterno falou ,ais alto.
- Escute aqui, Léo...- começou com ar severo
Mas o amigo riu.
- Estava brincando Fred. Janie está totalmente a salvo comigo - tomou-a pela mão e conduziu-a para a porta - Precisamos ver o juiz para dar queixa contra Jack Clark - sua expressão tornou-se sombria - Quero que veja os hematomas no rosto de Janie. Acho que não haverá o menor problema em alegarmos e tentativa de estupro.
Janie encostou-se em Léo, sentindo-se protegida, e ele inclinou o rosto para ela, demonstrando muito carinho. De súbito Fred começou a compreender o que estava acontecendo.
O rosto de Léo era um livro aberto, pensou o bom senhor, mas isso não deixou de surpreendê-lo. Ao mesmo tempo imaginou que Janie não deveria estar compreendendo o que acontecia. Por certo acreditava que ele a apreciava como um irmão mais velho, concluiu.
- Não quer tomar café primeiro ? - sugeriu em voz alta , tentando se recompor de surpresa.
Só então pareceu ver a mesa posta. A mão que segurava a de Janie se contraiu. Bacon, ovos e... biscoitos??????
Afastou-se dela e aproximou- se da cesta de pães. Estendeu os dedos, imaginando que pegaria uma massa dura ou farinhenta, e lembrou-se dos esforços de Janie para se tornar uma boa cozinheira. Bem, os biscoitos poderiam servir como munição contra insetos, pensou.
Entretanto dessa vez a massa era macia e delicada. Ergueu um dos biscoitos e sentiu o aroma delicioso.
Mal percebeu que sentara , e puxara a cesta para o seu lado. Passou manteiga em um biscoito grande, e espalhou geléia de amora por cima. Deu uma mordida e suspirou deliciado, como se estivesse em êxtase.
- Esqueci os biscoitos - disse Janie ao pai, com ar apreensivo.
Fred olhou para o hospede e comentou:
-Talvez devêssemos ter esperado para fazer esta surpresa.
Léo suspirava, mantendo os olhos fechados, enquanto comia com prazer.
- Jamais iremos ir ver o juiz - murmurou Janie desanimada - Ele vai ficar aqui amanhã inteira.
- Nada disso - disse o pai- Vai terminar com todos os biscoitos em dez minutos, aposto.
- Bem, poderemos comer ovos co bacon - replicou Janie com tom conformado, mas no intimo, estava radiante de orgulho por Léo estar apreciando com tanta ênfase os seus esforços culinários.
Sabia quando ele adorava biscoitos caseiros e, afinal, as muitas horas de aprendizado tinham falido a pena.
Léo continuou a mastigar, esquecido do mundo ao redor. O último biscoito desapareceu, e só então voltou a notar os companheiros ao lado da mesa.
- Quem fez os biscoitos ? - perguntou a Janie - Hettie me disse que não sabe prepará-los .
- Fui eu - respondeu ela com timidez.
- Mas você não sabe cozinhar, meu bem.- rebateu ele, sincero como sempre.
- Uma vez Marilee me disse que você não me apreciava por que não sabia fazer biscoitos e cozinhar - - confessou Janie sem fitá-lo - Então resolvi aprender.
Léo segurou-lhe os dedos com carinho.
- Marilee mentiu, como sempre. Gostar de você ou não nada tem haver com seus dotes culinários.Mas estou feliz que tenha aprendido a fazer biscoitos tão gostosos. Derretem na boca. Absolutamente divino!
Janie sorriu com modéstia.
- Basta pedir que farei outros quando quiser.
Léo a fitava com um misto de posse e respeito.
-Todas as manhãs, nós dois .. - começou a responder, mas logo emendou: - Quero dizer, virei aqui para tomar café. Caso Fred não se oponha - acrescentou a tempo.
O pai de Janie riu e replicou:
- Fred não se opõe.
Léo o observou e disse sem rodeios:
- Parece que viu um passarinho verde.
- É só um pensamento que tive... nada de importante. - respondeu o senhor Brewster, dando de ombro.
Léo manteve o olhar na expressão relutante e o compreendeu. Acenou de modo discreto e sorriu de modo humilde, como se houvesse sido desmascarado.Afinal, Fred não era tolo nem cego, pensou consigo.
Mas o dono da casa já se levantara.
- Bem, tenho gado para cuidar. Por falar nisso, como vai o seu touro doente Léo? - perguntou com uma certa apreensão na voz.
- Cólicas - respondeu o outro com simplicidade - Fácil de tratar e nada grave.
- Fico feliz. Tive medo de que Clark houvesse aprontado das suas com você também.
-Esse touro não é da mesma linhagem que o seu, Fred. Mas mesmo assim é bom ficarmos prevenidos e tentarmos manter o homem atrás das grades por uns tempos. O que me lembra - voltou-se para Janie - Precisamos correr.
- Certo! Mas primeiro vou retirar a mesa - disse ela.
Léo permaneceu sentado, com expressão maliciosa, observando-a trabalhar com seus gestos graciosos e rápidos. Fred não ficou para admirar a cena. Reconhecia um peixe fisgado a milhas de distância.

Clark já fora transferido para a cadeia do condado na noite anterior, antes da visita de emergência ap hospital, e Léo e Janie pararam para conversar com Grier.
O policial acabara de ter uma reunião com o prefeito, um homem simpático, chamado Tarleton Conor, e recém-eleito para o cargo.
- Sentem-se - convidou, o olhar irritado pousado sobre o hematoma no rosto de Janie - Caso sirva de consolo, Clark ficou com uma costela quebrada e um olho roxo.
Janie sorriu, evitando fazer uma careta de dor, por que as contusões doíam bastante.
- Obrigada - disse com sinceridade.
- Acho ótimo que Clak tenha sido ferido também - disse Léo - Derrubou a mim e Harley, tão depressa, que nem tive tempo de reagir.
- O homem domina as artes marciais - explicou o policial - Durante um certo tempo teve uma academia em Victoria, até que as autoridades descobriram que ensinavam técnicas criminosas para ex-presidiários. A policia fechou o estabelecimento, mas ele só recebeu uma advertência.
Léo ficou boquiaberto, com aquela informação, e Grier deu de ombros com indiferença.
- O que fazer? É assim que funciona o sistema. E o homem é faixa preta em judô também. Harley luta bem, mas precisa de mais treinamento entes de enfrentar Clark com algumas vantagens - Franziu os lábios e encarou Léo com ar divertido - Sente-se melhor agora? Foi derrotado por um profissional.
Léo deu uma risada.
- Sim. Obrigado
Grier voltou-se para Janie que tinha uma expressão curiosa.
- Os homens não gostam de ser fisicamente inferiores aos outros. Coisa de sexo forte.- explicou.
- E ninguém jamais o venceu, Grier? - perguntou Léo com curiosidade.
- Claro que sim, e aprendi minha lição também.
- Aprendeu mesmo! -exclamou Janie - Nunca vi ninguém dominar o adversário com tanta rapidez.
- Tive bons professores- replicou Grier com um sorriso. - De artes marciais e judô.
- Aquele seu golpe com a perna estendida me pareceu bastante profissional - comentou Léo.
Grier abaixou os olhos com sincera modéstia, e mudou de assunto.
- Sobre Clark - começou - o irmão foi visitá-lo na prisão hoje de manhã e recebeu a noticia de que poderá ser levado a julgamento Por enquanto só tivemos o depoimento de Harley.
- Já demos queixa por agressão e tentativa de estupro - interrompeu Léo - Janie estava com uma faca encostada no pescoço de Janie, ainda vermelho e machucado.- Uma polegada a mais, um rápido gole, e a senhorita teria morrido.
- Sei disso - replicou Janie com um fio de voz, tremendo apenas de imaginar o que poderia ter acontecido.
- Mas a senhorita manteve a calma - continuou Grier com admiração - É provável que isso mais que tudo tenha salvado sua vida.
- Pode manter Clark na cadeia? - perguntou ela com apreensão.
- Pedirei ao juiz para obrigá-lo a ter um julgamento. Porém tenho certeza de que o irmão de Jack não irá se satisfazer com uma defesa pública. Disse que vai contratar o melhor advogado, não importa o preço - deu de ombros, em seu gesto habitual. - Só Deus sabe o que fará para conseguir isso. Jonh Clark manda em todo o mundo, inclusive no patrão. Assim como Jack por aqui.
- Talvez seja obrigado e ter um advogado do Estado.
- Veremos. Mas nesse meio tempo, ficará detido e impedido de fazer maldades.
- E o irmão Jonh? - perguntou Léo - Ainda está em Jacobsville?
Grier balançou a cabeça negativamente.
- John Clark voltou para Victoria depois de avistar-se com Jack. Mandei um de seus seguí-lo, só para ter certeza de que partirei de fato. Mas manterei os olhos abertos e, se fosse vocês, faria o mesmo. Esses irmãos são uma corja.
- Faremos isso - prometeu Léo.

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Léo levou Janie até sua própria fazenda e a fez dar uma volta por lá, enquanto executava alguns trabalhos. Tendo que ir até o celeiro , pediu que ela o aguardasse na picape.
Enquanto esperava, Janie lembrou-se do peão que Léo despedira. Ficara aliviada com interrupção na noite anterior, mas aborrecida com as fofocas que o homem espalhara a seu respeito.
Léo regressou em menos de cinco minutos, a expressão dura e os olhos fascinantes de raiva. Entrou na picape e fitou-a, tentando se controlar.
- Já foi embora - comunicou, como se lesse os pensamentos de Janie- Partiu sem esperar pagamento- acrescentou com um sorriso sarcástico- Creio que meu capataz repetiu palavra por palavra o que lhe disse para fazer. De qualquer modo não era um bom peão, já que não soube distinguir entre cólicas e outra doença grave. Não precisava ter batido na porta do meu quarto, fazendo tamanho estranho.
Com gesto tímido, Janie segurou-lhe a mão sobre o volante. Léo estremeceu sem querer, fazendo-a afastar.
- Não- exclamou ele, dessa vez pegando a mão de Janie e apertando-a com força- Apenas não esperava que me tocasse, e me surpreendi. Foi isso. Adorei o gesto - concluiu com sinceridade.
Janie enrubesceu, muito feliz, e sorriu com timidez.
Léo fitou-a por tanto tempo e com tamanha intensidade, que sentiu o coração se acelerar.
- Esta situação entre nós não pode continuar - resmungou ele por entre os dentes cerrados.
Com um gesto brusco, deu a partida no motor e voltou pelo caminho que fizera, penetrando na mata e depois no pasto. Por fim, com a mesma impetuosidade, desligou o motor.
Tomou Janie nos braços sem preâmbulos e beijou-lhe com fúria. Ela nem teve tempo de perceber o que acontecia, e deixou-se ficar entre os braços fortes, sem protestar. Enlaçou-o com força pelo pescoço, e correspondeu ao beijo com paixão e entusiasmo.
Sentiu as mãos calejadas debaixo da blusa e tocarem seus seios rijos. A sensação era maravilhosa, e tudo parecia perfeitamente natural, porque sabia, em seu coração, que já pertenciam um ao outro.
Léo afastou-se um pouco para fitá-la, e viu que o rosto de Janie se crispava ente uma súbita dor.
Prendeu a respiração consternado.
- Desculpe - murmurou, lembrando-se dos hematomas - Não queria machucá-la, meu bem.
Janie ergueu a cabeça e beijou-lhe a testa, fazendo-o estremecer ante a caricia, ao mesmo tempo ingênua e sensual. Leó deslizou as mãos para a cintura fina e delicada, enquanto recuperava o fôlego.
Ela se sentia contente por perceber como sua feminilidade o dominava. Beijou-lhe o rosto de maneira suave,as sobrancelhas espessas, as faces, nariz e queixo, em lever caricias que pareciam o suave toque de asas de borboleta. Por fim os lábios quentes se detiveram em seu pescoço, deixando-o estático de emoção.
A mão pequena de Janie principiou a desabotoar-lhe a camisa de algodão, e Léo a ajudou, apressando o ato, permitindo que Janie beijasse o tórax musculoso.
Ela acariciou os pêlos escuros que cobriam a pele morena , a boca tocando-a com gentileza. Pôde ouvir as batidas de seu coração e pousou os lábios sobre um dos mamilos. Isso fez Léo reagir de modo surpreendente.
Gemeu tão alto que Janie pensou tê-lo machucado. Corada afastou-se e encarou-o com expressão angustiada.
- Léo? - sussurrou.
-Todo bem. Fiquei muito excitado- replicou ele com voz rouca.
Janie não sabia o que fazer a seguir. Ele parecia ansiar por que continuasse com as carícias mas, ao mesmo tempo, parecia a ponto de explodir de desejo.
- Diga-me o que fazer - pediu ela - Não quero cometer enganos.
- Eu quero que sua primeira vez seja perfeita, meu bem. Mas não sou de ferro!
Com gesto brusco fez com que voltasse a beijar seu tórax,e apertou-lhe a nuca, murmurando com voz rouca:
- Sabe o que eu quero.
Com a naturalidade advinda do instinto, Janie sugou-lhe o mamilo enrijecido, fazendo-o recostar-se no assento e suspirar do prazer. Ele continuou a pressioná-la pela nuca, de modo insistente, como a dizer, sem palavras, que continuasse, e Janie obedeceu , intensificando a carícia.
Sentiu que Léo estremecia de modo violento, o corpo vibrante como a corda esticada de um violino invisível, como se não pudesse suportar tanto prazer. Deixou escapar um gemido e gemido e estremeceu por mais alguns segundos, afastando-a em seguida, e apertando a face escaldante contra a dela.
As mãos estavam trêmulas, e lutou para controlar a respiração. Por fim, exclamou:
- Nossa!
-Gostou tanto assim?? - murmurou Janie, sem entender muito bem o que acontecera.
Léo deixou escapar um riso fraco.
- Não percebeu o que houve?
- Senti todo seu corpo tremer - respondeu ela, sem saber se era a resposta certa.
- Sim. Do mesmo modo que você, ontem à noite, quando a toquei...
Janie apressou-se em enterrar o rosto em seu ombro para não revelar o seu embaraço e disse:
- Não sabia que um homem se excitava também por ser beijado... aí.
Um dedo hesitante voltou a tocar o mamilo que ainda esta intumescido.
-Sim, sou sensível a certas caricias - os lábios ansiosos deslizaram para a boca entreaberta de Janie, e a sugaram com um desejo com um desejo avassalador- Mas não é o suficiente...
-Neste instante? - propôs Janie.
Léo ergueu o rosto e fitou-a com ar grave, sem sorrir, o corpo ainda vibrando com o desejo insatisfeito. De modo deliberado, puxou-a para si, fazendo-a sentir quanto a desejava.
Dessa vez Janie não protestou e deixou-se levar pelas sensações maravilhosas.
Os dedos de Léo pousaram sobre o ventre e ali ficaram, enquanto a fitava de modo intenso. Depois, com voz rouca e contida, disse:
- Quero... que tenha um filho meu.
Janie correspondeu ao olhar, sem saber o que dizer, deixando-o continuar.
- Jamais pensei em tal coisa quando tive momentos de intimidade com outras mulheres - prosseguiu Léo com simplicidade, como se falasse sobre o tempo- Nunca na vida.
Eram palavras profundas, com um significado muito maior do que aparentava ter, e Janie as compreendeu.
O ar tornava-se tão carregado de emoções, que ela sentiu necessidade de brincar para aliviar a tensão.
- Se meu pai estivesse aqui e ouvisse isso, ele lhe daria um tiro.
- Meus irmãos fariam o mesmo - concordou Léo, com um aceno afirmativo.
Janie franziu a testa, sem saber o que dizer. Léo voltou a beijá-la, desse vez com doçura.
- Que sorte a minha! - zombou de bom humor - Comprometido com uma virgem que sabe fazer biscoitos.
- Não estamos comprometidos - replicou Janie.
Em reposta, ele a apertou contra o peito em silencio, erguendo uma sobrancelha de modo engraçado.
Janie engoliu em seco e pigarreou.
- Não estamos ... muito comprometidos - corrigiu com um fio de voz.
Léo mordiscou-lhe o lábio superior e confessou:
- Olho para você e fico tão excitado que mal consigo andar. Toco sua pele e sinto uma espécie de dor física, Sonho com você todas as noites e acordo insatisfeito, suando e rangendo os dentes - ergueu-lhe o queixo e fitou-a sem sorrir, com expressão muito séria e compenetrada - Jamais me senti assim com outra, Janie. Ou pertencemos um ao outro, ou acabamos tudo agora mesmo.
Ela tocou-lhe o rosto de modo amoroso e sussurrou:
- Faça comigo o que bem entender.
- Qualquer coisa?
Janie aquiesceu em silencio, amando-a de todo o coração.
Léo fechou os olhos. Seus braços a cingiram com força, enquanto a boca procurava a nuca delicada, em um beijo sensual que durou alguns segundos.
Em seguida a soltou. Respirando fundo, fez com que se sentasse direito no assento da picape, e afivelou o cinto de segurança.
SEM fitá-la, repetiu o gesto com o próprio sinto, e deu a partida no motor. Surpresa com a súbita mudança de atitude, Janie viu-o seguir a estrada principal, e imaginou por que não a estava levando para casa.
Engoliu em seco, lembrando-se dos momentos inesquecíveis compartilhados na cama, e do corpo viril que a deixava tão excitada. Perdera a cabeça, pensou, e se não fosse pelo estúpido peão que os interrompera...
Seu pai iria matá-la se soubesse, concluiu. Porém olhou para Léo e sentiu que o amor valia qualquer sacrifício.
Ele dirigiu em silencio até o centro da cidade, e parou no estacionamento em frente a farmácia.
Certo, pensou Janie. Ia comprar preservativos para garantir a segurança dos dois. Entretanto, dissera que desejava ter um filho, e só em lembrar disso, corou até a razão dos cabelos.
Léo deu a volta na picape, e abriu a porta, mas precisou desafivelar o cinto, porque Janie continuava paralisada, sem saber muito bem o que ele pretendia.
Ajudou-a descer do veiculo, e fitou-a com uma expressão misteriosa. Acariciou-lhe a face de ternura, e depois os cabelos e a boca, enquanto Janie observava em seus olhos um brilho diferente.
Arrastou-a pela mão, fechando a porta da picape, e conduziu-a para a calçada. Janie fez menção de entrar na farmácia, mas ele a deteve.
- Para o outro lado, meu bem - disse com meiguice, fazendo com que tomasse o caminho inverso, entrando numa joalheria.
Dois empregados conversavam, mas logo se aproximou sorrindo, ao vê-los.
- Posso ajudá-lo senhor?
- Sim- replicou Léo- Queremos ver alianças de casamento.
Janie sentiu que o sangue deixava o seu rosto, e precisou se apoiar no balcão, rezando para não desmaiar ali mesmo.
Léo segurou-a com firmeza e a fez olhar para o enorme mostruário forrado de veludo preto, que o rapaz colocou a sua frente, repleto de alianças e anéis de noivado.
- Escolha o que quiser - disse com voz aveludada, enquanto a fitava com encantamento.
Janie o encarou com os olhos marejado de lágrimas, e ele os beijou como se aquele fosse um ritual sagrado.
O vendedor ficou encabulado e afastou o rosto para o outro lado, pressentindo que estava presenciando um momento de extrema intimidade. Jamais, em todos os anos que trabalhava na joalheria, vira um homem com tal olhar amoroso.
- Examine os anéis, Janie - incentivou Léo com carinho.
Por fim ela se esforçou para olhar as jóias. Os brilhantes faiscantes não a encantava, Era uma garota do campo, pensou, e não gastava de sofisticação. Seu olhar pousou sobre um anel em forma de folha de parreira com um único diamante, simples e elegante. Junto a peça havia uma aliança grossa, de ouro amarelado, com um filete de platina.
-Gosto desses dois - disse por fim.
Havia também a aliança masculina que formava o par, e Janie ergueu os olhos para Léo, buscando aprovação.
Ele sorriu.
-Quer que use esse?
Sem conseguir falar, presa na mais profunda emoção, Janie apenas acenou que sim.
Léo voltou a atenção para o vendedor.
-Levaremos o par de alianças e o anel.
-Precisamos verificar as medidas. Um momento, enquanto vou buscar os medidores - replicou o funcionário, com um enorme sorriso.
Quando o homem se afastou, Janie perguntou por apreesão.
- Não serão caros de mais?
Em resposta Léo se inclinou e beijou-lhe a ponta do nariz.
-São para toda a vida, portanto não há dinheiro que pague isso.
Janie não conseguia acreditar no que estava acontecendo.. Desejava dizer isso a Léo, mas o vendeodr voltou naquele momento, e ficaram envolvidas na tarefa de medir o tamanho das alianças.
Léo retirou um cartão de credito do bolso, enquanto Janie olhava tudo aquilo, quase em estado de choque.
Em seguida, ele abraçou-a, protetor, e voltaram para a picape.
- Próxima parada, a Prefeitura - murmurou Léo com voz decidida - Pensando melhor, o Corpo de Bombeiros. Eles nos darão a licença para o casamento. Esqueci que hoje é sábado, e a Prefeitura está fechada - ao ver a expressão de completo assombro de Janie, ergueu as duas sobrancelhas, em um arremedo de inocência - É melhor fazer tudo no mesmo dia. O que me lembra ...- Tirou o celular do bolso, fez Janie entrar no veículo, e ligou para o consultório do doutor Coltrain.
Estupefata, Janie ouviu marcar hora para testes de sangue naquela tarde.
Léo desligou, guardando o aparelho, com um sorriso nos lábios.
- Licença de casamento agora, teste de sangue mais tarde e,na quarta-feira, teremos um casamento tranqüilo e simples e, a seguir ...- O tom de voz baixou, tornando-se rouco- uma noite de núpcias sem fim.
Diante de tamanha paixão, Janie prendeu o fôlego.
- Léo, tem certeza?
Ele a tomou nos braços e a beijou com tamanha fúria , que um casal que passava os observou divertido, afastando logo o rosto para não perturbá-los.
- Desculpe, meu bem, mas tem que ser assim. Não agüento esperar mais - disse ele- Ou nos casamos logo ou vou embora e nunca mais me verá! - Fitou-a com uma sinceridade mesclada com desejo- Meu Deus ! Eu a adoro, Janie!
Ela o sentiu estremecer e compreendeu seus sentimentos, por que sentia o mesmo.
Mas Léo sempre dissera que não pretendia se casar, lembrou. Era o desejo físico que o fazia se precipitar, concluiu apreensiva. Talvez também existisse um pouco de afeto, mas que ele queria de verdade era levá-la para a cama. Por isso os planos de casamento estavam sendo tão rápidos.
Todos esses pensamentos passaram pelos seus olhos, e Léo os assimilou.
- Farei com que compense, se aceitar - disse - Jamais a trairei ou magoarei. Tomarei conta de você por toda a vida.
Janie suspirou aliviada.
- Muito bem - murmurou com ternura, tocando-lhe o rosto com a ponta dos dedos - Eu me casarei com você.
As simples palavras o deixaram radiante. Segurou-lhe a mão e beijou-lje a palma com profundo carinho.
Por seu lado Janie pensava que atração física já era alguma coisa, e que o amor aconteceria com o tempo.
- Vamos tirar a licença - apressou Léo - Já demos um espetáculo para Evan e Ana Tremayne.
- Como? - perguntou Janie, que em nada reparara, pois só tinhas olhos para o seu amor.
- Passaram por nós quando estávamos nos beijando.
- Gosto muito deles. São casados há anos.
Em resposta Léo esfregou o nariz no dela, em um gesto infantil de carinho.
- Nós continuaremos a nos beijar no meio da rua, mesmo depois de mais de vinte anos de casados.
- Acha mesmo?
-Espere e verá, meu bem.
Com relutância, Léo afastou-se e entraram na picape.
- Aqui vamos nós - disse com firmeza.
Providenciaram a licença de casamento, fizeram os testes de sangue e depois foram comunicar a novidade para Fred.
A tia de Janie, Lydia, estava na Europa em uma excursão, e Fred Brewster comentou com indisfarçável satisfação:
-Vai ficar furiosa quando souber que a sobrinha se casou sem avisá-la.
- Poderá comparecer para o batizado de nosso primeiro filho - disse Léo, sorrindo - Traga Hettie para jantarmos em casa amanhã. - continuou achando graça pelo fato de seu futuro sogro não ter demonstrado a menor surpresa com o casamento- Convidarei todos os meus irmãos com as esposas e filhos , e não vão caber em si de alegria.
-Tenho certeza de que Hettie vai adorar comparecer a esse jantar- disse Fred.
- Ótimo!
Léo esperou que Janie trocasse de roupa e vestisse uma calça azul com uma blusa branca, e depois levou-a para sua casa.
-Léo chegando, deixou-a sentada ao seu lado enquanto trabalhava no escritório, sem fazer menção de tocá-la.
- Não vamos fazer nada...., até o casamento. -propôs, como um menino bem-comportado.
Janie sorriu encantada.
-Certo!
Levou-a para casa depois de jantarem em um restaurante.
- Adoraria ir com você até Houston para uma noitada, mas não com seu rosto todo machucado.- falou, enquanto a conduzia até a porta- Aqui em Jacobsville todos já sabem o que aconteceu no Shea´s na outra noite, porém em Houston iriam aborrecê-la com olhares curiosos. - inclinou-se e beijou o hematoma com delicadeza - Nunca mais alguém irá machucá-la, enquanto eu viver- jurou de modo solene.
Janie fechou os olhos, saboreando o momento especial, e depois perguntou:
- Tem certeza de que quer se casar comigo?
-Sem duvida! E amanhã passarei aqui as dez e meia.
- Para quê?- quis saber Janie curiosa.
-Para irmos a igreja. È domingo, esqueceu? Precisamos dar bom exemplo para nossos filhos - explicou com ar maroto.
Janie soltou uma risada.
- Está certo!
- Vejo-a pela manhã, meu bem.
Sem maiores delongas, deu-lhe um beijo rápido no rosto, e voltou para o carro, partindo logo depois de acenar com a mão.
Fred ficou surpreso e encantado quando Léo veio buscar a filha para ir à igreja, e depois almoçou com eles. Os dois conversaram sobre gado, enquanto Janie permanecia calada, olhando para o noivo, e ainda sem conseguir acreditar na realidade.
Como tudo mudara! Pensou. Em questão de horas, sua vida dera uma guinada totalmente inesperada.
Fred não conseguia se conter de satisfação. Hettie tirara folga e quando chegou á tarde, recebeu a noticia com uma enorme alegria.
Naquela noite foram todos jantar na casa de Léo, e Janie usou um vestido de seda bege, sapatos de salto alto no mesmo tom, e brincos e colar de pérolas que haviam pertencido a sua mãe. Os cabelos castanhos emolduravam-lhe o rosto, caindo em cascatas pelas costas.
Sem parecer notar o olhar de aprovação do noivo, quando entraram no carro, disse:
-Seus irmãos devem ter levado um susto tremendo com a novidade.
Léo ergueu as sobrancelhas.
- Depois do Baile dos Vaqueiros, creio que já estavam preparados para isso.
Contou então para Janie que Corrigan o levara para casa, e que ficara desconfiado dos sentimento do caçula a respeito dela. Sem dúvida todos os Hart já sabiam de seu interesse por Janie.
-Quando soube que Marilee mentira o tempo todo fiquei furioso ao vê-la ao lado de Harley, e meus irmãos perceberam. Existem coisas que transparecem no semblante das pessoas, por mais que tente disfarçar, não acha?
- Ficou com ciúmes, Léo?
- Demais! - confessou ele sem reservas - E tudo piorou quando começou a trabalhar no Shea´s - fitou-a com seriedade - Proíbo-a de voltar a pôr os pés lá! Farei qualquer coisa para que desista da idéia.
Janie sorriu consigo mesmo.
- Ora! Nem pretendia continuar. Terei muito que fazer na fazenda quando nos casarmos.
-Não vamos falar sobre isso agora.
Ela o fitou preocupada.
-Está arrependido da decisão?
Léo a fitou por um momento, e depois disse sem preâmbulos:
- Pode ter certeza de que a palavra casamento me faz lembrar de lua-de-mel, e só isso me anima a casar, meu bem. Só não quero falar de nossa vida futura, por que no momento só penso no presente. Vamos tratar de nos comportarmos á mesa, e evitar cair um nos braços do outro, está bem? Meus irmãos precisam ver que sou um rapaz comportado.
- Podemos recitar a tabuada em voz baixa - sugeriu Janie com ar de troça.
- Isso me lembra multiplicação, que me recorda coelhos, e você sabe muito bem o que esses animais gostam de fazer.
-Então vamos discutir sobre o discurso de Gettysburg. Sei de cor.
-Vai me fazer dormir em cima do preto.
-Fiz biscoitos para o jantar - comunicou Janie, mostrando uma travessa que trouxera.
Isso o deixou em alerta.
- Para a sobremesa? Vão combinar com a torta de maça que mandei fazer. Só em pensar me dá água na boca. Vamos lá!- pisou fundo no acelerador- Meu bem, acabou de falar as palavras mágicas! Biscoitos!!!!
Janie sorriu consigo mesma. O casamento seria uma verdadeira aventura, pensou.
Todos os irmos de Léo compareceram ao jantar. Corrigan, Rey e CAg, com as respectivas esposas, Dorie, Meredith e Tess, além de Simon e Tira.
Janie arrumava os biscoitos nas bandejas, quando a companhia tocou, e mal teve tempo de tirar o avental.
Ao abrir a porta, Léo não pôde conter a surpresa:
- Todos juntos?
-Não acreditei e vim correndo - disse Simon - Precisava ver com meus próprios olhos.
- Também custou-me acreditar, quando ele nos convidou para um jantar de noivado- comentou Dorie.
- Por acaso está grávida? - perguntou CAg com toda calma, apontando para Janie, toda ruborizada.
- É claro que não! - exclamou Léo ofendido - Vocês quatro deferiam me conhecer melhor.
Trocou um olhar apaixonado com Janie, e os irmãos adquiriram um ar muito sério. Cag tirou do bolso um pedaço de papel.
- Eis a lista de pessoas que precisamos convidar para o casamento.
- Posso conseguir a orquestra sinfônica do Estado para tocar. Sou amigo do regente - ofereceu-se Rey.
- O vestido de noiva pode ser encomendado pela Internet e estará aqui amanhã, vindo de Dallas - lembrou Tess- Só precisamos das medidas de Janie.
Um súbito clarão deixou os noivos meios zonzos, quando Meredith tirou uma foto com sua câmara portátil, enquanto Tira lembrava:
- E o bolo? Precisamos de um bufe!
- CAg pode fazer isso! - disse Simon.
- Mas é o meu casamento- protestou Janie, em meio aos comentários entusiasmados.
- Claro que sim - concordou Tira com ar magnânimo- Vamos lá, meninas!
Deixando Janie na sala, as outras mulheres desapareceram no escritório de Léo no momento que Fred e Hettie entravam.
- Não ligue para as minhas cunhadas meu bem - disse Léo em um tom conciliador- Vão querer preparar tudo, e parece que pretendem nos dar um casamento de grande estilo. - sorriu em tom de brincadeira - Nós poderemos comparecer, é claro.
- Mas pretendíamos ter uma cerimônia tranqüila e informal - ela voltou a protestar.
-Pode dizer isso a ela, mas não espere que lhe dêem ouvidos.
Hettie começou a rir.
- Estou me lembrando que você também meteu o bedelho no casamento de todos os seus irmãos. È natural que ajam do mesmo modo.
Léo fitou Janie com um sorriso sem graça.
-Veja pelo lado bom, meu bem. Poderá ficar sentada, descansando, sem se preocupar com nada, enquanto todos se esfalfam para preparar o grande dia.
- E o meu vestido? - replicou Janie.
-Minha cunhada tem muito bom gosto.
Fred não parava de sorrir. Reconhecia um homem loucamente apaixonado, e Léo Hart era um bom exemplo.

Ao final da noite, Janie já tinha tirado as medidas do vestido de noiva, encomendado por e-mail, feito a lista de convidados, e escolhido o bufê para a festa.
Já no carro com Léo, de volta para casa, murmurou enlevada:
- Não consigo acreditar que tudo isso é verdade.
- Quarta-feira à noite não terá mais dúvida, querida. Durma bem.


Para um planejamento tão rápido, a festa foi um assombro de organização e beleza. As alianças ficaram prontas a tempo, assim como o vestido de noiva. Os proclamas do casamento foram feitos a toque de caixa, e o bufê, fotografo e flores foram providenciados sem atropelo , já que Tira, Tess, Dorie e Meredith eram muito eficientes.
Uma espécie de caramanchão foi erguido nos jardins da Fazenda Hart, coberta por laços cor-de-rosa e flores brancas. Janie estava linda, com um vestido de renda e cetim, e uma maquiagem perfeita, que disfarçava muito bem o rosto ainda machucado.
Mesmo durante a cerimônia, os irmãos Hart não pararam de trabalhar, fiscalizando para garantir que todos os convidados se sentissem bem.
Por fim a festa acabou, e os noivos se viram a sós. Léo tomou Janie nos braços e carregou-a para o quarto, trancando a porta, cerrando as cortinas e desligando o telefone.
- Não quero interrupções dessa vez.- brincou.
Com gestos suaves, retirou o véu e começou a desfazer seu elaborado penteado. Depois a fez virar-se e desabotoou o vestido, que deslizou para o chão como uma nuvem branca, revelando a calcinha e sutiã de renda.
Em seguida foi a vez de Janie ajudá-lo a tirar o paletó e a gravata, e desabotoar a camisa de seda. Já sem roupas do casamento, ele a abraçou.
- Preciso vestir minha camisola - murmurou a noiva.
- Não é necessário meu bem.
Conduziu-a para a cama, e ambos deitaram, em um amplexo apaixonado. Em breve Janie sentiu-o sobre seu corpo, beijando-a, acariciando-a, e por fim penetrando-a com paixão.
-Estou machucando-a, meu bem?- sussurrou Léo, tentando dominar-se ao máximo.
- Não - respondeu ela, presa de uma maravilhosa euforia.
Já era mulher de Léo, pensou, uma só alma, um só corpo. O prazer a invadira de forma alucinante, e ambos iniciaram uma dança frenética, ritmada e sensual, até que Léo gemeu ao seu ouvido.
- Eu a amo, Janie.
Por fim se aquietaram, abraçados e felizes, a respiração aos poucos voltando ao normal.
- Adoro observá-la nos momentos de paixão - murmurou ele - Você se entrega com uma naturalidade que me encanta.
Durante a noite murmúrios e gemidos de prazer se intercalaram, até que o lusco-fusco da madrugada os surpreendeu, exaustos e muito felizes.
- Estava tão desesperado para tê-la que me esqueci de usar preservativos, querida - confessou Léo com um sorriso preguiçoso.
- Disse que queria ter filhos logo - replicou Janie também sorrindo.
-Sim, mas com seu consentimento.
Ela deslizou um dedo pelo perfil do marido, e aconchegou-se ao seu peito.
- Por acaso me ouviu interromper o que estávamos fazendo para pedir que fosse correndo buscar um preservativo?
Ele riu e espreguiçou-se.
- Nossa! Estou com os músculos doloridos! Que noite! Você é maravilhosa, querida. Jamais tive um experiência como essa. Sexo com verdadeiro amor. Sabe o que quero dizer?
Janie sentiu um nó na garganta.
- Que você me ama na verdade - murmurou.
-Sim. Soube disso quando a vi nas mãos daquele bandido no Shea´s. Fiquei desesperado por não ter podido dominá-lo. - fitou a esposa e beijou-a com ternura. - Não suportaria perdê-la Janie.
Ela sorriu enlevada.
- Eu comecei a amá-lo há dois anos, quando me trouxe uma flor do campo e pediu que imaginasse ser um buquê. Lembra?
-Sim. Naquela época a julgava uma criança. Eu a fiz sofrer, meu amor. Desculpe.
- Já se redimiu para sempre - replicou ela, beijando-o nos lábios.
- Eu a amo de todo o coração, senhora Hart!
Em breve chegou o natal, o primeiro de Janie como esposa de Léo, e ele a presenteou com um colar de esmeraldas.
- Para combinar com seus olhos- explicou.
Por seu lado, Janie deu-lhe um relógio de pulso com o nome dos dois gravados.
- Para marcar as horas felizes- explicou.
Celebraram o ano novo no clube de JAcobsville, dançando e se divertindo com outros casais.
Semanas depois uma notícia abalou a cidade. John Clark, que voltara a Victoria para contratar um famoso advogado para o irmão, tentara assaltar um banco, porque não tinha dinheiro suficiente para os honorários. Foi preso em flagrante, mas não sem reagir e, após um tiroteio violento, a policia o atingiu mortalmente.
Jack Clark recebeu permissão para ir para o funeral do irmão, e depois foi levado a outra prisão, para cumprir uma longa sentença, já que confessara ter matado os touros de Fred Brewster e de outros fazendeiros.
Léo e Janie souberam de tudo isso no aconchego de seu novo lar, onde o amor reinava a cada minuto do dia.
-Os sonhos se tornam realidade - disse ela.
Em resposta, o marido a tomou nos braços e a beijou com paixão.

todo o respeito.retendo fazer.. ______________________________________________________________________________________________, _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
o, os olhos cravados em Janie.usm nenhum espalharia fofocas sobre ele e JAnie, pensou, ainda mais naquelas circunstancias._____
Fim
Rar!�ϐs�� �������…t@‚X�ÀÌ��¦[�ÅzíkÖ458� ���Ador vel Inimigo (Darling Enemy)- Diana Palmer.rtf�Ìá+§zßÍ*?¢=Ã×B%Aø©``ØÖ¼&lsqauo;]þÕÃ"§�ÓÌ&lsqauo;! ì"êZqlnÌ¥sš!Ù)ªÈ>ðD!YLtº"¡8sŒÆp…°ß
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mQYûh_Ø…Ý7P¿!ËXGÍš‰IÀÂ0ý;ò7n+.Ë<&®â\CJ¿è@ÆéÙ]æ8£ÛÑÂ"NEÇ<¹"†œ„¸íFÓdÒes7üTøû?$^,Çq-±ÝC9õRÆ"„üÓ¶gt?õÆÞ 4Ð7[:ÎJXÁMy]ø‡44yû¾7—ì€p¾T¼LLàìŽZÁÀßâݍÌ+Ið°Óoi©ƒÇ¡<˜FZËÏ»Ç'ešà5v'0 …Çþ0VA;­Èq{0luòi'ÈBZL°Ä…ÊPFá,z´ÂÃûý¸r%¾³ïï¯is]+4è oWkdô]'üìbUR+SÐ&&lsqauo;.‰ô›˜àáíÆFí¯n–h|Ü¡Ô|86žúö'ÄaõÐ"r€Æ'=ý«Ù×ÌoŠlp½ÇxÊ&+Ý$}¶"€jU駯®«]ÿ7‚˜vÜ`îˆØÈcÚìhR‰ïª",c+UPhnPÝâMÕ
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