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Prólogo Salve, ó vale do sul, saudoso e belo! Salve, ó pátria da paz, deserto santo, Onde não ruge a grande voz das turbas! Solo sagrado a Deus, pudesse ao mundo O poeta fugir, cingir-se ao ermo, Qual ao freixo robusto a frágil hera, E a romagem do túmulo cumprindo, Só conhecer, ao despertar na morte, Essa vida sem mal, sem dor, sem termo, Que íntima voz contínuo nos promete No trânsito chamado o viver do homem. | ||||||||||
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