domingo, 25 de outubro de 2020

{clube-do-e-livro} LANÇAMENTO DA REVISTA CONFISSÕES ÍNTIMAS Nº59 /1982 NOS FORMATOS :PDF,TXT E EPUB

Se voc�� n��o conseguiu nas

bancas os n��meros especiais

de C O N F I S S �� E S INTIMAS -

"Guia do Sexo & Amor",

"Homossexualismo em Ques-

t��o" e "Masturba����o Sem Cul-

pa" ���, seu pedido pode ser fei-

to por reembolso postal. O

mesmo acontece com os volu-

mes "Dicion��rio Sexual" e

"Astrologia, Sexo e Amor"

A partir desta edi����o, passare-

mos a dedicar um maior espa-

��o �� se����o "Ponto de Encon-

tro", em vista dos in��meros

pedidos dos leitores para que

seus an��ncios sa��ssem com

maior rapidez. 0 ac��mulo con-

tinua sendo realmente grande;

mas com maior espa��o, logo

estaremos dando um fluxo

maior ao grande n��mero de so-

licita����es.

0 objetivo �� dar a voc�� uma

revista cada vez melhor, a sua

C O N F I S S �� E S ��NTIMAS.





INICIA����O

& TIMIDEZ

"COMO OBTER UMA PARCEIRA PARA FAZER SEXO?"

"N��O SEI MAIS O QUE FAZER PARA ME RELACIONAR SEXUALMENTE. . . "

"POR QUE DEUS N��O ME AJUDA A TER UMA GAROTA?"

uma palavra, quero dizer obri-

que exista. Sou muito t��mido e, por

gado, porque eu era um sujei-

isso, dif��cilmente consigo uma mulher

to revoltado comigo mesmo para fazer amor; e quando consigo, ela por causa de meu p��nis, que

n��o me satisfaz plenamente. Me mas-

era muito pequeno. Sua resposta ��

turbo 6 a 8 vezes por dia. Devo pro-

minha carta ajudou-me, e resolvi meu

curar um m��dico para diminuir a mi-

problema. Dessa vez, por��m, volto a

nha pot��ncia sexual, ou ser�� que n��o

procur��-la para tratar de um outro existe no mundo uma mulher capaz de assunto: embora j�� tenha 30 anos, sou

me satisfazer? Talvez haja uma mulher

um sujeito que at�� eu mesmo duvido

que me ajude e queira ser muito ama-

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da!" (J. X. Pequeno - S��o Leopoldo/

tam satisfeitas. Acredite mais em si

RS)

mesmo, e leve em considera����o que

ningu��m �� perfeito ou superior aos

outros. Assim como tamb��m ningu��m

�� totalmente imperfeito ou inferior.

icamos felizes em saber que o

seu primeiro problema j�� fi-

cou resolvido; mas, ao mesmo

tempo, estamos preocupados,

"N��O SEI MAIS O QUE FAZER

porque o drama que voc�� vive agora

PARA ME RELACIONAR

ainda est�� relacionado com ele. �� que

SEXUALMENTE..."

voc�� j�� transferia esta timidez, causada

por sua inseguran��a pessoal, para o ta-

manho de seu p��nis. Era uma proje����o

e, embora tenha conseguido completar

screvo-lhes para saber o que

a sua primeira experi��ncia sexual, o

est�� havendo com o meu rela-

problema fundamental continuava e

cionamento sexual e com as

continua: n��o tem confian��a em si

pessoas em geral, coisa que

mesmo, e sendo assim, n��o tem a se-

n��o �� f��cil. J�� namorei muitas garotas

guran��a interior para garantir-lhe tran-

e tenho tentado sempre manter um

q��ilidade, ao menos suficiente, na vida

relacionamento sexual com algumas

normal e nas rela����es sexuais, princi-

delas, mas n��o consegui nada at�� agora.

palmente. Esta inseguran��a independe

Quando eu me deito emborcado, o

de idade e sexo. Parece-nos tamb��m

meu p��nis amea��a logo a crescer, e ele

que voc�� est�� depositando nos ombros

fica sempre assim. O que �� que voc��

das mulheres uma carga pesada de-

acha disso? Que posso fazer para man-

mais e, al��m disso, injusta, porque est��

ter um relacionamento sexual?" (M. de

esperando que elas ��� e t��o-somente

O. Gomes - Fortaleza/CE)

elas ��� venham a resolver seus proble-

mas de inseguran��a geral, apenas no

ato sexual. Convenhamos que esta

carga ser�� sempre imposs��vel de ser

icou tido como l��quido e cer-

carregada por elas. Tem que existir

to ��� embora ningu��m saiba

tamb��m, de sua parte, uma doa����o e

baseado em qu��, nem quem

uma colabora����o para chegar a um

foi o autor (ou autores) de tal

bom termo. �� masturba����o, na sua

costume ��� que o rapaz deve o quanto

idade, est�� explicada dentro deste antes ter relacionamentos sexuais, assim contexto: como n��o sai de si mesmo,

que atinge a puberdade. Os efeitos ver-

volta-se sexualmente para satisfazer a

dadeiramente traumatizantes que esse

si pr��prio. N��o pense que seu caso ��

costume hediondamente secular provo-

de excesso de pot��ncia sexual; por

ca nos pobres jovens jamais foram leva-

isso, nem pense em procurar um m��-

dos em conta. A tend��ncia de hoje em

dico. Seu problema �� psicol��gico e

dia �� fazer com que os jovens se livrem

existencial, e n��o patol��gico. Sua dessa sobrecarga desumana, dessa in-pot��ncia sexual �� normal. E deve exis-

cumb��ncia desastrosa para eles, uma

tir no mundo mulheres capazes de sa-

vez que - dentro da inseguran��a que

tisfaz��-lo, tal como existem para to-

as transforma����es f��sicas, org��nicas e

dos, uma vez que elas tamb��m se sin-

psico-emocionais em que se encon-

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tram, nessa fase ��� t��m que provar a si

penharem sexualmente bem, quando

mesmos, aos amigos, aos familiares e

eles pr��prios sentirem vontade de faz��-

�� sociedade que s��o "machos" de ver-

lo. Sem as press��es que a sociedade

dade, que j�� podem ter experi��ncias

lhes impinge, nem tampouco na fase

sexuais com mulheres. Procura-se in-

que o conceito machista e pernicioso

verter a ordem das coisas, procura-se

lhes costuma cobrar. Dessa maneira,

corrigir os erros desse posicionamento.

ser��o evitados sentimentos como os

seus, que lhe est��o causando uma

Antes eles eram empurrados a fazer

ansiedade cont��nua, por ainda n��o

algo, de qualquer jeito, pois o impor-

ter se relacionado com algu��m. Voc��

tante era fazer. Agora, �� procura de

est�� dentro do padr��o normal para a

uma ordem l��gica e justa para a ju-

sua idade. Transforme essa ansiedade

ventude, busca-se orient��-los para que

em energia para ler e se instruir sobre

se equipem de informa����o necess��ria e

o relacionamento afetivo com as pes-

s��ria ��� despidos dos mitos, preconcei-

soas em geral e com as mo��as, em par-

tos e mal��cias ��� a respeito do sexo.

ticular. Deixe que o relacionamento

Assim, eles ter��o condi����es de desem-

sexual venha a ser uma conseq����ncia

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natural e espont��nea desses primeiros

Paulo - Capital)

contatos. Porque ser�� sentindo uma

atra����o especial por um algu��m que

seu lado sexual reagir�� naturalmente

ao est��mulo e lhe vir�� um impulso irre-

fre��vel para o sexo, para as car��cias,

para a entrega e para a forma de con-

Veja como voc�� est�� deitado

eternamente no ber��o espl��n-

dido da timidez e n��o quer fa-

cretizar a contento esta entrega. Assim,

zer mais nada na vida. N��o es-

voc�� estar�� percorrendo o caminho tuda, n��o se comunica com pessoas de mais simples e mais seguro: come��ando

seu sexo nem do sexo oposto ao seu,

por conhecer os detalhes e os mean-

n��o trabalha, n��o procura, e se escon-

dros desse caminho, suas travessas e

de de tudo e de todos. Por qu��? Por-

bifurca����es, onde ele ir�� dar, �� que

que �� t��mido. Ora, quem lhe disse

chegar�� ao seu objetivo, mais equipa-

que a timidez �� desprez��vel; quem lhe

do e, como conseq����ncia, mais feliz.

disse que o r��tulo de t��mido dispensa o

Se, por��m, inverte as coisas e come��a

indiv��duo de obriga����es, dos deveres,

por aquilo que deveria ser o fim, ter��

das alegrias, das amizades e do amor?

como resultado mil frustra����es e d��-

Que tem a timidez a ver com seus es-

vidas.

tudos, com seu trabalho, com seus

amigos? Na verdade, voc�� est�� usando

a timidez para desculpar a estagna����o

e a pregui��a! Quando perguntadas, a

POR QUE DEUS N��O ME AJUDA

maioria das mulheres sempre tem res-

A TER UMA GAROTA?

pondido que encontra atra����o nos t��-

midos e pouco arrojados. .. A mastur-

ba����o �� uma conseq����ncia desta redo-

ma em que se colocou, e tamb��m um

ref��gio para n��o ter que fazer for��a

ou um rapaz de 19 anos. N��o

interior para sair de si e partir para um

tenho namorada, vivo em ca-

relacionamento com o sexo oposto.

sa, e n��o saio aos s��bados e

Numa "nice", numa boa, fica maldi-

domingos porque sou muito

zendo porque Deus n��o faz cair do

t��mido. Apaixonei-me uma ��nica vez,

c��u uma garota para voc�� - como se

por uma mina da escola onde eu as garotas chovessem das alturas como estudava. Hoje, n��o estudo mais; presentes divinos. Enquanto isso, ou-n��o conclui nem o 59 ano ginasial. Co-

tros rapazes tamb��m t��midos, mas me-

mecei a masturbar-me aos 15 anos de

nos comodistas, est��o procurando fa-

idade, e agora n��o consigo parar; at��

zer amizades, entabulando relaciona-

hoje n��o tive uma rela����o sexual com

mentos, correndo o risco de serem re-

uma prostituta. Fico muito triste, pen-

jeitados. Mas sabem que, de rejei����o

sando por que raz��o Deus n��o me aju-

em rejei����o, �� que ir��o superando o

da a ter uma garota! Vivo sonhando

bloqueio da timidez e chegando mais

com o dia em que vou ter uma mina

perto das mo��as. A ��nica sa��da decen-

para mim. Minha vida, atualmente, ��

te e l��gica para o seu caso �� engajar na

completamente vazia. Quando tenho

vida, quer seja estudando, trabalhando,

atra����o por uma garota, n��o consigo

saindo com outros jovens ��� e, acima

ganh��-la; minha voz n��o sai e meu

de tudo, sem o temor de errar ou de

rosto fica vermelho e suado. Por fa-

cometer uma falha imperdo��vel

vor, me ajudei" (Solit��rio de S��o

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ANATOMIA





SEXUAL


"MEU PENIS N��O ARREGA��A". ..

ostara que voc�� me ajudasse a

resolver o meu problema, que

est�� me deixando doente.�� que

meu p��nis n��o arrega��a, �� mui-

to pequeno e quase n��o faz volume nas prejudicar-me no exame m��dico. Voc�� cal��as. Quando est�� duro, ele mede ape- poderia me informar se �� verdade que nas uns 9 dedos, segundo a opini��o de durante o exame todos os alunos ficam meus amigos. Eu acho que ele �� nor- nus na mesma sala,e se �� poss��vel que mal, porque quando transo com mu- eu venha a ser barrado pelo tamanho lheres. elas de nada reclamam; e quan- de meu p��nis. Como moro numa cida-8



de muito pequena, este curso se resu-

me na ��nica oportunidade que tenho

de ser algu��m na vida." (L.R.M. - SP)

Na verdade, sua carta nos apre-

senta dois tipos de problema:

um de ordem anat��mica e ou-

tro de origem ps��quica. O pri-

meiro deles ��� o fato de n��o conseguir

arrega��ar seu p��nis ��� parece tratar-se

de uma fimose, o que deve lev��-lo ��

procura de um m��dico, para ser confir-

mada e, conseq��entemente, corrigida,

porque a fimose impede um bom de-

sempenho sexual. Sendo de f��cil cor-

re����o, esta cirurgia �� bastante corri-

queira nas clinicas e hospitais, al��m de

oferecer um risco m��nimo ao paciente.

�� totalmente financiado pelo INAMPS

e a cura �� garantida. Mas antes de qual-

quer provid��ncia, procure um m��dico

e siga as suas instru����es. Quanto ao se-

gundo problema, cremos que ele est��

ou mulheres, mesmo para o seu exame

sendo pr��-fabricado, ou melhor, est��

da Aeron��utica. Em alguns estabeleci-

sendo criado de fora para dentro de

mentos, este exame �� feito em conjun-

voc��. S��o seus amigos (?) que o est��o

to e em outros, n��o. Seja como for, vo-

criando e, diga-se de passagem, sem c�� n��o tem nada a temer, pois ir�� en-base nenhuma para isso. Se voc�� est��

contrar p��nis maiores e menores que

se relacionando a contento, se n��o ou-

o seu, sem que este fato venha a sele-

viu queixa alguma at�� agora, por que

cionar os mais "machos".

achar que seu p��nis tem tamanho redu-

Com tantas preocupa����es mais essen-

zido ou coisa e tal? N��o se preocupe

ciais �� felicidade humana, n��o acha

com problemas criados por "amigos-

que �� infantilidade ficar a preocupar-

da-on��a", que procuram transferir suas

se com o tamanho do p��nis dos outros?

pr��prias ansiedades para os ombros Fa��a seu curso tranq��il��o, e aproveite de outros. Repetimos que qualquer ta-a oportunidade para se firmar profissio-

manho de p��nis ou volume pode ple-

nalmente e fazer um grande n��mero de

namente satisfazer uma mulher, e exis-

boas amizades. E procure resolver o

tem at�� aquelas que o preferem peque-

seu prov��vel problema real: a fimose

no. .. Porque o que realmente importa

que consiste no estreitamento do pre-

�� o uso e a manipula����o que voc�� vai

p��cio, a pele que cobre a glande - a

fazer com ele, movido por sua sensibi-

cabe��a do p��nis. Essa retra����o impede

lidade. O mito de que o p��nis grande ��

a exposi����o da glande e faz com que o

sinal de virilidade j�� est�� ultrapassado.

esmegma fique acumulado, provocan-

Por isso, n��o h�� o que temer por ter

que ficar nu diante de outros homens

do um mau cheiro. Esse problema pre-

cisa ser o quanto antes resolvido

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MASTURBA����O

"DESCONHE��O O QUE SEJA MASTURBA����O"

esta revista, que est�� sempre

sempre converso e leio artigos que se

pronta a responder aos jovens

referem �� masturba����o. Pois eu nem

e aos adultos sobre seus pro-

sei o que �� isso! Certa vez, procurei a

blemas e suas d��vidas, venho

explica����o num dicion��rio e l�� encon-

tamb��m trazer as minhas. Acho que

trei a seguinte resposta: "�� o ato de se

voc��s ainda n��o viram um caso t��o es-

excitar com as m��os". Deu no mesmo,

quisito como o meu: desconhe��o tudo

porque eu nem sabia o que era excitar.

que se relacione com sexo. Creio tam-

J�� sou aluno do secund��rio e nunca ti-

b��m que o meu problema atinge �� ve aula alguma sobre sexo. Gostaria grande maioria dos brasileiros, porque

que voc��s me dessem informa����es de-

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talhadas sobre a masturba����o. Tam-

escolar, como provam as escolas em

b��m sobre orgasmo, ��nus e alguns ma-

que a mat��ria de educa����o sexual est��

cetes sobre a reprodu����o humana. sendo adotada. Mas voc�� pode escrever Nunca acho quem pode me ajudar nes-para n��s sempre, indagando a respeito

ses aspectos. Tenho ainda outro pro-

de um tema em particular, colocando

blema: quando meu p��nis fica ereto

na carta as informa����es que achar ne-

(aprendi no dicion��rio), continua co-

cess��rias. Como prova a sua missiva,

berto por uma pele chamada prep��-

voc�� �� um rapaz inteligente, que capta

cio. Ser�� isso normal em jovens da mi-

com grande facilidade o que l�� e escu-

nha idade e ser�� necess��ria alguma ope-

ta. N��o ter�� problemas para entender o

ra����o?" (Ing��nuo Preocupado - Santo

mais simples; e as d��vidas que possam

Amaro da Purifica����o/BA)

surgir, e devem aparecer, poder��o ser

transmitidas para n��s, que o ajudare-

mos no que for poss��vel. 0 importan-

te �� buscar a informa����o, estar �� cata

N��o podemos, infelizmente, de fatos novos em tudo, tanto mais dar-lhe toda a informa����o que

quando esses fatos dizem respeito ��

voc�� precisa, porque o espa��o

nossa pr��pria sexualidade. �� um tra-

�� insuficiente, em vista de

balho de pesquisa que exige muita de-

tantos outros problemas urgentes que

dica����o e persist��ncia, porque os fru-

afligem tamb��m nossos outros leitores.

tos n��o aparecem �� primeira vista. Mas

Al��m do mais, �� tarefa extensa demais

ser��o util��ssimos, n��o s�� para voc��,

para ser abordada de uma vez s��, por-

mas tamb��m para todos aqueles que

que ela abrange todo um curr��culo

cruzarem o seu caminho. Hoje vamos

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nos deter na masturba����o, que foi ali��s

ato sexual a dois, que faz com que haja

a sua primeira pergunta. Denomina-se

uma permuta rec��proca entre dois se-

masturba����o ao ato solit��rio praticado

res, um dar e receber em constante re-

por uma pessoa em si mesma, atrav��s

nova����o. Costumava-se atribuir �� mas-

da manipula����o em ��rg��os genitais.

turba����o problemas que nada tinham

Esta manipula����o, dependendo da a ver com a sua pr��tica: cansa��o ex-pessoa, pode ser feita com as m��os ���

tremo, acne, ginecomastia (crescimen-

a mais comum - ou com a ajuda de

to das mamas no rapaz), aumento das

outros objetos. O que caracteriza a n��degas, diminui����o da pot��ncia se-masturba����o �� que ela dispensa a par-

xual, etc. Na realidade, o ��nico pro-

ticipa����o de outra pessoa. Se por um

blema grave resultante da masturba����o

lado ela facilita o conhecimento do �� o sentimento de culpa que costuma corpo e suas rea����es, por outro ela ten-acompanh��-la. Ele poder�� repercutir

de a condicionar o indiv��duo a resolver

na vida sexual adulta da pessoa; da�� ser

todas as suas ang��stias de ordem psico-

importante que os pais e educadores,

l��gica atrav��s dela. H�� pessoas que n��o

sem encoraj��-la, procurem n��o repri-

sentem necessidade de masturbar-se; mir essa forma de inicia����o sexual. Ela da�� o fato de que ela, embora comum,

�� um substituto tempor��rio, em certa

n��o �� obrigat��ria. Assim que o amadu-

fase da sexualidade. No que se refere ��

recimento total da pessoa se completa,

pele que cobre o seu p��nis, seria bom

a masturba����o passa a ser insatisfat��-

que voc�� fosse examinado por um m��-

ria, porque o indiv��duo passa tamb��m

dico, que talvez venha a diagnosticar

a sentir que n��o se basta e tem pre-

fimose. A ser confirmada, ser�� neces-

m��ncia de voltar-se para o outro sexo.

s��ria a cirurgia, que �� comum nos hos-

Sendo um ato solit��rio, a masturba-

pitais, quase sem risco e de cura asse-

����o tende a fazer com que o indiv��duo

gurada quando bem-feita.

se feche em si mesmo; ao contr��rio do

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SEXUALIDADE





FEMININA


"TIVE DE FAZER UMA CURETAGEM:

SOU UMA MULHER EST��RIL?"

enho 29 anos, sou solteira e

mais experi��ncia do que eu, afirmam

m��e de um menino de 3 anos.

que eu n��o poderei ter mais filhos.

Gostaria de obter informa-

Mas j�� houve quem dissesse o contr��-

����es a respeito de sexo, por-

rio, isto ��, que depois da curetagem a

que pouco aprendi desse assunto. Quan-

mulher fica mais f��rtil. N��o tenho

do tive meu filho, passados 5 cinco atualmente romance fixo, n��o dou sor-dias do parto, tive uma reca��da. Os m��-

te no amor; acho at�� que �� sina. Po-

dicos disseram que foi febre puerperal

r��m, tenho me encontrado com um

e fizeram uma curetagem (raspagem rapaz que �� casado, mas vive separado no ��tero). Minhas amigas, que t��m da mulher e com suas duas filhas, fru-14



tos do seu casamento anterior. Mas ele

minha menstrua����o diminuiu bastante;

mora com uma outra mulher, h�� mais

isso �� normal? Ser�� que existe algum

de 2 anos. Esta mulher j�� tinha uma fi-

rem��dio para aumentar o apetite se-

lha de uma liga����o anterior. Ele, po-

xual, que eu possa comprar em far-

r��m, n��o sabe e nem desconfia que eu

m��cias ou drogarias? Eu era uma mu-

estou a par de todo o seu passado. Es-

lher quente antes do parto, e hoje me

tou aborrecida porque, apesar de estar-

acho um pouco fr��gida, talvez por

mos envolvidos um com o outro h��

causa dos conflitos e decep����es que

pouco tempo, eu j�� gosto muito dele

tive na vida. Mesmo assim, ficarei fe-

e me desespero s�� em pensar que pos-

liz se me indicarem algum estimulan-

so perd��-lo, como aconteceu com te sexual. De antem��o, agrade��o toda todos os homens que passaram pela a sua aten����o." (M. J. C. - Prisioneira minha vida. Ele sabe tudo a meu res-do Destino - Belo Horizonte / MG)

peito, e disse que deseja casar comigo

para morarmos juntos. N��o sei o que

fazer: se digo para ele toda a verdade

(que sei tudo a respeito de sua vida)

ou se deixo as coisas como est��o, fin-

Acuretagem, em si, n��o dimi-

nui nem aumenta a fertilida-

de. 0 que pode acontecer ��

gindo que n��o sei de nada, para ver

que, juntamente com o pro-

se um dia ele conta tudo para mim.

blema maior, ela venha a resolver ou-

Como devo agir nesse caso? Outro con-

tro problema secund��rio, que estaria

selho que eu gostaria que voc�� me des-

causando a dificuldade anterior de en-

se �� sobre a p��lula anticoncepcional,

gravidar. No seu caso, ela n��o dever��

que estou tomando. Ser�� que se eu

ter provocado qualquer altera����o a

parar de tomar a p��lula serei capaz esse respeito. Talvez pela tend��ncia de engravidar? N��o voltei ao m��dico

em se envolver com homens proble-

que receitou as p��lulas para mim, m��ticos, voc�� nos deu uma impres-conforme ele havia pedido; ser�� pos-

s��o n��tida de algu��m desiludida com

s��vel fazer os exames de revis��o, pas-

o sentimento amoroso, com a doa-

sados j�� 3 anos? Com o uso da p��lula,

����o, o afeto e, em especial, com a

retribui����o masculina para o carinho

dispensado por voc��. Escolhendo rapa-

zes problem��ticos, �� l��gico que o rela-

cionamento entre voc��s ser�� tamb��m

problem��tico. Principalmente porque,

ao assumir o relacionamento, voc��s

n��o procuram passar a limpo os pro-

blemas e resolv��-los de vez. Persistin-

do os problemas, os percal��os, eles ir��o

infalivelmente afetar a estabilidade

da uni��o e, conseq��entemente, a feli-

cidade de ambos. Este sentimento de

frustra����o, quase de sofrimento cong��-

nito - que voc�� atribui a si mesma - ,

precisa urgentemente ser vencido. Nin-

gu��m nasce com uma sina, seja ela para

a felicidade, seja para a infelicidade.

N��s, os Homens que compomos uma

15



humanidade sobre a terra, �� que, faze-

n��o tem se conduzido corretamente,

mos uso do direito de escolher e optar,

convenhamos. J�� era tempo dele ter

constru��mos o nosso destino, a nossa

abordado o fato de viver com outra

sina. Caso contr��rio, ser��amos mario-

mulher e uma crian��a, filha dela; de

netes manipuladas ao bel-prazer de um

ter conversado a respeito do casamen-

destino implac��vel; e de nada valeria

to anterior dele e, tamb��m, sobre as

sermos maus ou bons, honestos ou

duas filhas que est��o sob a sua respon-

desonestos, porque a sina estaria irre-

sabilidade. Escondendo a realidade em

mediavelmente tra��ada e estabelecida.

que vive e que faz parte integral da

Quando se escolhe a pessoa certa, que

vida dele, como pode propor-lhe uma

re��ne as condi����es por n��s exigidas

uni��o que, nessa penumbra, fatalmente

para a felicidade, tudo leva �� sorte no

acabaria se desfazendo, pois estaria

amor. Por isso, achamos primordial

sendo constru��da sobre vento. Somen-

que voc�� tenha com esse rapaz uma

te esta conversa poder�� abrir uma luz

conversa franca e sincera, que tenha

no t��nel escuro deste relacionamento,

como t��nica a verdade acima de tudo.

mas continuamos achando que a situa-

Abra o jogo com o rapaz, dizendo tam-

����o, devido ��s circunstancias, �� inst��-

b��m de suas d��vidas e incertezas. Ele

vel. N��o coloque muitas esperan��as

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neste romance;procure manter, at�� de-

monstra����o em contr��rio da parte do

rapaz (das atitudes que futuramente ele

ir�� assumir), um p�� na frente e outro

atr��s, para n��o sofrer nova desilus��o

amorosa. Quanto ao problema da p��-

lula anticoncepcional, �� sabido que

ela favorece a fertilidade quando usa-

da por um longo per��odo e depois sus-

pensa. No entanto, dizem os ginecolo-

gistas que n��o se trata de um m��todo

infal��vel. Muitos s��o os casos de gravi-

dez imediata ap��s a suspens��o do uso

da p��lula, e muitos s��o os casos em que

esta gravidez n��o se verifica. Sendo as-

sim, todo o cuidado �� pouco, porque

o resultado depender�� de cada mulher.

Voc�� deve voltar ao m��dico para fazer

as revis��es, mesmo porque a ida ao

ginecologista, mesmo sem problema

aparente, deve ser posta em pr��tica por

todas as mulheres. A cada seis meses,

um exame ginecol��gico completo pre-

vine o c��ncer uterino e o de mama,

al��m de diagnosticar precocemente

qualquer anomalia ou dist��rbio. A

p��lula costuma aumentar ou diminuir

a menstrua����o, dependendo de cada

organismo. Mas tamb��m esse assunto

pode e deve ser tratado com o seu gi-

necologista, pois a mudan��a da p��lula

ou a suspens��o por determinado per��o-

do poder�� resolver o problema. �� evi-

dente que os conflitos vividos por voc��

durante a gravidez, o parto, o p��s-par-

to (sendo sozinha e m��e solteira), in-

flu��ram no seu psiquismo de tal forma

que esse est�� inibindo o seu apetite se-

xual. N��o h�� rem��dio ou po����o mila-

grosa para corrigir isso; apenas a sua

disposi����o interior de superar os trau-

mas e um novo relacionamento no

qual voc�� sinta condi����es de futura

estabilidade, pressinta uma felicidade a

dois, lhe trar��o de volta o apetite se-

xual. Porque ele deve ser natural e

n��o pr��-fabricado; ele simplesmente

vem e n��o pode ser programado

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HOMOSSEXUALISMO





MASCULINO


"A GRANDE SURPRESA DA CARONA". ..

"UM PIQUENIQUE INESQUEC��VEL"...

"SOU UM PRISIONEIRO DA SOLID��O NUM INTERNATO"...

stou enfrentando um proble-

xual triplicou de tamanho. Foi quan-

ma s��rio e pe��o sua ajuda.

do ela abriu o z��per e colocou sua boca

Certa noite, ia pela estrada,

no meu p��nis. Comecei a alis��-la, pri-

de carro, quando uma bela

meiro nas n��degas, depois me dirigindo

jovem de seus 19 anos pediu carona

�� sua vagina; foi quando ela pediu para

para o Recife. Nos primeiros quil��me-

eu n��o toc��-la. Estranhei no in��cio,

tros, tudo ia normal, quando, de re-

at�� que resolvi parar num motel pr��xi-

pente, ela come��ou a acariciar-me, mo. Foi a�� que o meu problema come-chegando a pegar no meu p��nis. Em

��ou, pois a bela jovem que eu conhece-

quest��o de minutos, meu ��rg��o se-

ra n��o passava de um travesti. No in��-

18



NOS JOGOS DO AMOR, A HORIZONTALIDADE

Nesta posi����o, a penetra����o �� mais profunda e proporciona um balan��o r��tmico que conduz a um orgasmo inigual��vel. Os m��sculos

retesados, de ambas as partes, mant��m e exercitam um controle exato do tempo para o orgasmo. Recomend��vel para eliminar casos de

ejacula����o precoce.





cio, tive vontade de bater nela (ou ne-

ao chegar l��, fui logo para a praia.

le), mas ele possu��a um bumbum lin-

Avistei um rio longe da praia e fui dar

do. Ali��s, seu corpo todo era lindo e,

um mergulho. Conheci outro rapaz

por incr��vel que pare��a, me apaixo-

que estava tomando banho ali e come-

nei loucamente. 0 problema �� que

��amos a conversar. Falamos sobre se-

sou casado e tenho 4 filhos. Por isso,

xo, e logo depois j�� est��vamos excita-

n��o posso assumir nada, pois tenho

dos. Tentei fugir��o assunto, mas ele

vergonha, mas ao mesmo tempo mui-

insistiu e, come��ando a me acariciar,

to amor para dar. Me ajudem . . ."

me beijou. Durante alguns minutos,

("Caruarense Apaixonado" - Recife /

me entreguei ��quelas car��cias; mas

PE)

tomado de um medo s��bito, reagi, sa��

em passos largos e fui para a praia.

O dia passou depressa; veio a tarde e,

Oinusitado da situa����o, a sur- j�� na hora de partirmos, eu o vi pela presa e o sabor aventuresco

��ltima vez. Agora sinto saudades dele

desse encontro contribu��ram

e de suas car��cias . . . Nina, por favor,

para essa excita����o, essa "lou-

ajude-me a vencer esse medo e a ter

ca paix��o" que o leitor descreve. ��

minha primeira rela����o sexual". . .

preciso reavaliar, sem preconceitos, a

("Menino do Recife" - Recife / PE)

profundidade desse sentimento. N��o

use nem seja usado: nada melhor do

que o tempo para dar a dimens��o exa-

ta de seus sentimentos com rela����o

a esse jovem travesti. A viv��ncia de

Aconfiss��o final de sua carta

diz exatamente o que voc��

deve fazer. Se ter uma rela����o

novos encontros indicar�� o rumo a

�� o seu desejo, de nada vale

seguir. Antes disso, �� preciso que haja

neg��-la. N��o se pode sonegar um dese-

espontaneidade e sinceridade de ambas

jo, pois ele reaparecer�� de forma mui-

as partes. N��o se deve atropelar os

to mais agressiva, mais cruel. Voc�� ar-

acontecimentos, simulando um envol-

repende-se, o que �� normal e comum,

vimento emocional, um amor que n��o

daquilo que deixou de fazer. Quando

existe. Pode-se viver uma experi��ncia

h�� desejo, as oportunidades surgem.

sexual sem que haja, necessariamente,

Fugir a essas oportunidades �� fugir de

envolvimento emocional num grau voc�� mesmo. Na realidade, esse

mais aprofundado. N��o aumente falsas

seu medo �� mais da rea����o que ter��

ilus��es e n��o se deixe enredar por elas.

diante ou ap��s o sexo. E para ven-

O tempo �� o melhor conselheiro nessa

c��-lo, n��o h�� outra alternativa sen��o

situa����o.

ceder aos seus desejos.





UM PIQUENIQUE


"SOU UM PRISIONEIRO

INESQUEC��VEL

DA SOLID��O"

ou filho ��nico, adolescente, e

sinto uma atra����o enorme por

ou leitor de CONFISS��ES

pessoas do mesmo sexo. Te-

��NTIMAS e de Rose, desde os

nho poucos amigos e nunca

primeiros n��meros. Sou um

tive uma rela����o sexual. Aos 13 anos,

jovem guei internado num

fui a um piquenique em Jo��o Pessoa;

col��gio de padres. Quando meus pais





2 3




descobriram toda a verdade sobre solid��o �� grande. Preciso desfrutar mim, resolveram me internar neste co-os meus desejos e apelo para a mastur-

l��gio, para n��o ver o nome da fam��lia

ba����o". . . ("Prisioneiro da Solid��o" -

propagado, em virtude de tudo o que

AL)

pratiquei. Eu nem sei a origem de eu

ter me tornado guei. O col��gio �� imen-

so, �� uma solid��o t��o grande que inun-

da a minha vida. Vejo colegas bonitos,

atraentes; d�� uma ��nsia de entregar-me

a eles. Mas n��o fa��o isso, pois se os

Omitimos o col��gio onde o jo-

vem se encontra internado,

por raz��es ��bvias. Na verda-

monitores descobrirem, t��m permiss��o

de, trata-se de um pres��dio

do meu pai para me darem uma surra.

disfar��ado em col��gio. �� incr��vel que

J�� tentei fugir duas vezes, mas tem

tal estabelecimento seja administrado

uma turma de vigilantes chatos que por religiosos. Igualmente digno de pe-n��o me d��o chance. 0 muro mede na �� o comportamento dos pais desse 15 metros de altura e, em cima, tem

adolescente.

fios el��tricos para quem tentar a fuga

Mas a mensagem mais importante ��

levar choque, desmaiar e ser punido. justamente para ele e para muitos ou-N��o d�� mais para continuar aqui, a tros jovens que certamente enfrentam 24





a mesma situa����o. Muitas vezes, numa

sua express��o sexual. E construir sua

esp��cie de "pres��dio domiciliar". �� pr��pria vida. Quando a vida em co-muito comum os pais castigarem filhos

mum com os pais se mostra imposs��-

homossexuais, privando-os at�� do con-

vel, n��o resta outra alternativa. At�� ��

v��vio social. No caso, s�� resta uma al-

conquista dessa independ��ncia, que

ternativa: ganhar a maioridade e partir

ser�� muito valiosa no sentido de de-

em busca de sua independ��ncia finan-

monstrar que todo homossexual tem

ceira. Essa independ��ncia significa tra-

muitos outros valores e n��o uma ex-

balho, a����o e compreens��o. Jamais,

clusiva obsess��o por sexo - como todo

responder �� viol��ncia dos pais com a

ser humano ��� , ser�� preciso agir com

mesma agressividade. �� muito dif��cil

prud��ncia, paci��ncia e toler��ncia. En-

mudar essa mentalidade, o terr��vel faticamente, sem contudo anular sua preconceito de cabe��as j�� (mal) fei-pr��pria personalidade. E isso �� poss��-

tas. A persist��ncia no trabalho, nos es-

vel, pois h�� milhares de homossexuais

tudos e o tempo ir��o amenizar esse

adultos, bem realizados e felizes, capa-

choque, permitindo um relacionamen-

zes de comprovar que o caminho a se-

to familiar mais ameno. Mesmo que

guir tem muito de ren��ncia e perseve-

para isso o jovem homossexual tenha

ran��a.

de morar s��, para poder viver melhor





2 5





EMOCIONAL


"ESTOU APAIXONADO POR MINHA PRIMA"...

"TODAS ME DIZEM QUE SOU O MELHOR HOMEM DO MUNDO"...

omecei muito cedo a sentir

unia, at�� que chegou num ponto qua-

um amor imenso por minha

se incontrol��vel. Resolvi evitar os pa-

prima, pois ela tinha apenas

pos e as brincadeiras, para colocar

8 anos de idade e eu 16. Brin-

um fim naquele intenso desejo de t��-

cavamos muito no quintal de minha la em minha vida para sempre. Pres-casa e no dela, mas eu pensava, naquela

sionado por meu tio, ausentei-me da

ocasi��o, que o tempo e outros amores

cidade e s�� voltei a v��-la algum tempo

fariam com que nosso sentimento de

depois, quando deparei com uma lin-

amor fosse esquecido. Crescemos jun-

da mulher, mais madura nos seus 16

tos e conosco cresceu o afeto que nos

anos, um corpo maravilhoso e um





2 6





esp��rito admir��vel. Fiquei ainda mais

convencido de que n��o serei feliz se n��o

a tiver para mim. Mas h�� sempre um po-

r��m nas hist��rias de amor, e ela est�� es-

tudando teologia e n��s n��o temos a mes-

ma religi��o. Quando tentei esquec��-la

buscando um outro amor, n��o fui feliz

pois a outra mo��a era esnobe e n��o deu

valor ao meu sentimento. Acho agora

que ningu��m mais �� digno de minha con-

fian��a e de meu sentimento. J�� nem

quero mais ningu��m. Fico pensando se

vou seguir assim, apenas com a mem��ria

do amor que tive e tenho por minha pri-

ma. Que posso fazer para conquistar um

novo amor? Devo procurar assumir o

caso com minha prima, ou tenho que

me convencer de que o fato de sermos

de religi��es diferentes impede o nosso

amor? Que fa��o com a outra?" (E.R. -

SP)

preciso que voc��, antes de

mais nada, procure se certifi-

votos de castidade. Tampouco voc��

car de quem realmente gosta,

nos colocou a par dos sentimentos de

porque em sua carta deu-nos

sua prima para com voc��. Isto nos

a impress��o de que esta d��vida ainda

deixou bastante preocupadas, porque

persiste em voc��. Talvez tenhamos talvez revele de sua parte uma descon-ficado com essa impress��o por n��o ser

sidera����o para com os sentimentos

hoje, em nossos dias, admiss��vel que

femininos. . . . Essa corrida desenfrea-

algu��m renuncie um amor verdadeiro

da para os bra��os de outra mulher, a

por problemas religiosos. . . Logo primeira que estava �� vista, tamb��m agora que quase todas as religi��es se

denota, sen��o uma atitude vol��vel,

encontram unidas dentro de seus obje-

ao menos uma precipita����o que n��o

tivos finais: o atendimento aos menos

leva a nada de positivo, e sim a uma

favorecidos e injusti��ados. H�� muito

sobrecarga de frustra����es. Tudo isso

mais em comum nas religi��es de hoje,

precisa ser bem analisado e repensado

na pr��tica, do que diferen��as funda-

por voc��, antes de tomar uma nova

mentais. Tamb��m parece estar haven-

atitude, mais precisamente a de con-

do uma dose de preconceito de sua

sultar sua prima ��� que parece ser a sua

parte pelo fato de sua prima ser sua

escolhida ��� quanto aos sentimentos

consangu��nea; esse preconceito n��o

que ela nutre por voc��. Depois de ter

tem raz��o alguma de ser, quando analisado sinceramente os seus senti-acompanhado de um aconselhamento

mentos, as suas rea����es e as suas atitu-

gen��tico. Tamb��m n��o ficou esclareci-

des, numa esp��cie de revis��o e auto-

do se sua prima estuda apenas teologia,

cr��tica, e certificando-se de que gosta

ou se ela optou pela vida religiosa com

realmente dela ��� tenha ela a religi��o,

27





filosofia ou credo pol��tico que tiver ���,

procure-a para que ela saiba desse seu

sentimento, e ou��a o que ela pensa a

respeito dele. N��o fuja novamente, co-

locando-se num pedestal, dizendo que

ningu��m �� digno de seu amor ou ale-

gando n��o suportar a oposi����o de seu

tio; enfrente a situa����o com a mesma ga-

lhardia de quem est�� sereno e convicto

de seus sentimentos, e assim, conseq��en-

temente, de suas atitudes. Saia dessa es-

p��cie de masoquismo, de amor pelo so-

frimento, e deixe de se sentir bem na

posi����o de v��tima, sempre! Limita����es,

erros, fracassos, desilus��es amorosas ou

profissionais, vez por outra, todos t��m;

mas tamb��m t��m capacidade para dar a

volta por cima e encontrar ��nimo para

nova luta! Quanto �� outra, a que voc��

classificou como esnobe, parece j�� ter

definido, ela pr��pria, a sua situa����o.

N��o acha voc��?

"TODAS ME DIZEM QUE SOU O

MELHOR HOMEM DO MUNDO..."

ou um rapaz bonito de 21

anos, mas tenho um proble-

ma que n��o consigo enten-

der. Todas as mulheres me

satisfazem, n��o importa a idade, apa-

r��ncia ou outra coisa qualquer. ��s

vezes, chego a me masturbar de 4 a

6 vezes por noite, uma ap��s outra ���

��a, cor ou tipo f��sico. Est��, portanto,

�� s�� pensar em sexo ou ver mulher pe-

com toda a bola, como se diz na g��ria

lada. Todas elas dizem que eu sou

do futebol. Mas isso n��o �� o que voc��

o melhor homem do mundo. O que

mais deseja, sen��o n��o estaria escre-

devo fazer?"

vendo para n��s. Deduzimos ent��o que

algo est�� lhe faltando, apesar de ser t��o

desejado e t��o terrivelmente sedutor.

Acontece que o dif��cil, meu amigo,

Se f��ssemos levar em conta �� justamente amar e ser amado por al-apenas o que diz em sua car-

gu��m que nos �� especial, que nos toca

ta, responder��amos que n��o

no fundo de nosso ser e cujo cora����o

existe problema algum com

n��s tamb��m tocamos. Este algu��m n��o

voc��, pois �� bonito, amado por todas

pode ser encarado como um n��mero

as mulheres, sem distin����o de idade, ra-

a mais no almanaque de conquistas ���





2 8




e n��s sabemos que os n��meros cansam

tas femininas, tudo ser�� diferente e

e n��o levam a nada definitivo, est��vel;

mais compensador. A freq����ncia com

n��o s��o traduzidos e nem traduzem a

que se masturba nada mais �� do que

felicidade. Voc�� est�� ansioso porque

um atestado de sua insatisfa����o e

sente falta desse algu��m especial, que

ang��stia. Procure gostar de algu��m,

n��o seja um n��mero a mais, e sim um

antes de partir para a rela����o sexual.

ser amado, o seu amor. Mas para en-

Tem se comportado como mach��o

contr��-lo, ter�� que se preocupar mais

cl��ssico, e essa atitude nunca resulta

com as pessoas, com as mulheres e

em felicidade. Mude seu modo de agir

com a mulher "ser humano". Busque

��� e de pensar ��� em rela����o ��s mulhe-

um di��logo, um interesse maior pela

res. Ver�� como, num di��logo de igual

mo��a com quem conversa, antes de

respeito e considera����o, ter�� diminu��-

julg��-la como ca��a. Ver�� que sem a

da a ang��stia e encontrar�� aquela que

preocupa����o com trof��us de conquis-

tanta falta lhe est�� fazendo hoje.





2 9





SA��DE

"QUE OPERA����O FAZ O HOMEM PARA N��O GERAR MAIS FILHOS?"

"TIVE UMA INFEC����O S��RIA"...

enho, com esta, desejar a b��m. Uma vez feita esta opera����o ci-

voc�� muita sa��de e felicidade,

r��rgica, eu n��o iria me sentir mais

pois suas divulga����es valem fraco e menos potente na rela����o

ouro e tiram o grilo da ca-

sexual? A outra quest��o se refere ao

be��a da gente. Gostaria de obter res-

meu p��nis: ele tem 13 cm de compri-

posta urgente para duas perguntas: de-

mento e 4 cm de grossura, e a cabe��a

sejo saber se posso fazer a opera����o do mesmo tem a mesma grossura do para n��o gerar mais filhos, pois duas comprimento. Queria saber se isso �� pessoas conhecidas me falaram que normal para um rapaz como eu, de 25

existe esta cirurgia para homem tam-

anos de idade, branco, com 54 quilos.





3 0





Como sei que as mulheres gostam de

vida e ela est�� interferindo no seu com-

homem com p��nis grande, e gostaria

portamento, consulte um cl��nico ou

de me sentir seguro no meu casamen-

um urologista, que ele o deixar�� mais

to, estes grilos est��o fazendo com tranq��ilo depois de t��-lo examinado.

que eu fique retra��do. Tenho lido al-

As mulheres que julgam um homem

gumas publicidades com rela����o ao

pela apar��ncia de seu p��nis n��o re��-

aumento do p��nis, mas tenho medo

nem condi����es de dar a este homem

que tais rem��dios sejam perigosos."

uma felicidade perene. Porque a maio-

(Desesperado de Jundiapeba ��� SP)

ria delas j�� sabe e sente que o relacio-

namento sexual �� muito mais do que

tamanho de ��rg��o. Quanto �� ingest��o

de rem��dios para ficar maior e melhor

Avasectomia �� uma cirurgia fei- satisfazer ��s mulheres, �� totalmente ta no homem para impedir

il��gico de sua parte. Primeiro, porque

que ele tenha condi����es de

absolutamente n��o trariam resultado

gerar filhos. Nos dias de hoje,

algum ��� nem mesmo as pretensas mas-

esta r��pida e eficiente opera����o cir��r-

sagens e gin��sticas das propagandas -,

gica est�� sendo usada como um dos pois o p��nis obedece a uma lei gen��ti-v��rios m��todos adotados pelos casais

ca. Segundo, porque a ingest��o de dro-

como anticoncepcional. Por n��o apre-

gas medicinais, sem indica����o, acabaria

sentar risco nenhum ��� uma vez que ��

por prejudicar o seu organismo. Tercei-

externa e n��o compromete a efici��n-

ro, porque o manteria na ilus��o e no

cia sexual quanto ao desempenho ���,

engano de se apoiar no p��nis como

ela vem tendo grande aceita����o no gancho m��gico para garantir sucesso e mundo inteiro. Mas ela n��o �� feita in-aceita����o de sua masculinidade e efi-

discriminadamente pelos m��dicos. �� ci��ncia. Este mito j�� est��, nos dias de preciso que hajam raz��es para ela ser

hoje, felizmente superado.

adotada, tais como uma idade j�� de

adulto e um n��mero razo��vel de filhos,

entre outras. Cada caso �� um caso, e a

sua aceita����o ou n��o ir�� depender da

"J�� TIVE UMA INFEC����O

conversa com o seu urologista. Ela ab-

S��RIA..."

solutamente n��o inibe o apetite sexual

nem o aumenta; n��o faz o homem

mais fraco nem mais forte sexualmen-

te. N��o �� adotada, portanto, para in-

enho um problema s��rio, e

terferir na sexualidade ou corrigir pos-

gostaria que voc��s me ajudas-

s��veis disfun����es. H�� casos raros de sua

sem a resolv��-lo porque, des-

indica����o por parte do m��dico respon-

de os meus 18 anos, venho

s��vel, quando da ocorr��ncia de tumo-

tendo preocupa����es a respeito de

res ou grau adiantado de outras doen-

��as que tenham atingido a ��rea geni-

ere����o e ejacula����o. Hoje, com 25

tal. Quando ela �� o resultado de uma

anos, meu p��nis n��o endurece total-

op����o feita pelo casal, n��o traz consigo

mente, como antes, e a ejacula����o n��o

sentimentos de autopuni����o ou qual-

sai em jato. Acho que o esperma sai

quer outro tipo de cobran��a psicol��-

com pouca for��a. Li recentemente,

gica. Quanto ao seu p��nis, nada h�� de

numa revista, que a masturba����o

errado com ele; mas se existe esta d��-

excessiva ou interrompida pode provo-

car esse tipo de problema. Talvez





3 1




seja esse o meu mal, pois desde os 13

eles nada acusam. Desejo saber o que ��

anos tenho me masturbado assim; e

essa infec����o, como ela �� provocada, e

gostaria de saber se essas complica����es

se �� uma doen��a ven��rea. Tamb��m o

t��m cura. Ou ser�� que estou ficando

porqu�� de meu esperma n��o sair mais

impotente mais cedo do que o normal?

em jato. Pe��o que me digam a verda-

J�� li tamb��m, num livro, que quando o

de, por mais dura que ela seja." (A.F

indiv��duo abusa de sua pot��ncia se-

M. - SP)

xual, pode ocorrer a impot��ncia por

esgotamento e �� dificilmente recuper��-

vel. J�� tive uma infec����o chamada este-

ricchia colli por um per��odo de 2 anos;

e mesmo depois do tratamento cont��-

nuo, sinto de vez em quando um ardi-

Voc�� est�� sentindo que h�� algo

de errado no seu mecanismo

sexual e vem tecendo suposi-

mento no p��nis quando urino, al��m de

����es quanto ��s causas prov��-

ter vontade de urinar a toda hora. Tam-

veis de seu problema. Numa forma

b��m meus test��culos doem ��� embora a

bastante l��cida, analisou a masturba-

dor seja fraca, �� o bastante para incomo-

����o interrompida, a impot��ncia e a in-

dar. J�� fiz v��rios exames de urina, mas

fec����o de que foi v��tima. A hip��tese





3 2




dem a reaparecer, ��s vezes at�� ciclica-

mente. Com o efeito do antibi��tico, elas

ficam aparentemente curadas; mas assim

que esse cessa, voltam os sintomas que

denotam resqu��cios ainda da infec����o.

Por essa raz��o, sempre recomendamos

a consulta m�� dica, o tratamento seguido

�� risca, e n��o abandonado com o desa-

parecimento dos sintomas e da dor, prin-

cipalmente; e o retomo ao m��dico,

ap��s completado o prazo do tratamento,

para a verifica����o do estado geral do pa-

ciente. Trata-se de um acompanhamen-

to m��dico que evita a reincid��ncia da

doen��a, como �� possivelmente o seu ca-

so. Embora com sinais bastante n��tidos

de uma infec����o urin��ria ��� ardimento

nos genitais, imin��ncia de urinar a toda

hora, etc. ��� e voc�� nos assegure que seus

exames de urina nada t��m revelado, essa

hip��tese n��o pode ficar afastada, assim

como tamb��m deve ser levantada a pos-

sibilidade de um problema de origem ve-

n��rea. Muitas vezes, os exames s��o ne-

gativos, e ainda assim existe a infec����o,

ou por um erro de interpreta����o ou por

outra circunst��ncia qualquer. O fato

inequ��voco �� que voc�� est�� com proble-

ma s��rio de sa��de e deve ser atendido

medicamente, enquanto ainda �� tempo

de evitar algo cr��nico. A estericchia col-

de que o abuso do que voc�� chama de

li �� uma bact��ria que normalmente se

pot��ncia sexual ��� seria provavelmente

instala no intestino, mas que pode apa-

v��rios relacionamentos sexuais segui-

recer no cora����o (endocardite bacteria-

dos, num determinado tempo de sua

na), nas meninges (meningite), nos rins

vida, uma esp��cie de promiscuidade (pielonefrite), raramente nos pulm��es sexual ��� teria precipitado esse quadro,

(pneumonia) e nos ��rg��os genitais (mas-

poderia explicar uma doen��a ven��rea

culinos: prostatite e infec����o urin��ria;

que estaria, ent��o, enquadrada num

e femininos: cistite, anexite, endome-

problema org��nico. As conseq����ncias

trite ou tamb��m infec����o urin��ria). A

da masturba����o interrompida - e n��o

cura, quando bem diagnosticada e tra-

a excessiva, veja bem ��� e a impot��ncia

tada seriamente, �� certa e n��o �� neces-

ficam afastadas, de in��cio, para averi-

s��ria cirurgia alguma. N��o h�� raz��o pa-

gua����o posterior diante do problema

ra que voc�� tema algo de muito grave,

org��nico que voc�� apresenta e que de-

porque ela �� uma bact��ria que tem

ve ter absoluta prioridade. N��o h�� d��-

perturbado uma verdadeira legi��o de

vida que voc�� est�� doente, porque as

pessoas de ambos os sexos, v��rias ra��as

infec����es provocadas pela estericchia

e de todas as idades.

colli costumam ser resistentes e ten-





3 3





PONTO DE ENCONTRO


Para colocar seu an��ncio, escreva corretamente os dados, procurando resumi-los tanto quanto poss��vel. Envie seu an��ncio com carta assinada, caligrafia bem leg��vel e coloque o C��digo de Endere��amento Postal de sua cidade. No envelope, enderece corretamente: Revista Confiss��es

'Ponto de Encontro" - Caixa Postal 1716 - CEP 80000 -

Curitiba /Paran��.

A publica����o �� gratuita. Caso deseje ver seu an��ncio em destaque (cercado), envie cheque de Cr $ 1.000,00 em nome da Grafipar - Gr��fica Editora L tda., juntamente como texto do an��ncio.





3 4







O Grupo Bons Amigos e o Grupo Só Livros com Sinopses têm o prazer de lançar hoje mais uma obra digital  no formato txt , pdf e epub para atender aos deficientes visuais.       

 REVISTA CONFISSÕES ÍNTIMAS Nº59/1982

Revista doada por Adeilton e digitalizada por Fernando Santos
Sinopse:
Excelente revista de educação sexual que teve grandioso sucesso entre as décadas de 70 a 90 do século passado. . Editada pela gráfica Grafipar - Gráfica Editora Ltda-Grupo de Curitiba. Tendo como responsáveis Faissal El-Khatib e Faruk El-Khatib . Redatores Nelson Faria e Nina Fock. Infelizmente não temos o nº01 E nº03 Quem tiver nos envie para digitalizar. Pode ser a cópia xerox Recomendamos !
Lançamento    Só Livros com sinopses e Grupo Bons Amigos:

)https://groups.google.com/forum/#!forum/solivroscomsinopses  


2)https://groups.google.com/forum/#!forum/bons_amigos  


Blog:



Este e-book representa uma contribuição do grupo Bons Amigos e Só livros com sinopses  para aqueles que necessitam de obras digitais como é o caso dos deficientes visuais 

e como forma de acesso e divulgação para todos. 
É vedado o uso deste arquivo para auferir direta ou indiretamente benefícios financeiros. 
 Lembre-se de valorizar e reconhecer o trabalho do autor adquirindo suas obras.


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Não esqueça de mandar seus links para lista .
Boas Leituras e obrigado por participar do nosso grupo.
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